17/1/2017

John McCain e John Lewis são vigaristas septuagenários que até hoje vivem de cafetinar seus atos de bravura juvenil.

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Mortadela americana é mais cara:

http://www.infowars.com/report-grassroots-organization-offers-2-5k-to-protest-trump-inauguration/

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Antes de imaginar que a elite globalista “domina o mundo”, pense nisto: ela fez tantas cagadas que agora, além de levar uma rasteira na Inglaterra e outra nos EUA, está virando empregadinha da China. Querer dominar é uma coisa. Dominar é outra.

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“Dominar o mundo”, “poder secreto” e expressões similares são metonímias. Você pode pensar por metonímias, contanto que não acredite nelas.

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Pensamento metonímico é fetichismo.

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Excelente resumo da Era Obama:

 http://canadafreepress.com/article/an-execrable-coup-an-exhilarating-counter-coup?utm_source=CFP+Mailout&utm_campaign=9f3824f52d-CANADA+FREE+PRESS+Daily+Mailout&utm_medium=email&utm_term=0_d8f503f036-9f3824f52d-291109133&mc_cid=9f3824f52d&mc_eid=a9ed8ab6e4
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Uma vez na vida o Bloomberg diz a verdade — mas não sobre os EUA:
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Aprendam com esse bravo negão de Baltimore que espremeu o Al Sharpton na saída da igreja. É assim que se fala com os grandes picaretas:
“Exactly, that’s the problem, Al, I’m done with you. I don’t have no respect for you anymore.”
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Já expliquei, aparentemente em vão, que a “liberdade” não é, logicamente, um princípio universal de aplicação óbvia e improblemática como a igualdade perante a lei ou a proibição do falso testemunho, e sim apenas uma conveniência prática que deve ser administrada com prudência, já que, como toda conveniência prática, inclui em si sua própria limitação e, estendida sem critério, se perverte automaticamente numa rede de limitações chamadas ironicamente de “liberdade”. Essa advertência torna-se ainda mais importante no caso da “liberdade religiosa” — uma bolha de sabão verbal que estoura no ar à primeira tentativa de levá-la à prática. Estudei Hegel o suficiente para entender que ele tem razão ao dizer que todo preceito particular tomado como universal se converte automaticamente no seu oposto tão logo sai do papel para a realidade. Apenas, não vejo como explicar isso a nenhum político, militante ou eleitor apaixonado pelos “valores ideais” que imagina defender. O destino deles é sentar na própria pica pelos séculos dos séculos, sem conseguir jamais tirar a menor conclusão da experiência.
O mesmo aplica-se à “expansão dos direitos democráticos”, tão louvada por bocós como Marilena Chauí e até por homens supostamente inteligentes como Norberto Bobbio.
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A maior parte das pessoas, inclusive as ditas “cultas”, é absolutamente incapaz de distinguir entre uma definição nominal e a descrição de um objeto real. Noventa por cento da merda circulante no mundo provêm disso.
João Emiliano Martins Neto Professor Olavo de Carvalho, dizer que alguém é doido, é uma definição nominal ou é a descrição de um objeto real se “ser” doido parece ser um acidente da substância?
Olavo de Carvalho Doideira não faz parte da definição de nenhum ente real.
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Conselho para os meus alunos: Se Hegel é pesado demais para você, estude a Lógica do Benedetto Croce que é quase um Hegel para crianças.
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A coisa mais linda do “Estado laico” moderno é que ele quer a liberdade de religião sem poder definir o que é religião e o que não é.
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A liberdade de religião é como a liberdade de cagar: tudo depende de saber quem está em baixo.
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Liberdade de religião: O Islam manda matar quem abandona as suas fileiras. O Estado laico respeita isso?
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Liberdade de religião: Algumas religiões indígenas aceitam matar as crianças indesejadas. O Estado laico deve respeitar isso?
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As limitações da aplicação do conceito são tantas, que até os mais burrinhos têm a obrigação de entender que ele não é um princípio universal, e sim apenas um arranjo prático dependente de princípios que o transcendem.
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O sonho da casa própria
Olavo de Carvalho, Pedro de Carvalho, Tiffany Rene de Carvalho, Leilah Carvalho

https://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2017/01/17/familia-constroi-a-propria-casa-assistindo-tutoriais-no-youtube.htm

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No meu próximo curso, “O Esoterismo na História e na Vida Presente”, explicarei a origem do mito da liberdade religiosa e outros parecidos.

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Um princípio universal é uma afirmação absolutamente válida em todos os casos, cuja aplicação não leva jamais a contradições. Por exemplo, a proibição do falso testemunho. Mesmo o direito islâmico, que permite ao réu mentir em defesa própria, não permite que ele o faça contra um terceiro.

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Os americanos podem ter adquirido todos os defeitos do mundo, mas não perderam o senso de que só devem pedir ajuda, sobretudo profissional, quando esgotaram todos os meios de resolver o problema por conta própria.

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Este Estado esteve sob administração democrata por anos a fio. Resultado: aprovar um projeto de construção leva mais tempo do que a construção.

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Lembram-se do que contei sobre o Itamar Franco? Não adianta nada perceber as coisas com antecedência se você tem de explicá-las a sujeitos que não as percebem nem depois que acontecem:

http://www.infowars.com/trump-effect-british-pm-vows-border-control-pushes-clean-brexit/

P. S. – Não foi culpa do Itamar, mas dos seus assessores iluminados.

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Minha sugestão do congresso nacionalista foi feita, caraio, em 1997.

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Quando ouço falar em “planejamento estratégico”, saco logo do meu cinto de castidade anal.

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Bem observado pelo Alexandre R de Carvalho : Se a Espanha fosse um Estado laico moderno na época em que invadiu o México, os aztecas ainda estariam fazendo sacrifícios humanos sob a proteção da “diversidade”.

 A história do Mijogate pegou muito mal:
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LIção número 1 do COF: Quando você não está entendendo nada, diga: “Não estou entendendo nada.”
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A Arábia Saudita com sua ideologia wahabista, por exemplo, é qualificada de “retrógrada”, mas boa parte do dinheiro que move as forças “progressistas” no mundo vem dela. Descrever esse fenômeno em termos de “avanço” e “retrocesso” é como tentar dizer se uma equação do segundo grau tem gosto de chocolate ou de baunilha.
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Os termos mais correntes do vocabulário político são talvez “progresista” e “retrógrado”, “extremista” e “moderado”, mas não existe absolutamente NENHUM fenômeno político que possa ser descrito com esses instrumentos. A primeira dupla baseia-se numa mitologia do fatalismo histórico que nenhum fato jamais confirmou; a segunda, na ilusão pequeno-burguesa da ordem e da decência. Ambas expressam apenas o natural desejo humano de refugiar-se em abrigos verbais contra a invasão da mente pelos fatos.
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PROMOÇÃO RELÂMPAGO – AMAZON / VIDE EDITORIAL
https://www.amazon.com.br/gp/goldbox/
Livros de Olavo de Carvalho, Rodrigo Gurgel, Flavio Quintela, Alexandre Costa, Fausto Zamboni, Benjamim Wiker, Pascal Bernardin, Wolfgang Smith e muito mais !
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Essa turma tendo ataque apoplético, espumando pela boca como cachorro louco, ameaçando, intimidando, tramando agressões e assassinatos e ao mesmo tempo acusando os outros de “ódio”, age na base da pura estimulação paradoxal. A regra é a seguinte: Quando você é louco, faça-se de mais louco ainda para que a platéia, amedrontada, diga a si mesma que tanta loucura não é humanamente possível e que no fundo você talvez tenha lá suas razões. Aos poucos, todo mundo acaba ficando louco como você e achando isso a coisa mais normal do mundo.
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