07/11/2016

Graças a Deus, tive uma vida amorosa muito rica e, na reta final, muito feliz. Também tive uma vida repleta de aventuras, riscos, experiências e toda sorte de emoções. Minha vida diária ainda é emocionante e cheia de novidades. Não preciso, portanto, gastar meus sentimentos projetando-os em celebridades que jamais saberão quem eu sou e, se soubessem, mal cagariam para as minhas opiniões.

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CNN sucks:

http://www.washingtonexaminer.com/wikileaks-dnc-and-cnn-colluded-on-questions-for-trump-cruz/article/2606651

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A palhaçada do Comey parece que não surtiu efeito.

http://www.investors.com/politics/trump-lead-widens-to-2-his-biggest-yet-despite-november-surprise-ibdtipp-poll/

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É guerra suja mesmo:

https://www.rt.com/news/365576-wikileaks-servers-dos-attack/

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https://padrepauloricardo.org/blog/uma-oracao-para-o-aniversario-do-padre-paulo-ricardo?utm_content=buffer4db8a&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer

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O que torna toda discussão política no Brasil uma palhaçada estéril é o desejo irrefreável que tantas pessoas têm de SE DEFINIR, de SE POSICIONAR doutrinariamente sobre TODOS OS PROBLEMAS, do mais imediato e urgente até o mais remoto e hipotético, e com base nisso distinguir entre os “amigos” e os “inimigos”, amando os primeiros e odiando os segundos. Em qualquer ação política, isso é um erro PUERIL, intolerável, catastrófico. A política não é o Juízo Final, não é a separação derradeira dos carneiros e dos bodes. Em política, só interessa AQUILO QUE ESTÁ EM JOGO NO MOMENTO, O PRÓXIMO PASSO E NADA MAIS. Pensem bem: Vocês querem ganhar a guerra ou só MARCAR POSIÇÃO?

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O maior problema da moral religiosa é que os Mandamentos de Deus são absolutos e inegociáveis, ao passo que toda evolução humana do pecado até a virtude é escalar, progressiva, cheia de nuances, ambiguidades e graus intermediários.
Por isso mesmo Jesus ensinou que é preciso perdoar 490 vezes, mas a mente doutrinária não perdoa nem uma única.

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Ninguém jamais foi para o inferno por perdoar algum filho da puta.

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Conservadorismo NÃO É a doutrina cristã. É apenas uma ideologia política. Dentro dele há espaço para opiniões cristãs, não-cristãs e até anticristãs. Vamos obrigar um conservador judeu a declarar que Jesus é Deus, e expulsá-lo do conservadorismo se ele não quiser fazer isso? Vamos expulsar do conservadorismo todos os ateus? Vamos transformar o conservadorismo na Sagrada Congregacão para a Doutrina da Fé?
Quando vão parar de confundir as opções políticas disponíveis com os modelos abstratos de sociedades hipotéticas, ou até com modelos de conduta cristã?
É por isso que não faço nenhuma questão de ostentar o rótulo de “conservador”, e me declaro apenas um católico. Quando julgo as coisas pela minha fé, ajo apenas como indivíduo, não como porta-voz de uma corrente ou partido político. Tenho o direito e o dever de fazer esse julgamento, mas não o de dar a ele o alcance de uma palavra-de-ordem partidária.

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Se querem julgar tudo na política segundo os cânones da Igreja Católica, fundem um PARTIDO CATÓLICO.

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Sou cem por cento contra QUALQUER aborto, e o seria até mesmo no caso de um bebê gerado por estupro no curso de um rito satânico, mas nada vejo de absurdo em alguém defender o aborto numa perspectiva conservadora ou liberal, desde que não pretenda com isso falar em nome da fé cristã, pelo menos católica.

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Quem praticar aborto, colaborar com ele ou defendê-lo e não se arrepender depois irá para o inferno, mas isso não quer dizer que tudo o mais que faça neste mundo será maligno e condenável.

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Vamos transformar o conservadorismo na Sagrada Congregacão para a Doutrina da Fé?

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O que falta em TODOS os debates públicos no Brasil é senso das proporções. E não há senso das proporções sem educação estética, sobretudo literária.

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Como ensinava Aristóteles, colocar ordem no pedaço é próprio do sábio. Tentar fazer isso é próprio do filósofo.

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“Duo si idem dicunt non est idem” (se dois dizem a mesma coisa, não é a mesma coisa).
Não se deve discutir com NINGUÉM sem ter em conta a sua posição social, os seus deveres profissionais, os seus meios concretos de ação, etc.
Por estes dias vi gente desancando uma repórter por tentar simplesmente manter boas relações com as suas várias fontes de informação, e vi gente falando horrores de uma promotora de Justiça só porque ela se recusava a condenar o procedimento de alguém que simplesmente exercia um direito assegurado em lei. Como cidadão independente, posso me recusar a falar com quem quer que me pareça um filho da puta, mas um repórter político tem de manter todos os canais abertos na máxima medida possível, se não quiser tornar a sua profissão impraticável. Como cidadão, posso condenar como imoral qualquer conduta permitida em lei, mas não posso exigir que um promotor de Justiça ou juiz de Direito faça o mesmo em público.

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O vídeo é meio brega mas todas as informações estão corretas:

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“Ripeness is all.” (Maturidade é tudo)Shakespeare

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Se quer uma boa sugestão, é esta: LUTE pela sua maturidade, não descanse até alcança-la — e, até chegar lá, não se leve muito a sério.

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O hominho não para:

https://pjmedia.com/jchristianadams/2016/11/07/leaked-documents-reveal-expansive-soros-funding-to-manipulate-federal-elections/

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O espírito do Toffoli baixou sobre a América:

http://www.wnd.com/2016/11/washington-post-cnn-busted-in-pro-hillary-conspiracy/

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