25/2/2017

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A proibição do trabalho infantil não veio para proteger as crianças, mas para liberar a mão-de-obra de milhares delas para o narcotráfico.

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Dados da realidade:
1) O Estado laico moderno é totalmente incapaz de resistir à ocupação islâmica.
2) Só a restauração da Cristandade no Ocidente pode oferecer resistência eficaz.
3) NÃO EXISTE, no momento, nenhum projeto viável de Estado cristão.

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A Igreja Católica tem de renovar-se de alto a baixo para enfrentar a situação. Mas, nas duas vezes em que tentou fazer isso — no Concílio Vaticano II e agora no reinado de Bergoglio –, mudou o que devia permanecer imutável e deixou intacto o que devia ser mudado.

Luciano Medeyros Professor, o povo quer saber: qual é a melhor pergunta que ainda não te fizeram?
Olavo de Carvalho Luciano Medeyros Acho que é “Quanto de dinheiro você precisa?”

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Notinha histórica: A militarização da sociedade, adotada por Benito Mussolini após sua ascensão ao poder em 1922, não foi senão a realização de uma idéia original de Leon Trotski — decerto mais fácil de aplicar na Itália do que num país de dimensões continentais como a Rússia.

Eduardo Fauzi Richard-Serquize Mas houve uma influência deliberada de um sobre o outro ou foi só um acaso conveniente atuando na história?
Olavo de Carvalho Mussolini simplesmente leu Trotski.

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http://www.dailymail.co.uk/news/article-4251046/Illegal-Clinton-fundraiser-tape-fearing-life.htmlhttp://www.dailymail.co.uk/news/article-4251046/Illegal-Clinton-fundraiser-tape-fearing-life.html

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Just kidding…

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Até a década de 60 ainda havia no Brasil o genuíno intercâmbio intelectual, o diálogo direto entre escritores ideologicamente divergentes, que sabiam ver uns nos outros algo mais que a identidade grupal e partidária. Tudo isso acabou quando a burocracia universitária, desprezando e não raro reprimindo ostensivamente a vida intelectual independente, reduziu o diálogo aos congressos acadêmicos, à badalação interdepartamental e ao troca-troca de espaço nas publicações universitárias para fazer currículo. Parte significativa dessa história pode ser reconstituída mediante a comparação dos antigos suplementos literários de “O Estado de S. Paulo” e do “Jornal do Brasil” com o caderno “Mais” da “Folha de S. Paulo”, que já era nada mais que um “house organ” da USP. Pode-se também comparar o círculo de amigos que se reuniam na Livraria José Olympio nos anos 50 com a atmosfera de pedantismo sicofanta de qualquer congresso uspiano.

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A destruição da crítica literária, substituída por estudos acadêmicos pretensamente científicos, foi um dos fatores que contribuíram para esse processo.

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AVISO: Hoje, sábado, 26 de fevereiro, aula normal do COF.

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Raciocinemos: Se um homem que deseja “sentir-se” mulher faz questão de usar o banheiro das mulheres, ele está resolutamente afirmando, no mesmo ato, o direito feminino a um espaço privativo proibido aos homens. Caso contrário, o ingresso no banheiro feminino deveria ser franqueado não só aos homens que dizem sentir-se mulheres, mas a todo e qualquer homem. Por outro lado, ele admite que as mulheres entre as quais, por desejar ser mulher, ele se sente mais à vontade do que entre homens não são mulheres por simples desejo, como ele, mas por uma diferença anatômica objetiva. Caso contrário, ele não desejaria estar entre mulheres de verdade, mas apenas entre outros homens que se sentem mulheres. Ele afirma, portanto, a prioridade da diferença anatômica no ato mesmo em que a nega. Sua reivindicação de acesso ao banheiro feminino é pura estimulação contraditória, que desorienta e enfraquece a mente do público até levá-la àquele ponto de ruptura em que ela aceitará qualquer exigência que lhe façam, por mera incapacidade de formular uma objeção racional.

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Em suma, a exigência de acesso aos banheiros femininos não tem nada a ver com “direitos dos transgêneros”, mas com engenharia psicossocial e adestramento da massa para a obediência passiva.

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Momentos inesquecíveis:
Hora de dormir, o meu amigo manda a filhinha subir para o quarto. Ela vai e volta:
— Eu tava indo, mas tinha um abstraco.

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Foi o “New York Times” que, nos anos 50, ensinou a condensar a substância de uma notícia nas cinco primeiras linhas de um texto, de modo a que o leitor pudesse escolher se ia ler o resto ou parar por ali mesmo.
Hoje em dia NENHUM jornalista americano — do NYT ou seja lá de onde for — sabe mais fazer isso.
Você tem de ler a porcaria inteira antes de saber qual é o assunto.

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O Trump está certo: Só a aliança russo-americana pode garantir a paz no mundo.

http://www.wnd.com/2017/02/protecting-christians-fighting-terror-russias-on-it/

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Não, não é da página do Joselito Müller:

http://www.infowars.com/live-president-trump-is-battling-satan/

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Quando vejo uma barata e tenho a intenção de esmagá-la, ela sai correndo como se tivesse lido os meus pensamentos. Estou começando a desconfiar que esses bichos são muito inteligentes.

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Lendo a biografia de Pierre Boutang por Stéphane Giocanti, noto a imensa riqueza de convivência intelectual que não só na juventude, mas ao longo de toda a vida, ele teve com amigos cultos e talentosos, ligados de um modo ou de outro a todas as correntes de opinião: católicos, ateus, protestantes, judeus, comunistas, monarquistas, socialdemocratas, fascistas, anarquistas, liberais, maçons, o diabo. Todos os escritores franceses da primeira metade do século XX viveram essa experiência, da qual no Brasil só recebemos um eco distante e quase inaudível. Mesmo assim, só peguei desse eco um restinho, logo extinto, quando mudei para o Rio e conheci os últimos representantes de uma geração de grandes escritores brasileiros, todos então já octogenários: Herberto Sales, Mário Vieira de Mello, Josué Montello, Antônio Olinto, J. O. de Meira Penna, Vamireh Chacon, Paulo Mercadante, Carlos Heitor Cony, Roberto Campos, Ledo Ivo, Millôr Fernandes…
Eu sei o que o Brasil perdeu. E sei quanto esforço a nossa classe dominante está fazendo para que ele não o recupere nunca.

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