2/12/2016

Anoto para não esquecer nunca. Por que meditar a Paixão de Cristo? Porque o padre mandou? Para se fazer de santinho? Para fazer um bonito sermão? Para sofrer sem motivo? Nada disso. Meditá-la porque ela é o centro, o eixo em torno do qual tudo gira, o único acontecimento, desde a Criação do Mundo, que se passou sem jamais passar; que está sucedendo eternamente a todo instante quer você pense nele ou não.

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Para o Geraldo Ribeiro : A última crônica do João Pereira Coutinho é boa, como em geral as anteriores, mas o final dá a entender que fenômenos como o Brexit e a vitória do Trump são apenas males tornados necessários pela estupidez e covardia mental da esquerda. Na verdade, só são males desde o ponto de vista, justamente, dos estúpidos e covardes. Para todos os outros, eles são uma promessa de melhores dias. A força da hegemonia mental esquerdista é tão onipresente e avassaladora, que se torna difícil, mesmo para notórios anti-esquerdistas, enfocar esses acontecimentos sem ser pela ótica (ou cacoete) da semelhança com o fascismo. Quem quer que tenha REALMENTE estudado o fascismo sabe que essa semelhança só existe naquelas cabeças fumegantes de ódio que não se conformam de que alguém não se curve em adoração ante a santidade dos seus crimes.

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O Obama passou e vai retornar ao nada sem que ninguém tenha decifrado o mistério da sua identidade. O sujeito é tão insignificante que mesmo ele tendo virado o mundo de pernas para o ar as pessoas continuam tendo preguiça — ou vergonha — de investigar quem ele é.

https://www.fatimamovement.com/i-imposter-sister-lucia.php

Eu estou persuadido de que são mesmo duas.

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A passagem do Obama pela presidência foi um vexame tão colossal que todo mundo — suas vítimas tanto quanto seus autores — só quer uma coisa: esquecê-la o mais rápido possível.

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O Obama é como um daqueles momentos de loucura em que o sujeito, sem outro motivo além do tédio, enche a cara e acorda de manhã num motel fedorento, ao lado de uma puta escrotíssima e medonha.

Fernando Zéca Corinthiano Falando sobre o presidente queniano dos EUA,
e essa história sobre a MICHELE, que na verdade pode ser um MICHEL???
Olavo de Carvalho Intrigas da oposição. Ela é apenas uma mulher com pinto.

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A pergunta que não quer calar:
— Se eu não era eu aos três meses de gestação, quem era eu então, caralho?

Lya Ferreira “Antes que no seio fosse formado, eu já te conhecia; antes do teu nascimento, eu já te havia consagrado.” :*
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Cortesia do Jorge Feffer:
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É MENTIRA que a Michele é homem. Ela é apenas uma mulher com pinto.
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Jamais seremos suficientemente gratos ao Mel Gibson por ter filmado a Paixão de Cristo. O ódio que a turma de Hollywood sentia por ele já passou. Como tudo o que vem da esquerda, era só frescura e pose.
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Na Folha hoje

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O verbete da Wikipédia a meu respeito não menciona NENHUMA das minhas idéias filosóficas, apenas opiniões episódicas emitidas em artigos de jornal ou programas de rádio, colocando-as, absurdamente, no próprio centro definidor do meu pensamento. Erra na cronologia, ao dizer que depois de estudar com o Pe. Ladusans participei de um curso de astrologia na PUC (foi bem antes). Falsifica completamente ao dizer que “atuo na área da astrologia” profissão que larguei há exatos TRINTA E SETE ANOS, decerto bem antes do nascimento do autor dessa porcaria. Omite todos os elogios feitos à minha obra por escritores e filósofos de fama mundial, e sai ciscando críticas até em figuras insignificantes como o Rodrigo Cocô e um engenheirinho de Boston que ninguém sabe quem é. E assim por diante. Não adianta consertar. A merda volta de novo e de novo e de novo.

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Depois desta, quem não entender que o Obama é apenas um amador mal dotado será candidato a Prêmio Punheteu de 2016:

Mr. Obama came in saying fossil fuels were running out and prices were destined to rise, and instead got the fracking revolution, whose related employment boost was arguably a factor in his re-election victories in Pennsylvania and Ohio. Yet he couldn’t stop looking this gift horse in the mouth.
Unshrewdly, in the name of satisfying his climate-change constituents, he needlessly launched a regulatory war against coal as cheap natural gas was already doing the job for him. Result: Democrats became the enemy in coal country.
He pandered to his green friends on the Keystone XL pipeline. Result: Mr. Trump is inheriting a rebound in natural gas fracking and an associated infrastructure boom that is just now heating up again in time for an incoming administration to get credit.
Natural gas fracking (far more than Trumpian trade policy or browbeating of companies like Carrier) is the force reawakening manufacturing opportunity in the Rust Belt, timed perfectly for Mr. Trump’s arrival.
Holding back development was not the depressed gas price—that’s what attracts manufacturers—but the lack of infrastructure, specifically pipelines, to get the gas to prospective plant sites. Blame Mr. Obama and his Keystone theatrics.
A Brazilian company, Braskem, just opted to build a $500 million plastics plant in Texas, not Philadelphia—home to 85% Obama voters—for one reason only: lack of pipeline infrastructure.

http://www.wsj.com/articles/trumps-charm-of-not-being-obama-1480723697

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Não sei se vocês já notaram, mas permito que muita gente use esta página para promover seus livros, seus cursos e até sua pessoa, e em contrapartida não uso JAMAIS as páginas alheias como espaço de propaganda.
Desde que praticamente sozinho abri um espaço público para que uma “direita” adquirisse o direito de falar, muitos trataram de ocupar esse espaço — uns, com mensagens úteis, outros apenas com a ânsia de fazer do antipetismo uma profissão o mais rapidamente que pudessem.
Não está ainda na hora de separar o trigo do joio, os carneiros dos bodes. Mas um dia vai ser necessário fazer isso.

Thomas Dresch Por favor, se minhas mensagens são inoportunas, é só falar que eu paro de marcá-lo.
Mayr Sampaio Fortuna Eu apenas espero não ser confundido com JOIO… 🙂

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Se tenho um certo orgulho de haver higienizado um pouco o ambiente intelectual brasileiro, nunca dei grande valor aos meus escritos antipetistas e anti-Foro-de-São Paulo. Eram apenas o cumprimento de uma obrigação jornalística elementar que os coleguinhas em geral se recusavam obstinadamente a cumprir. Também é certo que ocasionalmente esses escritos serviram para ilustrar conceitos e métodos que expus nos meus cursos de filosofia política, mas sua importância não vai além disso.
Se essa parte do meu trabalho ajudou acidentalmente alguns oportunistas a subirem na vida, estimulando-os a brilhar como criadores retroativos das minhas opiniões, não me parece que estivesse ao meu alcance controlar todos os efeitos colaterais das minhas ações. E, se a mídia esquerdista não consegue me distinguir dessas criaturas, é porque está no nível delas e não no meu. Na verdade, para usar uma expressão clássica do Eric Voegelin, a quase totalidade do que se escreve sobre política neste país, na gama inteira do espectro ideológico, está abaixo da possibilidade de uma discussão racional e só pode ser objeto de estudo sociopsicológico, no mais das vezes sociopatológico.

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A esta altura, não tenho nada contra uma “intervenção militar”, mas a ânsia de tirar os criminosos do poder não me endoida ao ponto de me fazer esquecer que os vinte anos durante os quais os militares governaram o Brasil foram precisamente aqueles em que a “revolução cultural” gramsciana tomou corpo sem que eles sequer notassem e acabou por dominar hegemonicamente o espaço mental brasileiro.
Também não tenho pressa de me livrar dos comunolarápios ao ponto de esquecer que uma revolução cultural não depende de quem está no governo e sim da livre iniciativa dos intelectuais. Um governo de direita, como o demonstrou abundantemente o caso dos militares, é perfeitamente compatível com uma revolução cultural de esquerda.
É curioso como os mais fervorosos adeptos da livre iniciativa em economia não enxerguem a importância dela na esfera sociocultural e, como estatistas que se ignoram, continuem acreditando que a prioridade máxima é mudar de governo.

Cristina Froes Não diria que deveria ser a prioridade máxima. Creio que as duas coisas – ações contra-revolucionárias e retirada dos dirigentes de todas as instituições – deveriam ser prioridades. De que adianta barrarmos a revolução cultural se estes dirigentes podem nos barrar a qualquer momento? Cuba é um exemplo: livros foram queimados, qualquer reunião foi abolida, muita gente presa, etc. É disso que tenho receio. Estes dirigentes podem mudar a CF quando e como quiserem. Já estão fazendo isso aqui. E as Forças Armadas, não estão nem aí!
Sei lá, viu? Que situação…
Por mim, o povo deveria ocupar TODOS os órgãos públicos, mídia, etc e acabar com a festa destes criminosos! [Impaciente com tudo, eu sei…]
Olavo de Carvalho  (1) POR QUE o povo brasileiro não consegue se organizar para derrubar o sietema comunolarápio? Porque o hábito e as técnicas da resistência popular não fazem parte da sua CULTURA. A cultura vem SEMPRE antes. Em média, TRINTA ANOS antes. (2) Cuba jamais decaiu culturalmente, Apenas, como aconteceu na URSS e na Alemanha nazista, sua cultura se transferiu para o exílio. E essa cultura foi suficiente para organizar a comunidade cubana de Miami para a invasão da ilha, a qual só falhou porque na

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