11/12/2016

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Pedro II do Brasil com Roselaine Montalvao e Juréa Cruz.

Após 2 dias da expulsão da família imperial , todos seus bens foram saqueados pelos militares e outros leiloados por preços irrisórios . Dona Teresa Cristina morreu em poucos meses ( o enterro foi pago por amigos, devido a difícil situação financeira do Imperador) , Pedro Augusto teve que ser trancado em uma cabine pois não parava de gritar e tremer . O único que o acalmava era seu avô Pedro II , que entrava na cabine sentava ao chão e o abraçava em prantos , dizendo que tudo ficaria bem . Quando a família imperial chegou a Lisboa uma multidão esperava no porto junto aos seus familiares , aonde foi oferecido um palácio e uma voluptuosa fortuna e renda mensal para Pedro . Porém eles não aceitaram qualquer tipo de ajuda financeira dos parentes portugueses, mesmo Pedro tendo o título de Arquiduque em Portugal , Filho do Rei Pedro , Irmão da Rainha Maria da Glória e Tio do reinante da época . Dona Isabel , Conde D’eu e seus 3 filhos foram para o palácio D’eu , de seu pai o Duque D’eu , na França . Aonde tiveram uma vida confortável diante a fortuna que a família D’eu possuía . Pedro II e Pedro Augusto partiram para o centro de Paris , aonde se hospedaram em um simples hotel de 3 estrelas , pago por um grande amigo de Pedro , que viajou logo em seguida para Europa quando soube do acontecido . Pedro Augusto preferiu ficar em um casa de uma amiga íntima de Freud , que tinha grande estima pelo rapaz , um lugar maior e mais sossegado para acalmar o sofrido jovem . A casa ficava 2 quarteirões do hotel aonde Pedro se hospedara , então as visitas de seu avô eram diárias , onde levava seu neto aos museus e bibliotecas da cidade luz .

Tudo parecia que estava em formação, uma nova realidade para todos , e a vida continuava . Pedro adorava dar aulas na principal biblioteca de Paris para universitários , de história , geografia , botânica , grego e inglês . Sua rotina se resumia em acordar bem cedo , preparar suas aulas , ir para biblioteca , visitar exposições , visitar amigos , tomar café pela tarde e ler até 5 livros em uma única madrugada . Pedro adorava traduzir de forma perfeita as maiores obras literárias para o português , e foi o Primeiro a traduzir a obra “Mil e uma Noites” do árabe original para o português do brasil . A relíquia encontra se na biblioteca nacional de Coimbra em Portugal .

Em 1890 , uma pneumonia instalou-se em seus pulmões , o limitando a ficar na cama de solteiro de seu quarto , escrevendo seus amados contos e poesias e lendo seus livros preferidos . Alguns meses após a doença e tratamento sem bons resultados , morrera naquela cama sozinho , com um saco de areia da praia de Copacabana em seu bolso . O velório foi digno de um imperador da França , devido a tal prestigio que Pedro gozava entre os intelectuais e nobres da Europa . Um cortejo de mais de 500 mil pessoas tomaram a rua de Paris , e todas as honras monárquicas foram feitas pelo governo Francês . Um fato histórico , pois nunca Paris tinha se mobilizado tanto , nem mesmo por falecimento de governantes locais . Reis , Rainhas , nobres , burgueses de todo o mundo estavam presentes no velório e no cortejo , como a Rainha Vitória da Inglaterra , o presidente dos Estados Unidos e centenas de amigos intelectuais como o próprio Freud e o filósofo Friedrich Nietzsche .

O Governo Militar Ditatorial brasileiro , revoltou se pelo tamanho da comoção mundial envolta do falecimento de Pedro II . Rompendo acordos diplomáticos com a França , Inglaterra e Alemanha . Nenhum representante do novo governo brasileiro foi mandado para o enterro do expulso imperador . A mídia fechada pelos militares no Brasil , não puderam ao menos noticiar o falecimento do monarca . A grande maioria do povo brasileiro só souberam do acontecido 3 meses depois .
Fonte: Diário Barão e Baronesa de Loreto, Museu Imperial de Petrópolis, Biblioteca Nacional RJ.

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Quem quer que diga que comunismo e capitalismo são “meras ideologias” e se faça de superior a “essas querelas” é um ignorante presunçoso, um “poseur”e um farsante em toda a linha. Não merece confiança,

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Passei doze anos da minha vida transmitindo aos militares brasileiros, que pouco sabiam a respeito, tudo o que eu havia estudado sobre a estratégia gramsciana e sua aplicação no Brasil pelo PT e outros partidos de esquerda, bem como sugerindo vias de ação para bloquear a ascensão do poder comunista. Falei em tudo quanto era instituição militar ao meu alcance. Jamais cobrei um tostão pelas centenas de conferências que fiz para militares. Pagava as despesas de viagem do meu próprio bolso e recebia no máximo um pernoite em algum hotel de trânsito. Até hoje não vi um só “intervencionista” fazer semelhante esforço de esclarecimento. Não entendo aonde pretendem chegar gritando “Intervenção militar!” para platéias de civis.

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A grande mídia ecoando em coro a gritaria da Hillary Clinton contra as “notícias falsas” significa literalmente: vem aí uma enxurrada de notícias falsas pela grande mídia. Já começou no mesmo dia: o Washington Post repetindo a acusação, feita pela Hillary durante a campanha, de que era o serviço secreto russo quem havia espalhado notícias sobre os crimes dela.

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A Igreja do sr. Bergoglio, que só é a Igreja Católica no sentido em que a Teologia da Libertação também o é, repete a balela de que o “aquecimento global por causas humanas” é consenso científico incontestado, e de que duvidar dele é “politizá-lo”– como se ele próprio não fosse, desde a origem, o mais vasto esquema de expansão do poder globalista que já se viu no mundo, promovido por tipos tão apolíticos como George Soros e Al Gore.

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Tendo em vista a “operação púrpura” financiada pelo George Soros para desencadear uma crise nacional nos EUA, isto pode ser adotado como CRITÉRIO INTEGRALMENTE SEGURO: Doravante, o que quer que a grande mídia denuncie como “notícia falsa” É VERDADEIRO, com exceção das balelas que ela mesma tenha colocado em circulação (geralmente na boca dos outros) com a finalidade de desmenti-las em seguida.

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Alguém tem de avisar aos generais Villas-Boas e Echegoyen que, num conflito entre fações políticas, ideologias ou mesmo escolas filosóficas, só supera os dois lados quem consiga se colocar num ponto de vista superior e abrangente, capaz de explicar as causas da existência e a razão de ser de ambos.O mero isentismo, em si e sem isso, é só prova de incapacidade posuda.

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Dieta criada por Deus? Na Bíblia não aparece NINGUÉM oferecendo uma abobrinha ou folha de alface a quem quer que seja. Só carne de vaca ou de carneiro, peixes,pão, leite, azeite e vinho. Será que isso não significa NADA? E quem foi para o inferno foi o homem dos vegetais, não o seu irmão pastor que ele matou.

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Os seres humanos mais longevos do planeta, habitantes de uma certa área da Sibéria cujo nome não lembro, uma região onde o câncer é desconhecido, se alimentam exclusivamente de carne e derivados de leite. Vegetais ali são raríssimos.

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Fui editor de revistas médicas durante anos. O que já vi de sacanagem em pesquisa médica é suficiente para me fazer duvidar de tudo. Até a “Lancet” já se vendeu.

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Acabo de confirmar isso pela enésima vez. Com uma infecção de sinus e garganta, recebi de uma mediquinha jovem um antibiótico errado, que tomei por dez dias, piorando sempre. Fui a um médico velhinho e ele resolveu o meu problema.

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O melhor médico que conheci, o dr. Carlos Armando de Moura Ribeiro, ficou viúvo, casou de novo aos oitenta anos com uma mulher de cinquenta e trabalhou quase até os cem.

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Quando trabalhava no SAMDU, uma espécie de INPS da época, ele diariamente comprava, a caminho do serviço, doze garrafas de leite que receitava aos pacientes. O mal deles era fome.

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Ele era radicalmente contra as vacinas. Dizia: “Não vacine os seus filhos. Se houver algum problema, traga-os aqui.” O Percival pegou meningite numa epidemia que estava superlotando os hospitais e ele o curou em 24 horas

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Não confio em médicos com menos de 80 anos.

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Albert Bitran olha o exagero kkkkk
Olavo de Carvalho Como dizia Max Weber, exagerar é a minha profissão.

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Nunca ouvi uma opinião médica que outro médico não tivesse uma diferente.

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Há exceções, mas a ausência de de expressão pessoal no rosto ou na linguagem é a MARCA INCONFUNDÍVEL dos farsantes. No Brasil virou prova de respeitabilidade.

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Excelente artigo do Alexandre Borges. Só acrescento o seguinte: Estou com o saco cheio de ser parasitado, seja por neo-direitistas que de repente descobriram no antipetismo uma carreira promissora, seja, principalmente, por gente da esquerda que copia pedacinhos das minhas idéias (o máximo que a sua inteligência alcança), deforma-os conforme os seus interesses mais porcos e depois empina o narizinho fingindo desprezo para ocultar a fonte. Isso acontece há um quarto de século.

Alexandre Borges

O diretor de Tropa de Elite, Robocop e Narcos publicou um texto politicamente confuso hoje sobre a degradação do país e pregando a “desobediência civil”.

Como política não é exatamente a praia dele, é preciso fazer alguns esclarecimentos, especialmente porque está sendo bastante compartilhado por aí.

1) Padilha começa o texto dizendo que o Brasil teve uma “ditadura de direita”, uma referência que só serve como pagamento de pedágio ideológico para seus amigos de esquerda, já que ajuda pouco a entender o período de 1964 a 1985. Não há dúvidas que o país estava entregue ao caos em 1964 e, naquele momento histórico e naquelas circunstâncias, é perfeitamente possível se fazer a defesa da intervenção das Forças Armadas para reestabelecer a ordem. Já a manutenção dos militares no poder por 21 anos, não há como qualquer bípede justificar. Havia eleições presidenciais no país a cada cinco anos desde 1945 e se tivesse havido uma eleição direta e democrática em 1965, nem estaríamos falando disso agora. A duração do regime por duas décadas foi, evidentemente, um erro histórico imperdoável.

O mais importante é que o regime, de matriz positivista, nacionalista e tecnocrática, multiplicou por dez o número de estatais do país, gastou bilhões em obras de infraestrutura questionáveis e fez todo tipo de intervenção heterodoxa na economia. Não bastasse isso, a cultura, o ensino, o jornalismo e as artes foram entregues à esquerda, dentro de um raciocínio beócio e estúpido de que “não somos de esquerda nem de direita, somos técnicos acima das ideologias”, uma estultice ainda presente nas cabeças até de alguns que se dizem liberais mas, mesmo sem saber, bebem nas mesmas fontes fétidas de Augusto Comte.

Nas palavras de Olavo de Carvalho, “o progresso econômico dos anos 70-80 espalhou universidades por toda parte e multiplicou ilimitadamente o “proletariado intelectual”, como o chamava Otto Maria Carpeaux, a massa de estudantes semi-instruídos aos quais, ao mesmo tempo, o governo sonegava toda formação política conservadora, deixando-os à mercê dos professores esquerdistas que já naquela época monopolizavam as cátedras universitárias. A crença no poder mágico do crescimento econômico e a completa ignorância do fator cultural (que àquela altura os próprios comunistas já haviam compreendido ser o mais decisivo) selaram o destino do regime.” Nada a acrescentar.

O Brasil não teve um regime “de direita” no sentido liberal clássico, anti-estatista, anti-intervencionista, muito pelo contrário. Não houve nada que se pareça com o que foi o governo de Ronald Reagan ou de Margareth Thatcher, por exemplo, na mesma década que aqui é conhecida como “perdida”. “Ditadura de direita”, caro Padilha, é a mãe.

2) Ao perceber o tamanho do problema do país hoje, Padilha poderia optar por defender o desmonte do Leviatã estatal, mas ele opta pelo niilismo adolescente da “desobediência civil” e cita o misantropo Henry David Thoreau como referência. Ele poderia fazer um mea culpa, entender que as idéias estatizantes e esquerdistas que embalaram sua vida intelectual servem para perpetuar o problema que ele denuncia, mas em vez de um sincero arrependimento seguido de um amadurecimento ideológico em busca de uma sociedade mais moral e livre, em que as instituições são mero reflexo, ele prefere a reação birrenta de dizer que cansou de brincar de democracia e que se as idéias de esquerda não servem então nenhuma serve e vamos todos tocar fogo no mundo para ver o que dá.

Sou contra toda e qualquer “desobediência civil”? É óbvio que não, mas de que adianta fomentar este tipo de confrontação numa população que sequer possui um projeto de nação, um norte político e moral, um rumo para onde seguir, uma idéia do que colocar no lugar do que temos hoje? Não tenho qualquer fetiche pela mudança per si, é sempre possível mudar para pior. E é por isso que escrevi há poucos dias que há um vazio de poder e liderança no país, uma situação que não durará muito tempo, e que será resolvida para o bem ou para o mal. Quem, neste ponto, pode garantir que a mudança de regime hoje será para melhor?

3) Sobre o período lulo-petista, que ele cuidadosamente só se refere como “história recente do Brasil” mas sem dar nomes, Padilha aponta o dedo para o capitalismo “de compadrio”, de “laços” ou de “quadrilha”, a relação promíscua entre governo e empresários que participam de uma seleta casta de privilegiados que recebem benesses bilionárias do estado em troca de propinas. Não passa pela cabeça de Padilha que é exatamente o sistema intervencionista atual do país, o mesmo que faz com que praticamente toda a economia passe direta ou indiretamente pela ingerência do governo, que cria todo tipo de incentivo para que empresários quadrilheiros comprem vantagens no mercado paralelo da corrupção? Se o estado não tiver vantagens para vender, não há o mercado, é tão difícil de entender isso? Se o país não tiver banco público dando empréstimos subsidiados e muitíssimo abaixo do preço de mercado, não há o mercado de subornos para se conseguir estes empréstimos. Tão simples quanto isso.

Em vez de bater pezinho e dizer “ai ai ai, não vou pagar mais IPVA” (morando na Califórnia fica um pouco mais fácil, diga-se), que tal usar seu poder de influência, seu espaço na imprensa, sua força na indústria cultural, para atacar a verdadeira raiz do problema? Padilha me parece um brasileiro bem intencionado e sua indignação é legítima, mas não adianta dar o diagnóstico (que é o mesmo que todos nós temos) sem ter a menor idéia do tratamento necessário para curar a doença.

Temos um país hoje com escolas e universidades “ocupadas”, uma forma de “desobediência civil” que nasce do mesmo niilismo de esquerdista arrependido que inspira artigos como este. Alguém em sã consciência pode argumentar que estas “ocupações” fazem algo remotamente positivo para a educação brasileira? Por acaso alguém imagina que dos escombros de uma escola depredada ou invadida nascerá o Nobel que o Brasil nunca conquistou? Ah, faça-me o favor!

Não há praticamente nada no sistema político e econômico do Brasil que valha a pena “conservar”, o que torna o termo “conservador” hoje no Brasil praticamente uma contradição, já que é entre os “conservadores” hoje que se vê mais sede por mudança real, especialmente na implosão do monstro estatal que vampiriza o país há décadas. Meu “conservadorismo”, que vem de Burke, Tocqueville, Kirk, entre outros, não se parece em nada com a república sindicalista e intervencionista que Vargas criou e o lulo-petismo levou até o limite, deixando como legado a maior crise da história.

O Brasil precisa voltar a discutir abertamente seu passado e seu futuro, precisa tirar aos pontapés os ideólogos de sempre que comandam a indústria cultural e abrir novamente sua mente e sua alma para as idéias que comprovadamente deram certo no mundo.

O salto da crença irracional para o niilismo é apenas uma prova de que ainda é preciso muita leitura, reflexão e crescimento moral, intelectual e espiritual. Ou vamos “saltar da barbárie à decadência sem passar pela civilização”?

O otimismo utópico não pode ser substituído pelo pessimismo irresponsável, pelo ceticismo cego e paralisante, pelo quanto pior, melhor. É deste tipo de sentimento que se alimentam os recrutadores de black blocs, tudo que o Brasil não precisa agora ou na eleição de 2018.

– Desobediência civil – Jornal O Globo http://glo.bo/2hAnpFn

– Positivismo inconsciente (Olavo de Carvalho) http://bit.ly/2hcRAFV

– Se você quiser continuar a receber textos como esse, por favor contribua o quanto puder para esta página aqui https://www.patreon.com/alexborges

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