22/2/2017

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Começou: “União civil”, só para casais gays.

http://www.wnd.com/2017/02/heterosexual-couple-cant-get-civil-partnership/?cat_orig=world

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Aviso: Simplesmente não compro mais livros da É-Treta-Realizações.
E não me venham com aquela conversa de “Pelo menos está divulgando”. Por esse critério, qualquer picareta que coloca um PDF pirata na internet é um benfeitor da humanidade. Com o mérito adicional de que não deforma a imagem do autor.

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Não há, em todo o universo das conversações filosóficas, estupidez maior do que tentar explicar um filósofo a partir da sua catalogação profissional e da coincidência fortuita do título dos seus livros com os de outros livros quaisquer, ignorando solenemente as suas referências intelectuais, a formação das suas idéias, a estrutura da sua obra e o texto mesmo do que ele escreveu. Esse é o critério historiográfico do João Cézar de Castro Rocha. Para mim chega. Esse sujeito está FORA DA VIDA INTELECTUAL. É apenas um funcionário de carreira.

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Meio século atrás o historiador José Honório Rodrigues já assinalava que, no Brasil, um emprego universitário é uma vacina infalível contra a tentação da vida intelectual. Vocês imaginam que isso melhorou desde então?

Ivo Cesar Martorano É a regra, mas exceções devem existir.
Olavo de Carvalho Sim. Existem o Ernildo Stein e o Ricardo da Costa.

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A maior parte das pessoas que fazem o mal não o faz por má intenção, mas por mau caráter. As intenções mudam, o caráter permanece.

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É absolutamente ridículo tentar desculpar a esterilidade da Filo-USP sob a alegação de que, por horror ao beletrismo, seus integrantes preferiram dedicar-se a “estudos monográficos” em vez de filosofar. Depois da tese do Lívio Teixeira sobre Descartes, que é dos anos 50, essa instituição não produziu UM ÚNICO estudo monográfico que se integrasse como fonte indispensável na bibliografia filosófica mundial.
A Filo-USP é apenas uma frescura subsidiada.

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Tentar compreender a obra do Mário Ferreira pela comparação com a Filo-USP é medir o oceano em peidos.

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Não me perguntem o que é “prazer sensual contra a natureza”. Perguntem ao Lula.

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O Brasil está repleto de sujeitos que recebem dinheiro do governo para brincar de filósofos.

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Mensagem de Vitaly Churkin, embaixador russo nos EUA em 2008. McCain é mesmo uma gracinha:

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Mais detalhes em https://www.youtube.com/watch?v=kXV9pJAWp5o

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Momentos inesquecíveis:
Quando morávamos em Iguape, a casa tinha um gerador na laje, donde a minha filha Heloísa, então com cinco anos, tirou a conclusão:
— Precisa subir no guedau para ligar o tomor.

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A maior contribuição da USP ao pensamento filosófico mundial, depois do livro do Lívio Teixeira, foi a “História da Educação na Idade Média” do Ruy Affonso da Costa Nunes, que nem era do departamento de Filosofia.

Pedro Agudo Ferraz Prof. Olavo, os senhores não conseguem publicar uma nova edição dele pela Vide?
Olavo de Carvalho Boa idéia.

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Este artigo é o programa de um curso que planejo dar algum dia:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/080204dc.html

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Furando a censura:

http://www.huffpostbrasil.com/entry/james-okeefe-leaks-newsroom-footage_us_58acb6e9e4b04a0b274dddf2

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Para aqueles que riram quando eu disse que os Clintons eram parceiros do governo chinês:

http://www.infowars.com/congressman-curt-weldon-goes-all-out-against-the-criminal-clintons/http://www.infowars.com/congressman-curt-weldon-goes-all-out-against-the-criminal-clintons/

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Ainda que eu vivesse mil vidas, jamais teria a cara de pau de reduzir o Mário Ferreira a um precursor do Olavo de Carvalho. Mas dizer que ele abriu o caminho para o Leandro Espiritual, o Clóvis de Burros e o Mário Sérgio Costela é fazer de Platão o precursor do Caio Blinder.

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Posso errar, mas não chuto, exceto cus.

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A Roxane pediu que eu escrevesse alguma coisa edificante, mas recusei:
— Só gosto de escrever perversidades.

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Padre Pio, quando sua amiga, cujo nome esqueci, o convidava para um passeio, respondia:
— Sim, vamos sair por aí espalhando algum malefício.

Thomas Dresch Cleonice Morcaldi.
Lya Ferreira O sonho da Cleonice era ir morar numa cidade longe dali e trabalhar como professora, então sua mãe foi com ela pedir a benção do padre Pio para que tudo desse certo na sua nova vida, o padre eis que olha pra ela e diz a mãe, “não deixa ela ir”… a jovem ficou fula da vida com o padre e saiu batendo as portas, dias depois veio a noticia que a moça que a substituiu foi atacada, estuprada e morta, a Cleonice voltou a Igreja pediu perdão e agradeceu ao padre pela sua intervenção, dai que o padre contou que ele tinha visto isso acontecer a ela então a livrou da morte.

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George Steiner observa que poucos seres humanos são tão abertos à tentação da violência, da crueldade e do totalitarismo quanto aqueles que vivem protegidos no ambiente artificial e burocratizado das universidades, incapazes de imaginar a “vida real” senão como inversão truculenta de uma paz que receberam sem esforço.

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Ele observa também que nos EUA ninguém mais diz “Discordo de você”. Diz: “Odeio você.”

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Governantes expulsam os judeus de um lado para outro, espalham-nos por todas as nações e depois se queixam do “internacionalismo judaico”. Então os judeus resolvem voltar à sua pátria de origem e os mesmos que criticavam o seu internacionalismo passam a falar mal do “nacionalismo judaico”. Se eu fosse judeu mandaria todo mundo tomar no cu.

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Rodrigo Gurgel pellicula O Jardim das Aflições divulgavit.
2 horae ·

Segundo a esquerda, “O Jardim das Aflições” é o filme que não deveria existir. O tom peremptório e totalitário revela muito do espírito que norteia a produção cultural no Brasil. Mas nós temos o hábito salutar de ir na contramão do que a esquerda pensa e diz. Fazemos isso de várias formas. E sempre que fazemos dá certo, para tristeza dos que se julgam donos da verdade. Vamos repetir a dose agora e criar um circuito paralelo de exibição do documentário de Josias Teófilo sobre Olavo de Carvalho. Assistam ao vídeo, sigam o link e vejam como todos nós podemos ajudar.

P.S. – Não apenas o filme não deveria existir, mas o personagem também não. O. de C.

Renan Martins Dos Santos Seu face é em latim, professor?

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Os ilustres membros da zé-lite uspiana nunca tiveram inteligência nem cultura suficientes para perceber a importância e valor da obra do Mário Ferreira dos Santos. Fui eu e somente eu que retirei essa obra do subterrâneo e a exibi e expliquei a esses jumentos com tanta clareza e tanta insistência, que eles não tiveram mais remédio senão admitir que o fenômeno existia e escapava não só do seu controle mas do seu horizonte de consciência. Pegos de calças na mão, aterrorizados, trataram de fingir que podiam paternalizar o personagem — a mesma coisa que fizeram com Gilberto Freyre na homenagem insultuosamente ambígua que lhe prestaram no centenário em 2000 –, tentando salvar o único patrimônio intelectual que já tiveram e o único que terão pelos séculos dos séculos: a pose.

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Pedem-me um curso sobre o Mário Ferreira. Isso está nos meus planos, mas todos os livros dele estão num depósito junto com o resto da minha biblioteca enquanto a minha casa nova não fica pronta. A coisa vai demorar um pouco.

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Na Virginia, tudo demora. Os virginianos são os baianos da América.

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Comecei uma novena, mas perdi a conta e já estou na vintena. Estou virando virginiano.

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