18/1/2017

Às vezes deleto algum post não porque seu conteúdo seja ofensivo, ou errado, mas só porque, chamando a atenção para detalhes marginais, desvia o foco de uma discussão que considero importante.

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Todo mundo já esqueceu que o Bergoglio disse que o Trump não era cristão? A esquerda em peso quer que o mundo acredite que o Putin tem mais influência sobre a opinião pública americana do que o Papa tem sobre os católicos.

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Até cantores convidados para cantar na posse do Trump, como Andrea Bocelli e Jennifer Holliday, estão recebendo ameaças de morte. É a “luta contra o ódio”…

https://www.hagmannreport.com/investigative-reports-by-doug-hagmann/marxist-moonbats-the-inaugural-threat-assessment/

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Não há propriamente uma contradição lógica entre xingar os outros de fascistas e ao mesmo tempo agir em tudo como um fascista. A estimulação contraditória é parte integrante de todas as estratégias totalitárias. Um de seus resultados imediatos é destituir a vítima de meios adequados de expressão, obrigando-a a usar contra o agressor a mesma linguagem dele, que se impõe cada vez mais como norma para toda a sociedade. Isso já é metade da hegemonia.

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À medida que a vítima e o agressor se chamam mutuamente de fascistas, arraiga-se no fundo da mentalidade coletiva o símbolo do fascismo como o pior dos males, justificando que se use contra ele toda espécie de tática fascista.

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Foi por isso que sempre deixei aos amadores, como Arruinaldo Azevedo, Rodrigo Cocô e Marco Antonio Vil, o uso da palavra “fascista” como rótulo infamante contra o PT, preferindo qualificar esse partido, menos retoricamente e mais cientificamente, de comunista.

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Posso ter usado alguma vez, por distração, os nomes de correntes ideológicas como rótulos pejorativos em vez de termos descritivos, mas, se fiz isso, agi errado. O fato é que não me lembro de o haver feito nunca, ao passo que os palpiteiros de plantão fazem sempre, sistematicamente, obsessivamente, mesmo porque não têm a menor idéia do que seja um termo descritivo.

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Roger Stone sabe quem tentou assassiná-lo. Sabe que o fizeram porque ele estava em vias de depor contra a notícia fraudulenta do “envolvimento russo” nas eleições americanas. Sabe que o uso do polônio foi uma tentativa de jogar a culpa no governo russo, já acusado mais de uma vez de usar esse metal como veneno para matar inimigos políticos. Sabe que os russos jamais pensariam em assassiná-lo pelo crime de tentar defendê-los. E sabe que o polônio é um metal só acessível, praticamente, a governos… Tirem suas próprias conclusões.

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ERA SÓ O QUE FALTAVA. O mesmo sujeito que envia ameaças à Joice Hasselmann e à Bia Kicis está espalhando que enviou ao FBI uma denúncia contra mim como CHEFE DE UMA REDE DE PEDOFILIA. Mais informações a qualquer momento.

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O pessoal não está mesmo para brincadeiras:

http://www.infowars.com/exclusive-trump-operative-roger-stone-survives-assassination-attempt/

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