Aprendizado voluntário

”A partir de um certo momento na vida só existe o aprendizado voluntário. Reparem que o aprendizado de uma criança não é voluntário, é espontâneo. Na medida em que a criança cresce, ela busca novos conhecimentos como alguém que busca apenas respirar; ela tem uma curiosidade sem fim. Contudo, num dado momento, isso não é mais possível. Você somente aprenderá aquilo que for de teu real interesse. Mas por que você deve querer aprender? Essa é a pergunta. Você somente irá querer aprender se você vislumbrar algum objetivo que transcenda infinitamente os teus interesses pela sobrevivência imediata. Você não sabe exatamente o que é esse objetivo, mas você o vislumbra. E isso é o que nós podemos chamar de imagem paradisíaca. Se não existe uma imagem apocalíptica, o fim do mundo!, e de uma outra vida que transcenda tudo aquilo que nós conhecemos, se não existem imagens do paraíso, da felicidade eterna, então não há razão para aprender.

Excetuando os aprendizados para fins pragmáticos e imediatos, o que move o aprendizado ideal é uma aspiração pelo Infinito que existe no ser humano. Em princípio, nós podemos dizer que a aspiração pelo Infinito é a própria natureza humana, ou seja, para sermos humanos precisamos ter essa aspiração, do contrário seremos apenas bichinhos. Mas essa possibilidade que define o ser humano raramente é realizada por todos. Dito de outro modo, a maior parte dos seres humanos permanece abaixo do que é a possibilidade humana essencial.

Então, se uma criança tem o seu conhecimento ampliado espontaneamente na medida em que ela cresce, você, já adulto, parou de crescer, e só aprenderá se fizer um esforço a mais, se quiser, de fato, aprender. E você só desejará aprender se você medir a sua vida na escala do Infinito ou da felicidade eterna. Sem a imagem paradisíaca o ser humano paralisa. E é isso, no fundo, que nós buscamos quando lemos qualquer livro. Por trás do simples ato de você ler mais uma página existe o Infinito buscado por você. Se não existir, não há motivo para ler. A não ser que seja uma leitura para fins imediatos que auxiliem em tua subsistência. Assim, para ler, não é necessária uma técnica, mas uma motivação. E a única motivação fundamental é a aspiração pelo Infinito. Essa motivação pode te levar a compreender as coisas mais difíceis. Se você entender que o aprendizado de certos assuntos que você quer aprender no momento, por difíceis que sejam, possui sob si o acesso à dimensão paradisíaca, ninguém vai segurar você. Você aprenderá o assunto de qualquer modo.

Mas é claro que a relação entre o objetivo último de todo aprendizado, mediante a leitura ou não, e as dificuldades imediatas, tem que aparecer de modo claro para você. E frequentemente ela não aparece. Assim, você se perguntará: ‘Em que isto me auxiliará a alcançar o objetivo último?’. De início, uma coisa parecerá nada ter a ver com a outra. E por isso surgirá o problema do que você deve ler e estudar. A resposta é esta: leia e estude somente aquilo que pareça aproximar você da beatitude eterna. Aquilo que não tem para você o atrativo da felicidade eterna não te dará forças para aprender, e, na verdade, não há razão alguma para aprender”.

(Como tornar-se um leitor inteligente)

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29/12/2016

Olavo de Carvalho Emílio José Plentz Mas — caralho — QUEM não sabia que o Obama iria fazer isso?

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KÍU DE BÉO.

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Certos judeus espertalhões, como Karl Marx, os Rothschilds, o George Soros, fazem os demais judeus de trouxas com uma facilidade impressionante. Mas aí a explicação não pode ser lingüística. Deve ser algum atavismo patriótico. Cada judeu acha que todo judeu de nascença é judeu como ele, e acredita no filho da puta como se ele fosse seu tio ou seu avô. Nunca ouviram falar da Sinagoga de Satanás, “aqueles que dizem que são judeus, mas não o são”.

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O antropólogo americano Benjamin Lee Whorf (1897-1941) dizia que a inteligência dos homens fica para sempre limitada pela gramática da língua em que foram educados desde a infância. Deve haver alguma verdade nisso. Vivo nos EUA há onze anos, lendo e conversando em inglês todos os dias, e algo nessa língua ainda me assusta como um território proibido. Há no fundo da gramática inglesa um núcleo bárbaro, rebelde a toda racionalidade, que permanece um mistério impenetrável para alguém que, como eu, foi educado em português e assimilou como primeiras línguas estrangeiras o latim, o francês, o espanhol, o italiano e, na adolescência, só aquele pouquinho de inglês internacional, fortemente latinizado, bom para ler livros de ciência e filosofia, não literatura. A gramática latina parece ter moldado a minha inteligência desde a sua raiz mais profunda, de modo que tudo aquilo que não tenha sido pensado em latim, ou com um pé no latim, me soa como mal pensado, obscuro, às vezes totalmente sem sentido (não consigo deixar de rir daquela conversa do Heidegger de que só se pode filosofar em alemão; uma língua que parece feita para conversar com duendes e elfos no fundo de uma floresta de contos de fadas). Um dos segredos da inteligência incomum dos americanos é que metade das palavras da sua língua vem do latim, mesclando-se à raiz bárbara, de modo que eles transitam do claro para o obscuro — e vice-versa — sem nem perceber. Deve estar nisso o segredo da riqueza inabarcável da poesia anglo-americana, quase toda ela intraduzível. Mas também aí deve residir a chave de certas dificuldades crônicas em que a inteligência dos americanos tropeça à menor provocação. Como foi possível este povo, tão capaz de organizar-se politicamente, deixar-se ludibriar pelos frankfurtianos ao ponto de fazer do “politicamente correto” uma segunda natureza? Como foi possível que se deixasse enganar duas vezes por um falsário chinfrim como Barack Hussein Obama, cujos truques eram transparentes para mim desde o primeiro momento em que ouvi falar dele? Pelo menos um pouquinho da explicação disso deve estar na direção apontada por Whorf.

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Quem conheceu o Lula e o Renan Caralheiros jamais se deixaria enganar por um Barack Hussein Obama qualquer.

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Não sei hebraico, mas, em árabe, qualquer merda que se diga soa tremendamente verdadeira.

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O Brasil adora paparicar os medíocres e jogar os gênios na lata de lixo. Nenhum jornal do país jamais mencionou o filósofo e cientista paranaense Arthur Barthelmess, falecido em 2015 aos 93 anos. Na internet, só o que encontrei, além do seu livro no Google Books, foi uma notinha de falecimento na página do seu amigo Orlando Pessutti ( http://www.pessuti.com.br/noticias/nota-de-pesar/:.
Aí vai um paragrafinho do livro “O Leviatã e a Coruja: Ciência, Mito e Razão”, que ninguém na porra das faculdades de filosofia jamais leu:

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Vamos falar o português claro: o nosso Mário Ferreira dos Santos é INFINITAMENTE superior a Heidegger. Mas quem sabe disso?

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A Roxane diz que é erro de gramática. O certo é “sexo ENTRE animais”.

http://olhonajihad.blogspot.com.br/2012/01/regras-islamicas-para-o-sexo-com.html?m=1

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Lendo “The Theology of Arithmetic”, de Robin Waterfield, o novo estrelo dos estudos tradicionais nos EUA. Nos anos 50 do século passado o Mário Ferreira já tinha ido muito além dele.

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A famosa afirmação de Kant, de que o conceito sem a intuição é vazio e a intuição sem o conceito é cega, é ela mesma, a um tempo, cega e vazia, uma vez que um conceito nada mais é que a expressão verbal depurada e estável do conteúdo inteligível apreendido na intuição. Se a intuição não é clara, muito menos pode sê-lo o conceito. Entre conceito e intuição não existe nenhuma oposição, nem antagônica, nem complementar. A oposição que existe é entre intuição e raciocínio.

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Evidente que não desejo isso, mas se o professor Olavo de Carvalho nos deixasse hoje, sua teoria da presença total e dos graus de latência da percepção humana já seria suficiente para colocá-lo no rol dos grandes filósofos da história da humanidade.

Acham que estou exagerando? Leiam e estudem o que estas duas teorias significam e vocês verão que o professor magistralmente transpôs uma realidade que até então era expressa por instrumentos teológicos em algo propriamente filosófico. Um feito semelhante a mentes como João de São Tomás, Cardeal Caetano dentre outros.

 

Olavo de Carvalho Rodolpho Loreto A reoria da presença total — com esse nome — é do Louis Lavelle. O que eu acrescentei foi a teoria do conhecimento por presença, decorrente do que chamo intuicionismo radical.

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Num país que tem setenta mil homicídios por ano, pinçar umas dúzias de exemplos de agressões a homossexuais para dar a impressão de uma epidemia de crimes homofóbicos é um elitismo desumano.

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Olavo de Carvalho Já me meti em briga para defender um travesti espancado, mas dei mais sorte do que o infeliz ambulante. Embora eu só tivesse do meu lado uma frágil garçonete, os agressores simplesmente desistiram e foram embora. O agredido estava tão assustado que saiu correndo sem nem dizer obrigado. Nem precisava, aliás. O que eu me pergunto é o seguinte: bater no travesti foi crime de homofobia, é claro, mas, se tivessem descido o porrete em mim e na garçonete, também seria? A mim me parece que não.

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Esse homem é tarado:

http://www.reuters.com/article/us-usa-russia-cyber-idUSKBN14I1TY

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O Obama é perfeitamente capaz de criar um estado de guerra com a Rússia (já está criando) só para impedir a posse do Trump.

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O Obama não hesitará em provocar mortes a granel para (a) defender o ISIS contra a Rússia; (b) impedir a posse do Trump. Esse homem é um MONSTRO.

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O que quer que se pense do Vladimir Putin sob outros aspectos, dá gosto ver um verdadeiro artista dar um baile no ridículo amador Barack Hussein Obama.

29/12/2016

É só sacanagem para tudo quanto é lado:

http://realclimatescience.com/2016/12/100-of-us-warming-is-due-to-noaa-data-tampering/

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Você é judeu americano? Votou no Obama? O cu é seu.

https://news.grabien.com/story-kerry-israel-can-either-be-jewish-or-democratic-it-cannot-be

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Cultura inútil.
Sebastian von Belling, comandante dos hussardos da Prússia, todas as noites se ajoelhava e implorava ao Senhor:
— Querido Pai Celeste, dai ao vosso servo Belling uma bela guerrinha, para que ele possa aprimorar suas qualidades e continuar louvando o Vosso Nome.
A prece levou algum tempo para ser atendida.
Belling foi quem educou e adestrou Gerhardt Leberecht von Blücher, o maior general alemão do século XIX, que viria a dar uma surra dos diabos no temível exército de Napoleão Bonaparte.