06/11/2016

Conversa a caminho da missa:
Roxane: — As pessoas inteligentes têm mais autonomia, mas não neste ponto: elas precisam de amor tanto quanto as pessoas burras.
Eu: — É verdade: eu preciso ser amado ao menos tanto quanto um jumento.
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Hino da Missa hoje na St. Joseph em Petersburg.
Obrigada, Olavo! Amo você mais que todo mundo.
Bom domingo a todos.
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9

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Uma pergunta que não me sai da cabeça: No Brasil não havia espaço suficiente para cinco milhões de índios e mais cinco, dez, vinte ou cinquenta milhões de colonizadores brancos? A resposta é inequivocamente: SIM. A pergunta seguinte é que não tem resposta: Então por que cinco milhões de índios, pelo simples fato de haver chegado antes, teriam “direito” a uma extensão de terras imensuravelmente maior do que jamais poderiam ocupar ainda que vivessem mil vidas, enquanto os recém-chegados, se ocupavam as terras ociosas e as transformavam em terras produtivas, deveriam ser considerados criminosos por isso? A noção de que os brancos “tomaram as terras dos índios” é uma das mentiras mais torpes e monstruosas que já passaram por uma cabeça humana.

Juliana Villa Verde Talvez eles não sejam criminosos por terem ocupado a terra, mas sim por terem matado os índios (de um jeito ou de outro).
Olavo de Carvalho Juliana Villa Verde Pense um pouco. Um mosquete daquela época não podia ser recarregado em menos de um minuto — tempo suficiente para um índio disparar dez flechas ou mais. A superioridade do armamento estava do lado dos índios.

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http://www.thegatewaypundit.com/2016/11/criminal-president-obama-encourages-illegal-aliens-vote-promises-no-repercussions-video/

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Este artigo é importante, mas cem por cento mentiroso. As acusações contra o xerife Arpaio só surgiram, de repente, depois que ele descobriu e mostrou as PROVAS MATERIAIS de que os documentos de Barack Hussein Obama — certidão de nascimento, alistamento militar e cartão de seguridade social — eram totalmente falsificados. A autora deveria ter aquele mínimo de senso da verdade sem o qual ninguém merece o título de jornalista.

http://veja.abril.com.br/blog/mundialista/o-outro-grande-duelo-george-soros-contra-o-xerife-durao/

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Por favor, escrevam à Veja protestando contra essa deformação total de fatos bem conhecidos.

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Pessoas que nunca viram uma arma de fogo exceto no cinema imaginam que os portugueses tinham armamento superior ao dos índios, enfrentando-os portanto numa luta desigual e covarde. Imbecilidade pura. Um mosquete daquela época não podia ser recarregado em menos de um minuto — tempo suficiente para um índio disparar dez flechas ou mais. A superioridade do armamento estava do lado dos índios.

Paula Felix Mas o que impedia os portugueses de usar arco e flecha?
 
Olavo de Carvalho Paula Felix Apenas uns cinco anos de treinamento, no mínimo. e adaptação a uma cultura totalmente desconhecida…

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Ao longo de toda a história das Américas, os brancos só começaram a levar vantagem sobre os índios depois que o sr. Samuel Colt, em 1836, colocou em circulação o primeiro revólver de tambor, o modelo Paterson, que disparava cinco tiros sem ter de recarregar. Mesmo assim cada tambor era recarregado como um mosquete — uma espoleta, uma bucha, pólvora, outra bucha, na ponta uma bola de chumbo. Tudo isso cinco vezes. Disparados os cinco tiros, a recarga não podia ser feita em menos de cinco minutos — tempo suficiente para um soldado levar trinta flechadas.

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Se você nunca lidou com armas de fogo, nem com arco e flecha, nem muito menos estudou a história desses instrumentos, tenha ao menos a decência de não opinar sobre combates travados com eles.

Moises Amon Thompson Professor , Eu sei mexer na Katana , nunchaku e espada chinesa. Posso opinar ? :p
Olavo de Carvalho Sim, sobre combates travados com essa arma

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Aos oito anos, ganhei minha primeira espingarda de caça, uma Rossi calibre 36. Aos nove, arcos e flechas autênticos, trazidos do Xingu por um tio sertanista. A espingarda aprendi a manejar com precisão em uns dois meses. O arco e a flecha, nunca, por mais que me esforçasse. “Guerreiro”, numa tribo de índios, é ocupação altamente especializada na qual os interessados começam a treinar aos doze anos de idade.

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“Você pensa que índio gosta de mato? Eles não saem da taba por dinheiro nenhum. Só os adultos experientes têm autorização para entrar no matagal.” (Orlando Vilas-Boas)

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Identificar a resistência anti-globalista com ” teorias da conspiração sobre o domínio mundial de milionários judeus” é uma das prestidigitações verbais mais canalhas que já vi na mídia brasileira. Autora: Vilma Gryzinski. Se é judia, deveria ter vergonha de defender com mentiras a reputação daqueles que hoje são os mais ferozes inimigos de Israel.

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Para a desgraça da espécie humana, as opiniões que mais facilmente se espalham e se impregnam na crença coletiva são justamente aquelas que vêm desacompanhadas de qualquer argumento ou justificativa. O leitor (ou ouvinte) tende espontaneamente a acreditar que, se o autor nem tentou fundamentá-las, foi porque são de domínio público, universalmente aceitas por todas as pessoas cultas. Daí que ele se sinta inibido de questioná-las, para não passar por inculto e mal informado. É assim que frases como “A Igreja Católica matou milhões de pessoas” , “O colonialismo causou o atraso econômico das nações do Terceiro Mundo” ou “A liberdade econômica traz consigo a liberdade política”, todas demonstravelmente falsas, são aceitas como verdades auto-evidentes.

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Descarado filho da puta:

http://www.thegatewaypundit.com/2016/11/criminal-president-obama-encourages-illegal-aliens-vote-promises-no-repercussions-video/

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Este artigo é importante, mas cem por cento mentiroso. As acusações contra o xerife Arpaio só surgiram, de repente, depois que ele descobriu e mostrou as PROVAS MATERIAIS de que os documentos de Barack Hussein Obama — certidão de nascimento, alistamento militar e cartão de seguridade social — eram totalmente falsificados. A autora deveria ter aquele mínimo de senso da verdade sem o qual ninguém merece o título de jornalista.

Este artigo é importante, mas cem por cento mentiroso. https://t.co/aCjv6vpZJh @VEJA

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Eu, que não sou político, nem candidato a porra nenhuma, nem membro de merda nenhuma de partido e organização; eu, que como escritor tenho o direito e o dever de ser, em tudo o que escrevo e digo, o mais pessoal e individualizado possível, procuro não dizer nada fora daquilo que o povo inteiro, se tivesse as informações requeridas e os meios de expressão verbal adequados, diria em meu lugar. Tento dar voz a quem não tem em vez de sobrepor a minha voz à voz do povo. Por isso tantas pessoas compreendem o que digo e com freqüência exclamam: “Pô, você disse o que eu estava tentando dizer!” Isso me dá o direito de repetir, com mais ênfase e clareza, o apelo que fiz aos líderes e políticos em geral em março de 2015, no artigo “Aprendendo com o povão” (http://www.olavodecarvalho.org/semana/150410dc.html): Esqueçam as suas malditas ideiazinhas, as suas desprezíveis originalidades e preferências, e APRENDAM COM O POVÃO. Digam o que ELE desejaria dizer, não o que o demônio da vaidade instilou nas suas cabecinhas volúveis. Parem de querer apresentar soluções originais, parem de querer ser os picas das galáxias, e sejam a melhor coisa que um homem pode ser: apenas um Zé-Mané mais forte que os outros Zés-Manés seus irmãos.

APRENDAM COM O POVÃO.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/150410dc.html

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Para mim CHEGA desse purismo conservador idiota que não pode ver um jornalista numa foto ao lado do FHC ou do Miguel Reale sem concluir que “está no esquema”. Como se a primeira obrigação de um repórter fosse a de queimar todas as fontes de informação com as quais não concorde em gênero, número e grau.
Os que desconfiam mais da Joice Hasselmann ou da Janaina Paschoal do que do sr. Bergoglio — para dar só dois exemplos entre milhares — são BURROS.
Além de burros, são presunçosos ao ponto de querer patrulhar as minhas amizades, sempre tentando me jogar contra pessoas que nenhum mal me fizeram. São ciumentos e monopolistas.
Se eu fosse exigir perfeição de cada um a quem concedo amizade, quem sobraria na minha lista de amigos? .
Que tenham pelos outros, no mínimo, a tolerância que eu tenho para com as suas próprias imperfeições.

Se você quer a minha amizade, não venha JAMAIS me fazer advertências sinistras contra outros amigos. Já disse mil vezes que não fiscalizo traidores potenciais, acho isso o suprassumo da frescura.

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Como acreditar nas pesquisas?

http://www.thegatewaypundit.com/2016/11/three-people-line-see-tim-kaine-florida-photos/

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Olhe aqui, Vilma Gryzinski, sua embrulhona: Este é o verdadeiro e único motivo dos processos contra o Xerife Arpaio: http://www.birtherreport.com/…/zullo-talks-sheriff-arpaios-…

E é ridículo dizer que o George Soros está no “centro das teorias da conspiração sobre o domínio mundial de milionários judeus”. Há teorias sobre conspiração judaica, sim, mas George Soros, que na juventude viveu de entregar judeus aos nazistas por dinheiro, e que hoje é o grande financiador de movimentos anti-Israel, nunca esteve no centro e nem aliás na periferia delas. Você é ANALFABETA nesses assuntos. Sua opinião a respeito não vale BOSTA NENHUMA

.http://www.birtherreport.com/…/zullo-talks-sheriff-arpaios-…

Olhe aqui, Vilma Gryzinski, sua embrulhona: Este é o verdadeiro e único motivo dos processos contra o Xerife Arpaio:

Vilma Gryzinski, você é ANALFABETA nesses assuntos. Sua opinião a respeito não vale BOSTA NENHUMA – https://t.co/z8DS0gCleb @VEJA

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Nunca pretendi ser o “porta-voz da direita”, muito menos de uma utópica “direita pura”. Sou porta-voz de mim mesmo, e olhe lá: até nisso sou meio deficiente.

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Se você quer a minha amizade, não venha JAMAIS me fazer advertências sinistras contra outros amigos.

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Quem é meu amigo sincero tenta ME APROXIMAR de outros amigos, não me afastar deles ou disputar com eles a minha afeição preferencial. Esse critério nunca falhou.

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No mês de outubro comemoraram-se os sessenta anos da publicação do célebre ensaio “The Two Cultures”, em que o cientista e romancista C. P. Snow defendia a tese de que a ciência deveria sobrepor-se às letras e à filosofia (para nem falar da religião) no guiamento moral da humanidade. Na estréia do livro o crítico Frank Raymond (F. R.) Leavis escreveu um panfleto em que xingava Snow de tudo quanto era nome. Pegou mal. Foi um escândalo, e só contribuiu para consolidar a reputação de Leavis como um touro na loja de louças. Mas hoje sabemos que a idéia de Snow, aplicada universalmente, rebaixou a moralidade pública ao nível da barbárie e contribuiu decisivamente para a deterioração moral da própria ciência, hoje um campo em que a fraude reina soberana. Donde concluo que Leavis xingou pouco.

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Tal como no Brasil, nos EUA só a revolta popular maciça pode quebrar a onipotência de um “establishment” que se arroga o direito ilimitado a cometer impunemente os crimes que bem deseje.

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Para mim CHEGA desse purismo conservador idiota que não pode ver um jornalista numa foto ao lado do FHC ou do Miguel Reale sem concluir que “está no esquema”. Como se a primeira obrigação de um repórter fosse a de queimar todas as fontes de informação com as quais não concorde em gênero, número e grau.
Os que desconfiam mais da Joice Hasselmann ou da Janaina Paschoal do que do sr. Bergoglio — para dar só dois exemplos entre milhares — são BURROS.
Além de burros, são presunçosos ao ponto de querer patrulhar as minhas amizades, sempre tentando me jogar contra pessoas que nenhum mal me fizeram. São ciumentos e monopolistas.
Se eu fosse exigir perfeição de cada um a quem concedo amizade, quem sobraria na minha lista de amigos? .
Que tenham pelos outros, no mínimo, a tolerância que eu tenho para com as suas próprias imperfeições.
Eu, que não estou metido em NENHUM esquema de ação política nem exerço funções de repórter, portanto não dependo no mais mínimo que seja de ter boas relações com políticos para desempenhar o meu trabalho ou para alcançar algum objetivo determinado, posso falar abertamente contra quem eu bem deseje. Será difícil entender que esse não é o caso da Janaína Paschoal ou da Joice Hasselmann?

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Para alguém que se preparou em silêncio durante trinta anos, e que mesmo depois disso não se aventurou a ser guia da opinião pública senão muito discretamente e após ter provado competência em filosofia e letras, é um choque ver a rapidez com que “formadores de opinião” e “líderes” brotam do nada, do dia para a noite, e já vêm com certezas inabaláveis, cada um se pavoneando de ser melhor que o outro. É horrível.
Quer ser formador de opinião? Primeiro prove a sua competência em literatura, filosofia ou ciências humanas. Publique dois ou três livros de boa qualidade. DEPOIS apareça na mídia dando palpites. O mero talento é uma promessa que em noventa e nove por cento dos casos não se cumpre.

Se você, meu aluno ou leitor, fizer alguma contribuição substantiva à alta cultura nacional, serei o primeiro a recomendar que ouçam a sua opinião sobre as questões públicas do momento. Mas, se tudo o que você tem a oferecer é a sua linda opinião sobre as questões públicas do momento, o máximo que posso fazer por você é fingir que não percebo a sua insignificância.

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O trabalho do Felipe Moura Brasil ao organizar e anotar a edição de “O Mínimo” tem o valor de uma tese universitária. Se você quer se preparar para ser “formador de opinião”, um trabalho desse tipo é um bom começo.

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Comey dar para trás já era previsto desde 2015:

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http://www.dickmorris.com/comey-announcement-not-credible-dick-morris-tv-special-alert/

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#Petição

http://www.citizengo.org/pt-pt/node%3Anid%5D-o-afastamento-dos-parocos-que-vao-contra-doutrinas-da-igrejae-fazem-apologia-ao?tc=fb&tcid=28876887

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