12/2/2017

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Se vocês querem dar uma força à distribuição do filme “O Jardim das Aflições”, é fácil. Curtam a página https://www.facebook.com/ojardimdasaflicoes/?fref=ts

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Os meninos foram hoje para a Disneilândia, com a mãe. Fui à casa deles desejar boa viagem. Na foto, tento convencer o Jack de que fumar não é para crianças. (Foto Josias Teófilo)

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Saindo do Texas de Brazil, com a barriga repleta de churrasco brasileiro. (Foto Josias Teófilo)

Olavo de Carvalho Josias es fueda.

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Donald J. Trump está tentando plantar a semente boa antes de erradicar as pragas e parasitas. Isso é LOUCURA.

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Coloquei na página do Donald J. Trump:

Mr. Trump looks to be sowing the good seed before destroying the parasites. It cannot work. Illegal immigrants are far less dangerous to the United States than the LEGAL immigrant George Soros.

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Excetuando a Bíblia, Platão e Aristóteles, qual o livro MAIS IMPORTANTE que já li em toda a minha vida? Voto, sem pestanejar, em “La Evolución Mistica” do Pe. Juan Gonzalez Arintero. A maior prova da indolência espiritual moderna é que esse livro não esteja traduzido em todas as línguas do mundo. É que as pessoas não querem mais Deus. Querem “o sagrado”, “a espiritualidade” e outras frescuras.

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“A tecnologia não suporta que a julguemos.” (Jacques Ellul)

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“A escolástica, enquanto modo de conhecimento próprio da Universidade, afirma o primado da investigação por meio da livre
discussão. O período medieval foi a idade por excelência das
oposições e das contradições, do ‘sic et non’, sabendo-se que essas oposições se situam no interior da universidade e não cessam de renascer, até mesmo quando uma autoridade interna ou externa é
chamada para dirimir o debate. Foi o nosso tempo que inventou o
conformismo totalitário com a sua ferocidade peculiar. A grande
época da Idade Média não se caracteriza de modo algum pelo
espírito de ortodoxia político-policialesca que continua a ser o
privilégio pouco invejável do século XX. Tal terrorismo,
paralisando o espírito da investigação livre, é a negação mesma
desta Universidade que a Idade Média inventou.”
Georges Gusdorf ( filósofo protestante), “L’Université en question”.

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ISTO é sacanagem.

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A caminho da Disneilândia, descobriram na estrada um Museu dos Brinquedos, que ninguém nem sabia que existia, e a diversão começou ali mesmo.

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A idéia mais cretina que já passou pela cabeça humana foi a de que a ciência e a tecnologia iriam aumentar a liberdade humana. Elas só aumentam o poder dos que têm sobre os que não têm.

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No meu modesto entender, todo cientista é cúmplice do totalitarismo até prova em contrário.

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Jacques Ellul observa que para os transplantes é preciso órgãos saudáveis, livres de doenças. Onde encontrá-los? Só em vítimas de acidentes. Portanto, quanto menos gente morre em acidentes, mais gente morre por falta de órgãos. Admirável mundo novo.

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Se alguém constrói uma casa num terreno de mil metros quadrados, paga imposto por mil metros quadrados. Se constrói ali um prédio com quatrocentos apartamentos, quatrocentas pessoas pagarão impostos por mil metros quadrados cada uma. Bom para o governo, né?

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O custo social dos carros sem motoristas humanos e da economia sem dinheiro impresso será o mais alto que a humanidade já pagou por qualquer suposto benefício. Comparado a isso, o que tantos povos tiveram de pagar pelo crescimento econômico da Alemanha nazista e da URSS terá sido uma bagatela.

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Por favor, traduzam isto o mais breve possível:

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A maioria dos esquerdistas não se opõe ao bloqueio de imigrantes ilegais por achar que eles não são criminosos, mas precisamente porque sabe que eles o são.

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“A tecnologia é um meio anormal de adaptar as pessoas a um ambiente anormal criado pela tecnologia.” (Jacques Ellul)

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Já assinei

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR97587

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Quando o meu professor de matemática disse que um ponto não media nada e que uma reta se compunha de inumeráveis pontos, decidi que não iria mais estudar matemática nem por um minuto que fosse. Só voltei ao assunto aos trinta e oito anos de idade, depois que um banho de lógica aristotélica me imunizou contra o fascínio do absurdo.

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Uma reta não “se compõe” de pontos nem aqui nem na casa do caralho.

Wladimir Caetano de Sousa Por não ter reeditado esse e o “Identidade e Univocidade”. Ser discípulo do senhor não é fácil. Fico puto todos os dias. Mesmo assim, te amo.
Olavo de Carvalho Wladimir Caetano de Sousa Você tem razão, O estado editorial dos meus trabalhos é a coisa mais caótica que já vi depois da cabeça do Richard Dawkins.
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Creio ter matado essa questão no estudo “Questões de simbolismo geométrico”, que nunca mais reeditei, intelizmente.

O pior é que depois houve um movimento dos alunos para expulsar esse professor, e o ÚNICO que defendeu a criatura fui eu.

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Eu achava que ele era um excelente matemático. Só não entendia nada de um treco chamado “realidade”.

Thomas Dresch A chave do entendimento foi Leibniz, não foi?
Olavo de Carvalho Só li Leibniz depois disso. Foi Aristóteles mesmo.

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Na página du Trump tem uma muié qui achô qui eu tava atacânu êli. É du caraiu.

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Numa vida normal, o trabalho é uma sucessão de vitórias sobre as dificuldades do mundo. Mas, para a maioria das pessoas hoje em dia, é ele a dificuldade.

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Meu velho amigo Luiz Pellegrini, que não vejo há anos, me ensinou uma coisa preciosa: “Fiz um acordo com Deus. Trocar as angústias por trabalho.”

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Admito e confesso. O estado editorial dos meus trabalhos é a coisa mais caótica que já vi depois da cabeça do Richard Dawkins.

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Não tenham a menor dúvida: os mesmos bilionários globalistas que financiam a invasão islâmica vão logo começar pagando atiradores fantasiados de nazistas para matar um muçulmano aqui, outro ali, e dar a toda resistência anti-jihadista os ares de crime hediondo. Parece que já começaram a fazer isso.

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Os antigos “rebeldes sem causa” agora têm uma: estão lutando contra… o nazismo. Coisinha mais linda.

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Cá entre nós, que ninguém nos ouça: contra o Führer, até eu sou valentão depois que ele meteu uma bala na cabeça.

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O mundo de hoje é o final de “High Noon”: depois que o xerife Will Kaine deu cabo dos bandidos sozinho, todo mundo vem ajudar.

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A coisa mais impressionante do mundo é a quantidade de heróis do antinazismo, que se tornam tanto mais numerosos quanto mais tempo decorre desde a derrota do nazismo.

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O nazismo é tanto mais odiado quanto mais distante, metafórico e evanescente ele se torna.

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Quando vejo os moleques assanhados na rua gritando slogans antinazistas, pergunto-me por que não combatem logo Napoieão Bonaparte, Átila o Huno ou Gengis-Khan.

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Nossos liberais são tão idiotas que bastou o deputado Bolsonaro falar em “Estado cristão” — aliás num sentido vago e não como proposta política formal — para que alguns deles já saíssem gritando “Fascismo!”. Como se fosse concebível um Estado fascista que aceitasse uma autoridade acima dele próprio.

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É o xingamento mais barato que existe.

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O mais gostoso de ficar xingando as pessoas de fascistas é que não existe no pedaço nenhum fascista de verdade para exclamar que isso não é xingamento e sim elogio.

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Fascistas de verdade, tanto na direita quanto na esquerda, existem, mas são raríssimos e ninguém lhes dá a menor atenção.

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A política que mais se aproximou do fascismo, no Brasil, foi a do governo Getúlio Vargas, tão escassamente ortodoxo, nisso, que enviou o nosso Exército para combater o nazifascismo na Europa.

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Com tantos belos palavrões no vocabulário pátrio, para quê xingar as pessoas de fascistas?

Nando Castro Dá alguns exemplos aí pra ajudar a gente, professor!
Olavo de Carvalho Já gastei todos.

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Usar os nomes das correntes políticas como meros xingamentos dá nisso.

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Quando o conservador e o liberal, cedendo à hegemonia lingüística do inimigo, o chamam de fascista, acreditando com isso roubar-lhe espertamente o artifício retórico, nada mais fazem senão ajudá-lo a impor o espantalho fascista como imagem do pior dos males, adoçando por tabela o gosto do comunismo.

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Pensando bem, eu também vou combater o nazismo. Não custa nada, não oferece riscos e dá ibope.

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No debate com o Prof. Duguin, expliquei que o individualismo e o coletivismo, portanto os argumentos maiores respectivos do capitalismo liberal e do socialismo, não são antagônicos, mas solidários e complementares. Sem o pressuposto liberal de que o ser humano é eminentemente uma individualidade natural voltada à satisfação de suas necessidades e prazeres materiais, a promessa socialista de fornecer essa satisfação por meios coletivistas não faria o menor sentido. Isso sempre foi claro desde o princípio, mas nunca tão patente quanto hoje, quando o clamor esquerdista já não enfatiza tanto as necessidades econômicas quanto o suposto direito à satisfação de todas as fantasias sexuais mais arbitrárias e idiossincráticas, assim como à proteção estatal contra tudo o que contrarie as presunções de um narcisismo pueril.

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A julgar pelo que sai na grande mérdia, deve ser uma coisinha de nada…

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Mais uma do Josias na saída do Texas de Brazil.

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A cantora Joyce Villa provoca chiliques no Grammy:

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Até que enfim:

http://www.wnd.com/2017/02/patriotic-pushback-trump-fans-to-hold-spirit-of-america-rallies/

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O ministro Luiz Roberto Horroroso quer descriminalizar as drogas. O melhor é criminalizar o ministro.

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