18/11/2016

Obrigadíssimo ao Prof. Liiceanu, ao Elpídio e a todos os que ajudaram neste projeto.

“Por que a editora Humanitas publica Alexandre Dugin? Horia-Roman Patapievici: Porque temos de conhecer bem nossos adversários, e Dugin é o autor de uma teoria bem articulada, que recupera as ideologias totalitárias do século XX, mas também a idéia do messianismo russo, para propor uma teoria do eurasianismo. O Liberalismo ocidental é, para ele, o mal absoluto. O ódio – deslegitimado pela prática política liberal – contra a modernidade e a pós-modernidade tem de levar, afinal, à aniquilação do Ocidente e do seu sistema de valores. Não é, então, nociva a propagação de suas idéias no espaço romeno? Não, porque a réplica do professor brasileiro Olavo de Carvalho é uma réplica brilhante. Olavo de Carvalho é o oposto completo da idéia do intelectual institucionalizado, como é o caso de Dugin. Exilou-se de seu Brasil natal para uma quinta dos EUA, onde tem um “jardim” filosófico online com 3000 alunos. Ele opõe à retórica emocional de Dugin a argumentação proveniente da racionalidade de tipo ocidental. Portanto, a editora Humanitas publica este livro, em primeiro lugar, para conhecer uma ideologia extremamente perniciosa, contra os valores em que cremos e mesmo contra nossa estatalidade, mas também para ter acesso a uma contra-argumentação, a uma réplica brilhante, que mobiliza o melhor na sociedade ocidental, para mostrar que a ideologia de Dugin não tem nenhuma raiz na filosofia, no pensamento, na cultura e na religião ocidental. Por que é perigoso o putinismo para a estatalidade romena? Porque o plano eurasiano conta na divisão da Ásia entre a Rússia e a China, passando a Europa a ser integralmente da Rússia. Neste plano, a Romênia não tem nenhum futuro. Tem de fazer parte da Rússia. É inaceitável, não apenas do ponto de vista romeno, como também europeu. Os autores Olavo de Carvalho e Alexandre Dugin escreveram o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Um debate entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho As introduções são assinadas por Giuliano Morais e Ricardo Almeida. A tradução do português é assinada por Simina Popa e Cristina Niţu.”

Elpídio Fonseca Disponha, caro Professor Olavo de Carvalho. Eu é que lhe agradeço. O Cesar Kyn d’Avila foi cavalheiríssimo ao ceder gratuitamente os direitos de edição em português para a Humanitas. Espero poder transcrever a entrevista até a próxima segunda-feira, dia 21/11/16.

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Elpídio Fonseca compartilhou uma publicação na Linha do Tempo de Roxane Carvalho.

Usando de meu salvo-conduto, querida Roxane Carvalho:

“Por que a editora Humanitas publica Alexandre Dugin? Horia-Roman Patapievici: Porque temos de conhecer bem nossos adversários, e Dugin é o autor de uma teoria bem articulada, que recupera as ideologias totalitárias do século XX, mas também a idéia do messianismo russo, para propor uma teoria do eurasianismo. O Liberalismo ocidental é, para ele, o mal absoluto. O ódio – deslegitimado pela prática política liberal – contra a modernidade e a pós-modernidade tem de levar, afinal, à aniquilação do Ocidente e do seu sistema de valores. Não é, então, nociva a propagação de suas idéias no espaço romeno? Não, porque a réplica do professor brasileiro Olavo de Carvalho é uma réplica brilhante. Olavo de Carvalho é o oposto completo da idéia do intelectual institucionalizado, como é o caso de Dugin. Exilou-se de seu Brasil natal para uma quinta dos EUA, onde tem um “jardim” filosófico online com 3000 alunos. Ele opõe à retórica emocional de Dugin a argumentação proveniente da racionalidade de tipo ocidental. Portanto, a editora Humanitas publica este livro, em primeiro lugar, para conhecer uma ideologia extremamente perniciosa, contra os valores em que cremos e mesmo contra nossa estatalidade, mas também para ter acesso a uma contra-argumentação, a uma réplica brilhante, que mobiliza o melhor na sociedade ocidental, para mostrar que a ideologia de Dugin não tem nenhuma raiz na filosofia, no pensamento, na cultura e na religião ocidental. Por que é perigoso o putinismo para a estatalidade romena? Porque o plano eurasiano conta na divisão da Ásia entre a Rússia e a China, passando a Europa a ser integralmente da Rússia. Neste plano, a Romênia não tem nenhum futuro. Tem de fazer parte da Rússia. É inaceitável, não apenas do ponto de vista romeno, como também europeu. Os autores Olavo de Carvalho e Alexandre Dugin escreveram o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Um debate entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho As introduções são assinadas por Giuliano Morais e Ricardo Almeida. A tradução do português é assinada por Simina Popa e Cristina Niţu.”

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Jonas Faga Jr.

Monica Petersen foi encontrada morta.

E quem é Monica Petersen? A pessoa que estava investigando a ligação da Clinton Foundation com o TRÁFICO DE CRIANÇAS haitianas. E você aí, todo sabichão, denunciando o “perigo Trump”.

Tem que ser MUITO idiota mesmo.

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Respondendo ao Rodolpho Loreto, um cidadão de nome Elesiel Fagundes afirma: “Acorda fera, já tem um estado maior, já tem estrategia, ja tem tudo feito, falta so você parar de seguir MBL, NasRuas, Avança Brasil Maçons, RevoltadosOnline e ACORDAR PARA REALIDADE E QUERER SE INFORMAR.”
Ele então remete a vídeos do Dr. Ribas Paiva, onde encontro muitas coisas sensatas, as quais, no entanto, são planos de governo e argumentos em favor da intervenção, E NÃO uma estratégia para a tomada do poder.

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Por exemplo: depois de meio século de hegemonia cultural esquerdista, É IMPOSSÍVEL que uma intervenção militar não suscite protestos de massa, agitação nas universidades, campanha internacional de difamação, etc. Em todos os vídeos do Dr. Ribas Paiva não vejo uma só menção à dificuldade de enfrentar essas coisas. Será “matando trinta mil pessoas”?

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Obrigadíssimo ao Prof. Liiceanu, ao Elpídio e a todos os que ajudaram neste projeto.

“Por que a editora Humanitas publica Alexandre Dugin? Horia-Roman Patapievici: Porque temos de conhecer bem nossos adversários, e Dugin é o autor de uma teoria bem articulada, que recupera as ideologias totalitárias do século XX, mas também a idéia do messianismo russo, para propor uma teoria do eurasianismo. O Liberalismo ocidental é, para ele, o mal absoluto. O ódio – deslegitimado pela prática política liberal – contra a modernidade e a pós-modernidade tem de levar, afinal, à aniquilação do Ocidente e do seu sistema de valores. Não é, então, nociva a propagação de suas idéias no espaço romeno? Não, porque a réplica do professor brasileiro Olavo de Carvalho é uma réplica brilhante. Olavo de Carvalho é o oposto completo da idéia do intelectual institucionalizado, como é o caso de Dugin. Exilou-se de seu Brasil natal para uma quinta dos EUA, onde tem um “jardim” filosófico online com 3000 alunos. Ele opõe à retórica emocional de Dugin a argumentação proveniente da racionalidade de tipo ocidental. Portanto, a editora Humanitas publica este livro, em primeiro lugar, para conhecer uma ideologia extremamente perniciosa, contra os valores em que cremos e mesmo contra nossa estatalidade, mas também para ter acesso a uma contra-argumentação, a uma réplica brilhante, que mobiliza o melhor na sociedade ocidental, para mostrar que a ideologia de Dugin não tem nenhuma raiz na filosofia, no pensamento, na cultura e na religião ocidental. Por que é perigoso o putinismo para a estatalidade romena? Porque o plano eurasiano conta na divisão da Ásia entre a Rússia e a China, passando a Europa a ser integralmente da Rússia. Neste plano, a Romênia não tem nenhum futuro. Tem de fazer parte da Rússia. É inaceitável, não apenas do ponto de vista romeno, como também europeu. Os autores Olavo de Carvalho e Alexandre Dugin escreveram o livro “Os EUA e a Nova Ordem Mundial. Um debate entre Alexandre Dugin e Olavo de Carvalho As introduções são assinadas por Giuliano Morais e Ricardo Almeida. A tradução do português é assinada por Simina Popa e Cristina Niţu.”

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Repito pela bilionésima vez: Tomar as redações de jornais e canais de TV, as universidades, as igrejas, as sociedades de bairros, os sindicatos e outras organizações da sociedade civil é MUITO mais decisivo do que invadir a Câmara ou botar o Lula na cadeia. A esperança de resolver tudo de repente por um golpe espetacular é sinal de fraqueza. Sem um longo “trabalho de base”, como o chamam os comunistas, nem as Forças Armadas em peso podem levar este país a dias melhores sem o risco de um retorno cruel à desordem e à roubalheira. O regime de 1964 já nos deu a prova disso.

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Estudei o Corão de cabo a rabo, e um bocado dos ahadith, e em parte alguma vi a obrigação de usar burqa. Véu, sim. A burqa é pura agressão psicológica, demonstração ostensiva de preconceito contra os não-muçulmanos, assim acusados coletivamente de estupradores em potencial (quando na verdade os muçulmanos é que têm estuprado mulheres a granel).

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Grande merda: o novo cardeal a ser sagrado pelo sr. Bergoglio, Blase Cupich, é um radical de esquerda e uma boa bisca.

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Não estão entendendo nada? Não liguem. Juro que eles estão falando do meu debate com o Duguin, que está sendo lançado em tradução romena:

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“Quero devolver à Igreja o seu poder.”

http://verdadenguerra.blogspot.com.br/2016/11/donald-trump-quiero-pastores-y.html

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Acho ótimo que todos esses figurões larápios vão para a cadeia, mas sou velho o bastante para ter visto, em 1964, a temível CGI, Comissão Geral de Investigações, cassar mandatos e prender corruptos a granel. Decorridos vinte anos, eles estavam todos de volta, com mais fome do que nunca. Qual foi o erro? O governo quis consertar o país em vez de dar ao povo o poder de fazer isso. Só a sociedade INTEIRA, se instruída, armada e adestrada, pode dar cabo da bandidagem, de todo tipo de bandidagem. Não meia dúzia de iluminados, por bons e honestos que sejam.

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Isto é que é “política de abertura”: desprezar as objeções ao ponto de lhes negar uma resposta, preferindo antes difamar os autores delas perante a mídia:

https://www.noticiasaominuto.com.br/mundo/307743/papa-diz-que-criticas-de-cardeais-nao-tiram-seu-sono

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https://www.reddit.com/r/The_Donald/comments/5dbdz9/i_found_a_smoking_gun_monica_petersen_found_dead/

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Suponham que os militares tomem o poder. Eles são mais honestos e mais racionais do que os políticos, mas quê mais poderão fazer senão reformar a sociedade por meio do Estado, como já tentaram em 1964? Ou o próprio povo reforma a sociedade civil desde baixo — escola por escola, igreja por igreja, sindicato por sindicato e assim por diante –, ou o Estado será sempre onipotente, só eliminando a corrupção no momento à custa de fomentá-la a longo prazo, exatamente como já aconteceu mais de uma vez. Só a auto-organização militante da sociedade pode instaurar no Brasil uma democracia que funcione.

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Perguntinhas horríveis: Quem, numa rodovia repleta de “carros inteligentes” dirigidos por um imenso computador central, ousará dirigir seu próprio automóvel? E quem, deixando-se dirigir pelo megacomputador, poderá fazer isso sem informar a ele para onde está indo?

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Campeonato de cultura inútil.

http://quizionaire.net/quizzes/1339/9

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Censura prévia Institucionalizada na Europa:

http://www.wnd.com/2016/11/eu-orders-brit-press-not-to-report-when-terrorists-are-muslims/?cat_orig=world

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