21/11/2016

O homem nem tomou posse ainda, e o mundo já começou a melhorar:

http://www.mirror.co.uk/news/world-news/russia-ask-donald-trump-help-9294467

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Até para cagar esse pessoal é chique:

http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/os-20-ternos-italianos-e-privada-polonesa-da-casa-de-cabral.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_content=blogs-lauro-jardim&utm_campaign=newsdiaria

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Já que vêm por aí os carros inteligentes, é previsível que vão inventar também a privada inteligente: tão inteligente que, quando você vai cagar nela, ela pensa mais rápido e caga em você.

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“The Sociological Imagination”, de C. Wright Mills (1959), é um dos melhores livros de ciência social que já li. Mas também é a prova de que um gênio da teoria pode ser um completo idiota quando sai do reino das abstrações e entra na análise de alguma situação concreta. Um ano depois de escrevê-lo, o autor publicou “Listen, Yankee: The Revolution in Cuba”, no qual, tomando a palavra em nome dos revolucionários cubanos, tentava demolir alguns “mitos americanos” sobre o que estava acontecendo na ilha. Primeiro mito: “Nós, cubanos, sabemos que vocês acreditam que somos liderados por um bando de comunistas e que logo os russos vão montar aqui uma base de foguetes dirigidos contra vocês.” Era exatamente isso o que eles eram e foi exatamente isso o que os russos fizeram,.

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O que venho dizendo pelo menos desde março de 2015 é: O povo deve ir à frente; as Forças Armadas, se quiserem, que o sigam.
A “invasão” que fizeram outro dia foi uma miniatura caricatural daquilo que eu sugeri na ocasião.

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Um tal de Ricardo Dex, que se supõe líder intervencionista, disse, entre outros disparates, que EU coloquei na mídia a Joice Hasselmann, a Bia Kicis e não sei mais quantos. É um mentiroso, além de ignorante e incapaz. Não se pergunta sequer como poderia eu colocar alguém na mídia sem eu mesmo estar nela. Pior: Pega um vídeo qualquer do tal de Conde e atribui a mim as opiniões dele, sei lá por que. Deixei na página do distinto a seguinte mensagem. Logo abaixo dela, o post em que ele revela toda a acuidade da sua inteligência.

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“Medo da intervenção militar”? Faz-me rir. No país inteiro, só quem tem medo da intervenção militar são os militares. E não totalmente sem razão.

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O Conde, porta-voz do Olavo? Vá à merda, Dex. O Conde dá like em tudo o que se diz contra mim e ainda fala mal dos meus alunos. E uma vez me convidou para uma bosta de hangout onde só ele falava.

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Dizer que EU coloquei a Joice Hasselmann na mídia é o exato oposto da verdade. Ela estava na grande mídia até o dia em que, dando a mim o espaço para me defender do bostinha do Marco Antonio Vil, perdeu o emprego. O certo seria dizer que, involuntariamente, eu a coloquei FORA da mídia.

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Dex é abreviatura de Zé Manex.

O filho da puta nem mesmo confessa que o primeiro a sugerir uma intervenção popular FUI EU. Ele rouba a idéia e cospe na reputação do inventor.

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Último dia da 2ª #BookWeekendhttps://t.co/LUGsu6Vkns#LivrariaDoSeminário https://t.co/j83qDoWSOQ

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Um dos segredos do sucesso do general De Gaulle (do qual, por outros motivos, não sou propriamente um admirador) foi a freqüência com que, no governo, apelou ao referendo popular, obedecendo as decisões da maioria.
O Brasil não precisa de um grupo de iluminados para dirigi-lo, seja fardados ou à paisana.
Precisa de um período de DEMOCRACIA PLEBISCITÁRIA até estabilizar novas instituições que reflitam a vontade do povo e lhe forneçam meios mais rápidos e eficazes de livrar-se de políticos corruptos e incapazes.

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CAIO BLINDER E OS GUIAS CEGOS

Alguém sugeriu ao folclórico Caio Blinder ouvir minha explicação sobre como acertei o resultado da eleição americana (https://goo.gl/M1scF6) e, em resposta, ouviu que eu havia acertado por sorte, na base do mero chute. Não surpreende que um sujeitinho desses julgue ser impossível fazer análises e previsões acertadas. Afinal, para essa gente a Ciência Política e a Estatística não servem para entender o mundo, mas para transformá-lo; são meras ferramentas nas mãos de engenheiros sociais.

A postura do comentarista da Globo News, no entanto, está longe de ser uma exceção e ilustra com perfeição o que há de errado com a velha mídia: é ignorante, obtusa, fechada para a realidade, ensimesmada, desonesta e profundamente arrogante. Isso tudo é evidenciado por um detalhe particularmente curioso dessa troca de mensagens: o saco de pancadas preferido do Paulo Francis deu essa resposta atravessada ao seu leitor apenas nove minutos após receber a sugestão, evidenciando que nem sequer teve o cuidado de ler o que eu escrevi ou de ouvir o que eu disse — postura típica de um charlatão obtuso e orgulhoso da própria ignorância.

Se o Caio Blinder e seus colegas de profissão lessem o Professor Olavo de Carvalho e seus alunos em vez de repetir bovinamente o que dizem os cheerleaders democratas que escrevem para o New York Times e opinam na CNN, não ficariam surpresos com acontecimentos internacionais como o Brexit e a vitória do Trump; e, quem sabe, até aprenderiam uma coisinha ou outra sobre a realidade no processo. Porém, como é improvável que isso aconteça, continuarão indo para o caminho errado e ouvindo os conselhos doentes de conselheiros ainda mais infectados; continuarão sendo cegos guiados por outros cegos — e, como sabemos há pelo menos dois mil anos, quando um cego conduz outro cego, ambos acabam por cair em um buraco.

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Filipe G. Martins Professor Olavo de Carvalho;

Quem acompanha o seu trabalho jamais ficará surpreso com previsões acertadas. Comecei a acompanhar os seus artigos e a sua atividade nas redes sociais em 2005; pouco depois comecei a ler seus livros, fazer seus cursos e estudar a sua obra; e, de lá pra cá, vi o senhor acertar um prognóstico atrás do outro — mesmo os mais improváveis — e, hoje, até já perdi as contas de quantas vezes o senhor acertou enquanto todos os “especialistas” erravam.

Ainda estou estudando sua Filosofia Política e tenho muito a aprender com o senhor (se Deus quiser, aprenderei até o fim da minha vida), mas meus prognósticos sobre a eleição americana provam para além de qualquer dúvida que qualquer um que utilizar sua técnica filosófica é capaz de compreender a realidade e antecipar acontecimentos de ordem política, econômica e cultural — mesmo um estudante relapso como eu.

Obrigado pelos seus cursos, livros e artigos. Sem o senhor estaríamos à mercê dos Blinders da vida e mais perdidos do que cegos em tiroteio.

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Na doutrina do sr. Bergoglio, matar um bebê uns minutos antes do nascimento é um pecado quase tão grave quanto tocar uma punhetinha.

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O Filipe G. Martins tem razão: O Caio Blinder fala por experiência própria ao imaginar que prever acertadamente o curso das coisas políticas é o mesmo que ganhar na loteria. Ele vem tentando há quarenta anos.

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Nomen est omen (“O nome é profecia”): Leia o Caio Blinder todos os dias e você ficará cego ao ponto de tropeçar nos próprios sapatos e cair da escada.

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Eu com outros pecadores na fila da confissão na Igreja St. Joseph. Nenhum de nós matou um bebê. (Foto Josias Teófilo – www.flickr.com/josias).

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O livro é “Le Bon et le Mauvais” de Claude Tresmontant.

Vinicius Ran Fico imaginando qual pecado o Olavão foi confessar
Olavo de Carvalho Punheta mental.
Eduardo Souza Sempre lendo rsrw
Me falaram que o senhor dirige 2 horas para se confessar com um bom padre. Procede, professor Olavo de Carvalho ?
Olavo de Carvalho Só de vez em quando. Se o pecado é mais sério só confesso com o Pe. James da Igreja St. Bede, que sabe tudo da minha porca vida.
Josias Teófilo Quem dirige é Roxane!

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O Zuckerberger deveria assistir a este vídeo todos os dias, ao acordar e antes de dormir:

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Quando eu soube que o Claude Tresmontant começou a carreira como discípulo do Teilhard de Chardin, a quem nunca levei muito a sério, perdi o interesse de ler os seus livros. Que cagada! São valiosíssimos.

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Do ponto de vista da facilidade de acesso à reconciliação, a decisão do papa sobre a confissão de aborto é certíssima. Mas é impossível não perceber que seu impacto direto sobre a opinião pública é nivelar o aborto aos demais pecados, tornando a sua absolvição coisa de rotina.

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Perguntinha horrível: QUANTOS abortos podem ser perdoados por confissão simples? Sete vezes setenta?

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Facilitar a absolvição do aborto é facilitar o aborto. É impossível alguém em seu juízo perfeito não perceber isso.

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“Amar a Deus ACIMA de todas as coisas” significa que o senso das proporções no julgamento dos bens e dos males é OBRIGATÓRIO. Nivelar é entropia, é o serviço do demônio.

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Essa história de que “Pecado é pecado, não existe pecadinho e pecadão” infringe diretamente o Primeiro Mandamento, o senso das proporções e as leis da lógica.

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