8/2/2017

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Maravilhas da ciência. Com todos os carros rodando sem motoristas humanos e toda a economia funcionando eletronicamente, sem dinheiro impresso, a vida de cada cidadão será TOTALMENTE CONTROLADA PELO ESTADO. É a tirania perfeita, indolor, macia, um paraíso de segurança e eficiência — o sonho de cada maldito pequeno-burguês urbano. Nem os comunistas chegaram a pensar numa coisa tão perversa.

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Quando li pela primeira vez, me deu arrepios na espinha:

http://resources.mhs.vic.edu.au/shortstories/downloads/The_Pedestrian.pdfhttp://resources.mhs.vic.edu.au/shortstories/downloads/The_Pedestrian.pdf

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Já temos a página do Hangout!
LINK: http://www.seminariodefilosofia.org/hangout/
Link alternativo: https://www.youtube.com/watch?v=__ao3H7rAO8

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“Oh, no! I did it again.
It was a foolish mistake. But I slipped.
I read the New York Times.”

(John Stossel)

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http://www.miamiherald.com/news/local/immigration/article131227599.html

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Idéia esplêndida: fechar o Ministério da Educação:

http://www.infowars.com/devos-confirmed-as-education-secretary-bill-to-end-education-dept-introduced/

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Proibição de trepar. Como é que vão fazer? Vão colocar uma tornozeleira no pinto do cidadão?

http://www.wnd.com/2017/02/rapist-ordered-to-stay-celibate-until-married/?cat_orig=health

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Alguém pode, por favor, citar literalmente alguma afirmação que eu tenha feito sobre o Putin posteriormente desmentida pelos fatos? Se eu errei, agradeço a correção. Se não, que parem de me encher o saco.

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There’s coming a shitstorm:

http://www.shtfplan.com/headline-news/army-preps-for-urban-warfare-in-megacities-mass-migration-disaster-and-inner-city-turmoil_02072017

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Em todas as línguas ocidentais, o gênero masculino, feminino ou neutro assinalado convencionalmente a uma espécie animal designa todos os membros dessa espécie, independentemente do sexo de cada um. “As girafas” = girafas fêmeas e machos. “Os elefantes” = elefantes machos e fêmeas. “As gazelas” = gazelas machos e fêmeas. “Os homens” = seres humanos machos e fêmeas. O mesmo aplica-se aos pronomes correspondentes. A obrigação de enfatizar a diferença de sexo só serve para desviar o foco de atenção, mais ou menos como um coceira no cu no meio do discurso.

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http://www.infowars.com/leaked-docs-brock-conspires-with-facebook-google-to-shut-down-conservative-media/

Quem é o personagem: http://heatst.com/politics/david-brock-money-laundering/

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“Nem olho para as conseqüências sociais das minhas decisões”:

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Flávio Lindolfo Sobral Hombridade sua, professor Olavo de Carvalho, em divulgar esse vídeo do Professor Diniz Filho, um combatente ímpar contra a Geografia Crítica (leia-se marxismo aplicado à Geografia). Infelizmente duvido de igual atitude vinda deste geógrafo em relação ao seu trabalho.
Olavo de Carvalho Pouco me interessa, no caso, a opinião dele sobre mim. Cada verdade deve ser apreciada por seus próprios méritos.

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Momentos inesquecíveis. Peço à minha netinha Tetê, filha da Inês, que chame sua mãe para almoçar. Ela abre a porta do quintal e grita:
— SUA MÃÃÃÃE!

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O geógrafo Luis Lopes Diniz Filho diz coisas certas sobre a propaganda comunista no ensino brasileiro, mas as críticas que faz aos meus artigos se baseiam numa IGNORÂNCIA MONSTRUOSA da política mundial e, em geral, da história do século XX. Aquele tipo de ignorância que se toma a si mesma como critério da verdade: tudo o que lhe é estranho é falso e absurdo por definição. O homem é um intelectual provinciano cuja competência se limita aos assuntinhos da sua província.
Se ele me pedir com jeito — coisa que provavelmente não fará nunca — ,posso lhe indicar, uma a uma, todas as fontes das minhas afirmações que ele achou delirantes.

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Cada idiota que entende as minhas afirmações de maneira simplória imagina que o simplório sou eu.

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Como todos os incapazes que se metem a meus críticos, o prof. Diniz Filho usa caricaturações deformantes, de sua própria invenção, no lugar de citações honestas.

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Exemplo:
— No debate teórico, ele (Olavo de Carvalho) muitas vezes acaba ‘resolvendo’ polêmicas por meio de julgamentos ideológicos e morais que redundam nessas visões conspiracionistas. Li certa vez um texto em que esse autor tecia críticas ao economista John M. Keynes, o qual começava com a afirmação de que este último era um ‘socialista fabiano’. ”
RESPOSTA: Quem disse que Keynes era um fabiano não fui eu, foi um pronunciamento oficial da própria Fabian Society em 1950. Mas o que o professorzinho ignora não pode existir.

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No ar
http://www.seminariodefilosofia.org/hangout/

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Perdeu o hangout? Então veja agora.

Mateus Matos Diniz Professor, se não for lhe incomodar e se não for muita ousadia da minha parte, gostaria de perguntar algo um pouco mais complicado.

O senhor diz no hangout -como já disse no COF- que Rama deu aulas n’um Seminário Católico.

No entanto, em contato com um pessoal da SSPX, a resposta que tive é que as aulas dele, após um voto de confiança de Monsenhor Lefebvre, eram a respeito de História Eclesiástica, não de Teologia, precisamente porque Monsenhor Lefebvre sabia que ele era filho de um conhecido perenialista, e portanto não permitia que ele tratasse desses assuntos que exigiam uma autoridade católica.

Mais tarde Rama foi expulso porque se provou um mentiroso, como sabemos, e a SSPX hoje me parece um dos grandes nomes na luta em relação ao Esoterismo, se assim podemos dizer.

O senhor poderia nos explicar -talvez até no próprio curso- por que o senhor ainda considera tão relevante assim essa informação, dado que o efeito prático dela é nulo, uma vez que a Tradição Católica e o combate ao Esoterismo no Seminário em questão continuam intactos?

Olavo de Carvalho No tempo em que conheci o Dr. Rama (1986) ele ainda era professor do Seminário. Ninguém da SSPX tinha ainda dito uma só palavra contra ele. O que veio depois, não sei.

Mateus Matos Diniz Não sei se o senhor já viu. No entanto, de qualquer forma, fica para quem não viu. Tive a oportunidade de ler no site da Permanência um artigo de Dom Lourenço Fleichman, no qual, dentre outros assuntos, ele deixa claro:

“Os católicos fiéis à Tradição, longe de abrigar pensamentos esotéricos e islamizantes, os repudia vigorosamente.

Vide os trabalhos de Jean Vaquié ou os artigos de Antoine de Motreff publicados na excelente Sel de la Terre e reunidos no livro “René Guénon jugé par la tradition”. Vide ainda o trabalho em que o dominicano Fr. Pierre-Marie, O.P. desmonta as teses sede-vacantistas caras a Rama Coomaraswamy:

http://archives.sspx.org/…/validity_of_episcopal…

D. Williamson trabalhou pessoalmente na tradução desse trabalho para o inglês. Há ainda um livro contra J. Evola prefaciado por D. Tissier.”

Olavo de Carvalho Mateus Matos Diniz Esse documento é de 1990. Acabo de dizer que minhas informações são de 1986. E seria uma ingenuidade imaginar que qualquer interferência da tariqa nas questões internas da Igreja seria de teor “esotérico e islamizante”. Infiltração é o contrário de propaganda, salvo engano. Além disso, quem está interessado nas “teses doutrinais” do dr. Rama? Discuti-las é tão inócuo quanto achar que refutar o marxismo pode parar a ação da KGB. O mal que ele quis fazer está feito.

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Não sei quem são os organizadores, mas a campanha está certa.

Flávio Viana Professor, esse pessoal persegue a Joice Hasselmann
Olavo de Carvalho Flávio Viana Nisso eu não posso apoiá-los de maneira alguma.

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No Brasil não se pode aplaudir uma única ação boa sem que brotem mil vozes denunciando erros e pecados do seu autor — como se eu fosse Deus no Juízo Final, incumbido de julgar almas na sua totalidade, e não apenas um zé-mané humano limitado a avaliar ações e situações na frágil balança da minha compreensão.

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Neste país de juízes divinos, deve ser pecado reconhecer que Stalin industrializou a URSS e Hitler reergueu a economia alemã.

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E notável a capacidade que os brasileiros têm de enxergar no rosto de cada pecador o mal absoluto.
Pobre de mim, que nem acredito na existência do mal absoluto.

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Se os militantes e simpatizantes da “direita” parassem de julgar uns aos outros na escala da perfeição absoluta que idealizam, já seria um alívio para todos.

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Tudo o que critico num autor é em comparação com outros autores que trataram melhor do assunto. Já eu tenho o privilégio ímpar de ser julgado em comparação com os autores hipotéticos que meus críticos imaginam poder tornar-se num futuro indefinido.

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Aprender a opinar sobre atos e opiniões em vez de fazê-lo sobre pessoas é a puberdade intelectual. No Brasil, um ideal quase inatingível.

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Aprender a opinar sobre atos e opiniões em vez de fazê-lo sobre pessoas é a puberdade intelectual. No Brasil, um ideal quase inatingível.

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