30/11/2016

 

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(curtiu)

https://www.facebook.com/MovimentoJuntospeloBrasil/

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Qualquer sinal de respeito aos membros do Congresso ou do STF, por mínimo que seja, é um atestado de degradação moral. Esses homens têm de ser excluídos da convivência com pessoas decentes.

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Está na hora de a Sociedade Protetora dos Animais lançar uma campanha para estender aos fetos humanos os direitos dos ovos de tartaruga.

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Os líderes do Partido Democrata não estão muito entusiasmados com a tal da recontagem: sabem que o tiro pode sair pela culatra:

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Se o povo não derrubar o sistema, os comunistas o farão — só que em benefício próprio.

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A comunistada está tão revoltada com o corte de despesas quanto o povo com o fim da Lava-Jato. Há uma dupla revolta em gestação, e podem ter a certeza de que, a esta altura, os comunistas já sabem como explorar a do povo em favor da deles.

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Quando os militares dizem que só intervirão “a chamado da sociedade”, vocês não entendem o espírito da coisa. Eles se referem às classes dominantes, ao empresariado, às lideranças eclesiásticas e à grande mídia — precisamente as forças que os convocaram em 1964. O povo disperso gritando nas ruas não parece ser suficiente para mobilizá-los.

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O culto idolátrico das regras de polidez — endêmico nos EUA — perverte todo o senso dos valores, obrigando a rotular as mentiras mais torpes como “divergências de idéias”, a deformidade como “estética alternativa”, a pedofilia como “amor aos jovens” e o homicídio como “excesso de zelo apostólico”.

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No Brasil atual, TODA ação legislativa é, na melhor das hipóteses, tempo perdido. Propor “Dez Medidas contra a Corrupção” consistiu apenas em pedir aos bandidos que legislassem contra si próprios. Que mais se podia esperar, senão que fizessem exatamente o oposto?

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É ridículo lutar “contra a corrupção”, “contra o aborto”, “contra a pedofilia”, “contra a ideologia de gênero”. É preciso lutar contra PESSOAS E GRUPOS, não contra “idéias” e “propostas”.

Jose Angelini Aquino Mas a melhor maneira de se combater uma ideia, é com outra ideia. Acho que não adiantaria lutar contra GRUPOS OU PESSOAS, já que, ainda que o vençamos suas ideias permanecem.
Olavo de Carvalho Jose Angelini Aquino Não senhor. Desde o fim da guerra o nazismo floresce apenas em miúdos grupos marginais. Como idéia política viável, desapareceu completamente do cenário.

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É preciso destruir o prestígio e quebrar a autoridade de UM POR UM. Mais vale um panelaço ou um palavrão dito na cara de uma “incelença” do que MIL gestões no Parlamento.

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PROMOÇÕES DE NATAL – Livraria do Seminário de Filosofia
Os descontos ficam até o final do ano.
PROMOS: https://goo.gl/D26f67
KITS: https://goo.gl/rWIA80
40-60%: https://goo.gl/NKSXZQ
25-40%: https://goo.gl/PrZkud
10-25%: https://goo.gl/9dgaxI

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No Brasil, o sistema representativo consiste na guerra implacável dos representantes contra os representados.

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Proteger os ovos de tartaruga e exterminar os fetos humanos faz sentido, sim. Afinal, um ovo de tartaruga é apenas uma futura tartaruga, e o feto humano pode ser um futuro juiz do STF.

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Vejam o padrão de honestidade que reina na bela “comunidade científica”: a pesquisadora é PUNIDA pela descoberta que fez.

http://www.wnd.com/2016/11/scientist-wins-hard-cash-over-soft-tissue-from-dinosaurs/

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Quando você luta contra ou a favor de um projeto de lei, você está REFORÇANDO o poder do Legislativo, que é o poder dos bandidos.

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Se roubaram o bolo com a cereja em cima, pegar a cereja de volta NÃO É o primeiro passo para recuperar o bolo. O primeiro passo é desarmar o ladrão.

Geraldo Ribeiro Bastará aos Estados Unidos ter elegido Trump?
Olavo de Carvalho Geraldo Ribeiro Não, mas nos EUA há um movimento conservador poderoso e organizadíssimo.

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Vocês podem pensar de Maomé o que bem desejarem, mas ninguém pode negar que como líder político ele foi um gênio. E uma das lições que ele deixou foi a de não rejeitar o apoio dos hipócritas enquanto a luta não acabar. “Os hipócritas são nossos amigos” dizia ele.

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Purismo ideológico ou moral no meio da guerra é frescura suicida.

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Ficar em cima do muro é uma falsa esperteza que acaba virando uma espécie de sacrifício involuntário: o murista leva chumbo dos dois lados.

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Se o sujeito está em cima do muro, deixe que só o outro lado atire nele. Se sobreviver, ele acabará pulando para o seu lado.

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A cientista que descobriu um Triceratops com tecidos vivos simplesmente FODEU com toda a ortodoxia paleontológica vigente. A classe científica ainda não aprendeu a cair do cavalo com elegância.

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O pessoal da esquerda clama abertamente por tiros e facadas, mas nós, se sugerimos um modesto pé no cu, somos apologistas do crime.

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Francisco Augusto Júnior Professor, quais são os filósofos cuja obra completa realmente vale a pena ler em nossa jornada intelectual? Platão, Aristóteles e quem mais? Louis Lavelle?
Olavo de Carvalho Platão, Aristóteles, Sto. Tomás, Duns Scot, Leibniz, Schelling, Lavelle, Voegelin, Lonergan. A seleção é subjetiva, é claro.
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29/11/2016

Dos jornalistas profissionais que conheço, o ÚNICO que conquistou o direito de dizer o que bem entende sem ter de prestar a mínima satisfação aos coleguinhas fui eu. Eles jamais me perdoaram por isso e, se algum dia tiverem a maldita idéia de fazê-lo, sugerirei que enfiem o perdão no(s) cu(s).

Iracema Pamplona Genecco Peço licença para lembrar que o jornalista Janer Cristaldo mantinha seu espírito independente e, quiçá por isso, foi boicotado pela grande imprensa e nas suas pretensões literárias: —]http://cristaldo.blogspot.com/…/o-silncio-dos-vendidos…

Olavo de Carvalho O Janer era um homem de muito talento, infelizmente estragado por suas mal disfarçadas simpatias nazistas, na verdade mais uma extravagância do que uma convicção verdadeira.

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Quem nunca trabalhou em jornal não tem idéia do que é “pressão dos pares”. Até no Partido Comunista há mais liberdade de opinião do que numa redação de jornal.

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Nos anos 70, os jornalistas consideravam que serviços “free lancer” eram um ardil dos marditu capitalista para não pagar direitos trabalhistas. Todo mundo queria emprego com carteira assinada. Em São Paulo, fui um dos primeiros, se não o primeiro, a descobrir as vantagens do “free lancer” : ganhava mais dinheiro, não tinha chefe e fazia meus próprios horários. O caso era tão raro que foi noticiado no jornal do Sindicato. Foi nessa fase que comecei a me livrar da pressão dos coleguinhas. É um dos horrores do capitalismo.

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Lá vem mais:

https://www.theguardian.com/world/2016/nov/28/pope-china-vatican-deal-would-betray-christ-says-former-hong-kong-bishop

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Lindo: a HIPÓTESE das viagens no tempo é sustentada pela HIPÓTESE dos mundos paralelos.

https://www.thesun.co.uk/news/2274317/scientists-claim-there-are-parallel-universes-and-the-timelines-on-each-one-can-interact/

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Editora Ecclesiae

Reféns do Demônio – Malachi Martin
Cinco casos reais de Possessão e Exorcismo
O livro mais incrível sobre possessão demoníaca já publicado.

Ecclesiae: https://goo.gl/8Jif13
Amazon: https://goo.gl/byWtdz
Livraria Cultura: https://goo.gl/9y0r7u
Saraiva: https://goo.gl/rTF35y
Primus: https://goo.gl/6LHgK3
Cia. dos LIvros: https://goo.gl/GDpLGJ

O livro “Reféns do Demônio” contém a narrativa de cinco casos reais de possessão demoníaca e exorcismo ocorridos recentemente, nas décadas de 70-80. Além dos casos, o autor oferece explicações detalhadas de como se dão a possessão e o exorcismo e disponibiliza sua tradução do antigo Ritual Romano de Exorcismo de 1614.

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Acabo de bloquear um tal de Elisson Freire, que me acusava de induzir meus leitores a matar quem discorde de mim em questões religiosas. Entre bloqueá-lo e processá-lo, a primeira alternativa me pareceu a mais caridosa.

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Há pessoas — infelizmente, muitas — que são tão apegadas às suas opiniões que, quando estas são refutadas de maneira irrespondível, se sentem fisicamente intimidadas.

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Durante os debates presidenciais, a Hillary Clinton classificou de grave ameaça à ordem democrática a simples declaração do Donald Trump de que não podia garantir antecipadamente se aceitaria qualquer resultado das eleições. Contados os votos, os adeptos da candidata democrata mostraram o quão pacificamente aceitavam o resultado:
a) enviando ameaças de morte aos membros do Colégio Eleitoral para impedi-los de aceitar a nomeação do presidente eleito;
b) exigindo a recontagem MANUAL dos votos em três Estados (o que impossibilitará a votação no Colégio Eleitoral em 19 de dezembro e a transferirá para a Câmara dos Representantes, transformando e vitória do Trump em mera eleição indireta).
c) agredindo e intimidando eleitores do Trump por toda parte, inclusive mediante a demissão dos seus empregos ou a recusa de serviços aos clientes suspeitos de trumpismo.
d) preparando antecipadamente pedidos de impeachment caso o eleito seja empossadp.
Nada disso, evidentemente, é uma ameaça à ordem democrática.

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Se você diz que tem amizade com pessoas de bem sejam de esquerda ou de direita, você não sabe o que é uma pessoa de bem e com certeza não é uma delas.
Digo o mesmo se você aceita a amizade de qualquer direitista porque acha que ser direitista é ser uma pessoa de bem.

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Várias empresas americanas estão demitindo seus empregados e rejeitando seus clientes que votaram em Donald Trump.

http://mobile.wnd.com/2016/11/the-purge-companies-exact-revenge-on-trump-supporters/

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Quem quer que já tenha sido pobre, e vivido entre pobres, sabe que eles têm mais inveja ao quitandeiro da esquina do que aos banqueiros e bilionários em geral. O pretenso “ódio de classe” é mais intenso quando voltado ao mais próximo do que ao mais distante. A revolta social é inversamente proporcional à desigualdade entre as classes. Isso facilita tremendamente as coisas para os bilionários que manipulam a revolta em benefício próprio.

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A diferença entre esquerda e direita não é a diferença entre o mal e o bem. É a diferença entre o mal completo e incompleto.

Alvim Neto Olavo de Carvalho Por favor, o senhor poderia explicar melhor?
 
Paula Karoline minha intromissão e meu humilde entendimento: ser de bem e ser esquerdista é incompatível.. ser direitista dá alguma possibilidade, mas não uma certeza.

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O Obama quer mais alguns iguais a este nas universidades americanas:

http://mobile.wnd.com/2016/11/muslim-refugee-goes-on-stabbing-spree-at-ohio-state-university/

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Isto não sairá no NY Times:

https://www.hagmannreport.com/investigative-reports-by-doug-hagmann/osu-attack-isis-inspired-expect-more/

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O “refugiado” esfaqueia oito pessoas. Em resposta, o Tim Kaine discursa contra as armas de fogo.

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Tantos, hoje, dizem querer o Brasil de volta, e em vista disso gritam: “Bolsonaro 2018”. Não quero ser estraga-prazeres, mas os comunistas não começaram a nos tomar o Brasil pela Presidência da República. Tomaram primeiro as universidades, depois a Igreja Católica e várias das protestantes, depois os sindicatos, especialmente de funcionários públicos, depois a grande mídia, depois o sistema nacional de ensino, depois o sistema judiciário, depois os partidos políticos todos, e por fim, depois de quarenta anos de esforços, a cereja do bolo: a Presidência da República. Vocês acham REALMENTE que tomando a cereja de volta o bolo inteiro virá junto?

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Não tenho NEM UM PINGO de entusiasmo pela idéia de eleger um presidente liberal-conservador em 2018. Ou desmantelamos o sistema hegemônico, ou ele acaba com esse presidente em seis meses, como acabou com o Collor.

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Todo anticomunista brasileiro tem a obrigação de perguntar a si mesmo e aos seus correligionários: Afinal, nós queremos um cargo, por lindo e vistoso que seja, ou queremos O PODER?

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Os crimes dessa gente permanecem impunes porque ultrapassam a imaginação do cidadão comum. Leia http://www.olavodecarvalho.org/semana/081015dce.html.
O NY Times tem excelentes motivos para defender a descriminalização da pedofilia.

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O NY Times tem excelentes motivos para defender a descriminalização da pedofilia.

https://conservativedailypost.com/insider-democrat-arrested-pedophilia-2nd-one-direct-ties-obama-hillary/?utm_source=Facebook&utm_medium=LH&utm_content=Martin

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Não vai haver recontagem de votos na Pensilvânia. Os interessados perderam o prazo.

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Mais importante que tirar ou eleger um presidente da República é sanear a Igreja Católica. Para onde ela for, o Brasil irá.

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Vocês imaginam quantas vezes o primeiro homem de Cro-Magnon que teve essa idéia caiu do cavalo antes de conseguir montá-lo? Tudo é difícil nesta porra deste mundo, mas ou você faz o difícil, ou toma facilmente no cu.

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Não tenho NEM UM PINGO de entusiasmo pela idéia de eleger um presidente liberal-conservador em 2018. Ou desmantelamos o sistema hegemônico, ou ele acaba com esse presidente em seis meses, como acabou com o Collor.

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Todo anticomunista brasileiro tem a obrigação de perguntar a si mesmo e aos seus correligionários: Afinal, nós queremos um cargo, por lindo e vistoso que seja, ou queremos O PODER?

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Para o governo Obama, qualquer cidadão que estoque comida, remédios ou armas em vista de uma possível crise social é suspeito de TERRORISMO. Mas, se você é um multibilionário, está liberado: pode construir até um bunker do tamanho de um aeroporto:

http://www.wnd.com/2016/11/what-do-they-know-mega-rich-preparing-for-disaster/

Os militares foram OS ÚLTIMOS

“Seria ótimo se os cultores do intervencionismo militar soubessem que em 1964 os militares foram OS ÚLTIMOS a entrar em ação contra o governo Goulart: foram antecedidos por quase todos os governadores de Estados, pela quase totalidade do Senado e da Câmara, pela grande mídia inteira, por toda a alta hierarquia da Igreja Católica, pelo empresariado em peso e por centenas de organizações da sociedade civil. E mesmo assim o primeiro general a colocar suas tropas em movimento, Olympio Mourão Filho, fez isso sem consultar os seus colegas de farda, que desejavam uma ação mais discreta.
Agora querem que os militares se mobilizem sem NENHUM apoio das classes dominantes, escorados tão-somente nos sentimentos difusos de um povo disperso e desorganizado.
Se querem mesmo uma intervenção civil-militar, como dizem, quando vão começar a fazer as cabeças dos empresários, dos bispos católicos e protestantes, dos donos de empresas de mídia, de todos aqueles, enfim, que já têm nas mãos os meios de organizar a massa popular?
Sem apoio das classes dominantes pode-se fazer uma REVOLUÇÃO POPULAR, mas para isso é preciso uma massa organizada e adestrada durante décadas, a qual, no momento, não existe.
Uma “intervenção militar” em vez disso, requer absolutamente o apoio das classes dominantes, o qual também não existe.
Não é impossível, no entanto, uma INTERVENÇÃO POPULAR, anárquica e desorganizada o quanto seja, que, embora de resultados incontroláveis, sirva no mínimo para despertar a consciência das classes dominantes, inclusive a militar.” (Olavo de Carvalho)

28/11/2016

*Nunca esperei viver numa época em que a afirmação ostensiva de uma identidade RACIAL, sublinhada pelo apelo descarado à liquidação de outras raças, viria a ser considerada um direito humano fundamental, ao passo que o simples desejo de preservar uma identidade NACIONAL contra invasores assassinos seria condenada como violência racista. Esse é o critério vigente, hoje, EM TODA A GRANDE MÍDIA MUNDIAL e em TODA A OPINIÃO DO ESTABLISHMENT.

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Pelas declarações dos cartolas brasileiros a propósito de Fidel Castro, vocês têm a obrigação de entender que ainda estamos em pleno regime de HEGEMONIA COMUNISTA.

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Lá vem mais:

https://www.theguardian.com/world/2016/nov/28/pope-china-vatican-deal-would-betray-christ-says-former-hong-kong-bishop

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Lindo: a HIPÓTESE das viagens no tempo é sustentada pela HIPÓTESE dos mundos paralelos.

https://www.thesun.co.uk/news/2274317/scientists-claim-there-are-parallel-universes-and-the-timelines-on-each-one-can-interact/

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Enquanto a grande mídia e o establishment apostavam na vitória da Hillary Clinton, perguntas sobre fraude eleitoral eram malditas “teorias da conspiração” Depois que o Trump venceu, tornaram-se um dever democrático incontornável…

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Perguntinha inocente: O Estado tem MESMO a obrigação de facilitar o acesso dos cidadãos a toda sorte de prazeres sexuais que eles bem desejem, assim como a de livrá-los de todas as conseqüências que eles não desejem?

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Um dia, num incerto futuro, os brasileiros talvez aprenderão que os sobrenomes espanhóis terminados em “z” NÃO SÃO oxítonos.
“Lopês” e “Alvarês” são a puta que os pariu.

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Dos jornalistas profissionais que conheço, o ÚNICO que conquistou o direito de dizer o que bem entende sem ter de prestar a mínima satisfação aos coleguinhas fui eu. Eles jamais me perdoaram por isso e, se algum dia tiverem a maldita idéia de fazê-lo, sugerirei que enfiem o perdão no(s) cu(s).

27/11/2016

Recordar é viver:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/040807globo.htm

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http://www.wnd.com/2016/11/electoral-college-voters-deluged-with-death-threats/

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Antes da revolução, os comunistas diziam que a desgraça de Cuba era o comércio com os EUA; depois, a falta dele.
Quem quer que venha com essa choradeira de “embargo” é um VIGARISTA.

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O “embargo” consiste apenas em que os americanos não podem GANHAR dinheiro em Cuba, mas podem DAR dinheiro a Cuba, como aliás o fazem generosamente até hoje.

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Urgente:

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Só agora fiquei sabendo que em 2000 refilmaram “High Noon”, um dos filmes mais perfeitos da história do cinema, É mais ou menos como “Romeu e Julieta” com Ronald Golias e Hebe Camargo.

A fala culminante da tragédia é: “Julieta, que merda você fez, Julieta!”

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Tem um racoon escondido no sótão da minha casa. Fica arranhando o assoalho a noite inteira. Quando subo lá, ele desaparece. Hoje comprei uma armadilha. Vou pegar o filho da puta e entregá-lo ao Animal Control.

Aí eles o soltam no mato na casa do caralho.

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Perguntinha inocente: Existe em Cuba, fora dos círculos governantes, alguém que não inveje a vida de um cachorro em Miami?

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Esse pessoal do Partido Democrata é doido: Exigem a recontagem dos votos e aí começam a aparecer as fraudes que ELES fizeram.

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Agora, segundo o WP, somos todoa agentes russos. A mesma conversa da Hillary durante a campanha.

https://theintercept.com/2016/11/26/washington-post-disgracefully-promotes-a-mccarthyite-blacklist-from-a-new-hidden-and-very-shady-group/

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Curto e grosso: A Gracita Salgueiro é a pessoa que MAIS conhece o comunismo latino-americano NO MUNDO.

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Momentos inesquecíveis:
Minha filha Maria Inês tinha um cachorro chamado Fidel.

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Está explicado:

http://www.americanthinker.com/blog/2016/11/the_democrats_real_strategy_in_launching_recounts.html

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Pelas declarações dos cartolas brasileiros a propósito de Fidel Castro, vocês têm a obrigação de entender que ainda estamos em pleno regime de HEGEMONIA COMUNISTA.

26/11/2016

NINGUÉM que tenha contribuído um pouquinho para a revelação do descalabro político nacional deve ser desprezado, nem muito menos perseguido. Ninguém. Nem o Rodrigo Cocô. Nem o Arruinaldo Azevedo. Nem o pessoal da Anta Agonizante. Méritos e deméritos devem ser pesados com benevolência, justiça e senso das proporções, sem moralismos histéricos nem afetação de santidade impoluta.

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De uma vez por todas: fascismo não é nenhuma “extrema direita” É o maldito “centro”, a terceira via, o meio-caminho entre capitalismo e socialismo.

Daniela Gouveia Fala mais sobre isso, Olavo. Se puder e quiser, claro! Quero entender o “centro”

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Olavo de Carvalho para Joice Hasselmann

Coloquei isto na minha página umas horas atrás, e repito aqui:

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Momentos inesquecíveis.
A última da Stella Caymmi:
— Eu estou tão gorda que já estou me chamando de “Nós”.

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O @josiasteofilo conta que um maestro, no ensaio da orquestra, julgou assim a performance dos músicos:
— Melhorou muito. Já está ruim.

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Seria ótimo se os cultores do intervencionismo militar soubessem que em 1964 os militares foram OS ÚLTIMOS a entrar em ação contra o governo Goulart: foram antecedidos por quase todos os governadores de Estados, pela quase totalidade do Senado e da Câmara, pela grande mídia inteira, por toda a alta hierarquia da Igreja Católica, pelo empresariado em peso e por centenas de organizações da sociedade civil. E mesmo assim o primeiro general a colocar suas tropas em movimento, Olympio Mourão Filho, fez isso sem consultar os seus colegas de farda, que desejavam uma ação mais discreta.
Agora querem que os militares se mobilizem sem NENHUM apoio das classes dominantes, escorados tão-somente nos sentimentos difusos de um povo disperso e desorganizado.
Se querem mesmo uma intervenção civil-militar, como dizem, quando vão começar a fazer as cabeças dos empresários, dos bispos católicos e protestantes, dos donos de empresas de mídia, de todos aqueles, enfim, que já têm nas mãos os meios de organizar a massa popular?

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Sem apoio das classes dominantes pode-se fazer uma REVOLUÇÃO POPULAR, mas para isso é preciso uma massa organizada e adestrada durante décadas, a qual, no momento, não existe.
Uma “intervenção militar” em vez disso, requer absolutamente o apoio das classes dominantes, o qual também não existe.
Não é impossível, no entanto, uma INTERVENÇÃO POPULAR, anárquica e desorganizada o quanto seja, que, embora de resultados incontroláveis, sirva no mínimo para despertar a consciência das classes dominantes, inclusive a militar.

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Como tudo o que o Bergoglio diz de escandaloso os seus cultores atribuem à invencionice de jornalistas ateus (como se estes não fossem os maiores devotos dele), eis aqui a fonte oficial do telegrama de condolências pela morte de Fidel Castro:

http://www.news.va/en/news/telegram-for-the-death-of-fidel-castro

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Búfalos são muito mais fortes do que leões, mas os leões continuam a comer búfalos pela seguinte razão: o leão sabe a diferença entre um búfalo visto pelo lado dos chifres e pelo lado da bunda, e o búfalo não sabe.

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Obviedade suprema: é impossível fugir sem mostrar a bunda ao inimigo.

25/11/2016

Será tão difícil entender que a mera prova lógica da existência de uma “causa primeira” só prova a existência de “algum” Deus e não do Deus cristão em especial? E será tão difícil entender que como prova da existência do Deus cristão em especial essa prova só tem, no máximo, valor de RAZOABILIDADE, não de CERTEZA, tanto que ela é aceita igualmente por muçulmanos e deístas? E será tão difícil entender que, se admitimos o Deus cristão como único Deus verdadeiro, a distância entre o mero conceito lógico de “algum Deus” e a realidade do Deus verdadeiro é imensurável?

Edson Moreira Fernandes Professor, não seria essa a mesma diferença entre o conhecimento de Deus pela necessidade lógica e o conhecimento de Deus por sua ação no mundo? O primeiro é genérico e o segundo é, especificamente, o Cristo?
Wanderley O. Santana Achei interessante o sr. William Lane Craig acrescentar ao argumento ontológico as provas da ressurreição de Jesus. Neste caso ele provou a existência de “algum deus” e em seguida provou que Jesus era quem realmente disse Ser.
Olavo de CarvalhoWanderley O. Santana Sim, o caminho é esse. À mera prova metafísica têm de se somar o argumento científico-experimental. Mas praticamente tudo, nesse campo, ainda está por fazer.
Thiago Moraes Não. Contudo a argumentação lógica da “causa primeira” serve como excelente força auxiliar para a evangelização. Primeiro você argumenta que Deus existe, depois você prova qual Deus é o verdadeiro.
Olavo de CarvalhoThiago Moraes Pode ser, mas só para pessoas muito sensíveis à cogência da demonstração lógica.
Renato Antonio Professor, pergunto: Os mesmos métodos e princípios lógicos-filosóficos que são capazes de provar a existência de Deus como causa primeira (genérico), não podem ser utilizados para provar a ressureição de Jesus Cristo?

Antecipadamente, grato.

Olavo de CarvalhoRenato Antonio Não, não são nem podem ser. A prova da Ressurreição é científico-experimental e não meramente lógica.

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É ÓBVIO que o mero conceito de “contingente” já supõe a existência do “necessário”, mas desde quando o conceito do “necessário” implica que ele seja o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, unido a Ele pelo Espírito Santo, isto é, o único Deus verdadeiro? A discussão das provas da existência de “algum” Deus pode prosseguir indefinidamente, e estaremos sempre falando de um mero conceito genérico, não de Deus propriamente dito. No entanto a prova DESTE Deus pode ser obtida pelo estudo científico da sua AÇÃO NO MUNDO, especialmente pela história crítica dos milagres e das profecias. Eis por que digo que a prova da existência do DEUS VERDADEIRO é um problema científico-experimental, não um problema de mera lógica.

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LOBOS EM PELES DE ASNOS

A malícia, a má-vontade, a suspicácia ferina e a terrível insensibilidade verbal com que os autoproclamados “defensores da fé” ouvem o que digo, julgando e condenando sem sequer pedir um esclarecimento quanto a palavras ditas de improviso numa aula ou num programa de rádio, é a prova mais cabal de que se trata apenas de santarrões hipócritas e difamadores perversos, lobos em peles de asnos.

Renato Antonio Professor, com todo respeito e consideração: o Sr. não acha que tudo isso que você acabou de dizer, pode ser dito em realçarão a forma como muitos estão lidando com o Papa Francisco? Que tanto no seu caso como no dele, estes julgamentos (avaliações) seguem os mesmos critérios?
Olavo de Carvalho Não. Os ATOS dele são explícitos, só não os entende quem não quer. E considero ofensiva a insinuação.

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Adendo brasileiro às Leis de Murphy: Qualquer palavra que tenha a mais mínima possibilidade de ser mal interpretada o será.

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Entendem agora o que eu dizia ao afirmar que trocar a anulação das eleições de 2014 pelo mero impeachment da Dilma era suicídio?

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A todo momento vemos novas discussões acadêmicas sobre “a existência de Deus”, cada vez mais sofisticadas e meticulosas. Mas não se vê uma só sobre os milagres e as profecias. Por que tamanha ânsia de provar EM ABSTRATO a existência de Alguém que poderia mais facilmente ser conhecido e comprovado pelas suas AÇÕES CONCRETAS no mundo real? Não será porque o público acadêmico quer somente o “Deus dos filósofos” em vez do Deus de Abrahão?

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Quando vão entender que “causa primeira” só significa “Deus” metonimicamente?

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Por favor, releiam à luz do que está acontecendo no Congresso agora mesmo:

http://www.olavodecarvalho.org/semana/151029dc.html

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P. S. — Aqueles que vieram esfregar na minha cara o dogma 1806 são obviamente incapazes de ler, pois o dogma afirma que a existência de Deus PODE ser conhecida pela razão natural, não que ela já o seja perfeitamente. Pior, o dogma afirma que esse conhecimento se dá “por meio das coisas que foram feitas” e não do mero conceito genérico da contingência. As “coisas que foram feitas” são, precisamente, o objeto das ciências experimentais.

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Enquanto o povo não tiver os meios legais e materiais de fiscalizar os políticos e de removê-los do cargo imediatamente em caso de corrupção ou inépcia, o Brasil só será uma democracia em sentido metonïmico.

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Não sou contra a ocupação do Congresso. Sou contra fazê-la tarde e com pouca gente, reduzindo-a a um ato simbólico. Março de 2015 era o tempo certo. Ou recriamos aquela situação e agimos de maneira coerente com ela em vez de entregar a iniciativa aos políticos, ou então pelo menos imploramos que o governo dê um tubo de xilocaína a cada cidadão que ele enraba. Pode ser da marca “Arruinaldo Azevedo”.

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Não se esqueçam que hoje é Black Friday no Seminário de Filosofia.Todos os cursos avulsos com 40%.Só hoje.

http://www.seminariodefilosofia.org/categoria-produto/cursos-avulsos/

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Quando vejo as discussões acadêmicas sobre a existência de Deus, imagino eruditos debatendo a existência ou inexistência de determinado cidadão sem ligar a mínima para o fato de que ele está sentado na platéia.
Aqueles que, na ânsia histérica de exibir fidelidade à Igreja (desnecessária, porque ninguém os chamou de infiéis), ostentam sua crença inabalável na prova de Deus pela contingência, não entendem que Sto. Tomás não a apresentou para encerrar a discussão, e sim para estimular o conhecimento do Deus verdadeiro pela via dos fatos contingentes, isto é, precisamente, o que chamaríamos hoje de investigação científica. Assistam à minha aula sobre os milagres (https://www.youtube.com/watch?v=YkKcg92nWbg) e entenderão qual o rumo (pelo menos um deles) que, no meu entender, pode tomar essa investigação.
P. S. — Aqueles que vieram esfregar na minha cara o dogma 1806 são obviamente incapazes de ler, pois o dogma afirma que a existência de Deus PODE ser conhecida pela razão natural, não que ela já o seja perfeitamente. Pior, o dogma afirma que esse conhecimento se dá “por meio das coisas que foram feitas” e não do mero conceito genérico da contingência. As “coisas que foram feitas” são, precisamente, o objeto das ciências experimentais.

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Assistam à minha aula sobre os milagres –

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REVELAÇÃO DE NOSSA SENHORA A TERESA MUSCO:
http://www.mariadinazareth.it/apparizione%20caiazzo.htm

Marcelino Martins

A mística e vidente Tereza Musco, era analfabeta porque nunca teve a oportunidade de ir à escola, por ter que ajudar a família.
A Virgem Maria se encarregou então, a partir de 25 de dezembro de 1949 de lhe ensinar e leitura e escrita, orientando a sua mão.

A mística teve muitas visões de seu Anjo da guarda.
Em 31 de agosto de 1957 recebeu os estigmas invisíveis que se tornaram visíveis em 25 de outubro de 1968.

Em 14 de fevereiro de 1976 falou a Santíssima Virgem:

“Verás uma GRANDE REVOLUÇÃO em minha Igreja.
Os COMUNISTAS chegarão ao poder em minha casa, mas isso só acontecerá quando puderem agir livremente, sem obstáculos.

Então haverá o derramamento de muito sangue inocente.
No Vaticano estarão OS COMUNISTAS NO PODER, esperando o tempo e o momento adequado.
O mundo caminha para uma grande ruína.
O povo se perverte cada vez mais!

Se os homens não se converterem o Pai infligirá ao mundo um GRANDE CASTIGO e haverá um grande desastre. Minha filha, te escolhi, pobre e miserável porque tu me entendes e porque os sábios e estudiosos NÃO PODEM compreender a minha linguagem, a não ser que caiam de joelhos e coração contrito”

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Acho que o Bergoglio andou lendo “Cinquenta Tons de Cinza”: ele chama de “discernimento” a incapacidade de distinguir o preto do branco, a qual, precisamente, o resto da espécie humana chama de “confusão”.

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Roxane Carvalho

Ainda na atmosfera do Thanksgiving, copio, agradecida, a mensagem do professor e escritor José Carlos Zamboni.
“Que retornem os rios das graças ao lugar de onde partiram, para tornar a correr. Que este derramamento celeste remonte ao seu princípio, para em seguida se espalhar sobre a terra com mais abundância. “Como entendê-lo?”, me perguntaríeis. Eu o entendo segundo as palavras do Apóstolo: “Rendendo ação de graças a Deus, em todas as coisas” (1ª Tessalonicenses, 5, 18). Tudo o que acreditais possuir de sabedoria e de virtude, atribuí à virtude e à sabedoria de Deus, que é Jesus Cristo”. (São Bernardo de Claraval, Sermão XIII, “Sobre a ação de graças”)

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Vão criticar a Joice Hasselmann na puta que os pariu. Vocês não fizeram pelo Brasil um milésimo do que ela fez, nem pagaram o preço que ela pagou.

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China: Uma lição para os liberais que juravam que a liberdade de mercado traria consigo o fim da tirania — bela desculpa para fazer dinheiro à custa da desgraça alheia.

The country shows how censorship coexists with vibrant ecommerce and entertainment

https://www.ft.com/content/5ec26734-b0b4-11e6-a37c-f4a01f1b0fa1

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Se vocês querem um Brasil melhor, façam-no vocês mesmos. Não esperem os militares, nem muito menos os políticos. Se os hominhos votarem a porcaria da auto-anistia, vão lá em massa, mas não para protestar: efetuem a PRISÃO CIVIL de cada um dos desgraçados.

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24/11/2016

 

Publicado em 1956, “The Power Elite”, de C. Wright Mills, é uma descrição precisa e meticulosa da classe dominante americana em toda a sua abrangência e complexidade. Lido naquela época, parecia um olhar da esquerda vasculhando os ardis e tramóias dos seus inimigos reacionários. Relido hoje, é uma radiografia da esquerda clintoniana — a elite ferozmente anti-americana que domina a mídia, o show business, as universidades e tudo o mais. Mais prepotente e cínica do que nunca. Wright Mills, que em matéria de previsões foi sempre um fracasso retumbante, jamais poderia imaginar que seu livro não contribuiria em nada para debilitar o poder da elite, mas sim para legitimá-lo e fortalecê-lo com argumentos de esquerda.

Vanessa Pio Professor boa tarde, seria ele um Raymundo Faoro americano?
Olavo de Carvalho Não. É apenas a prova de que relógio parado acerta duas vezes por dia.

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O Richard Rorty previu QUASE tudo certo. Só não entendeu que a força globalista, à qual ele atribuía a culpa de tudo, ERA A PRÓPRIA ESQUERDA. Em outras palavras: ele conhecia o mapa inteiro, só não sabia onde ele próprio estava. É isso o que chamo de paralaxe cognitiva.

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Alguém já notou que TODA a argumentação da esquerda contra o Donald Trump — ou, no Brasil, contra o impeachment da Dilma — é uma cópia exata do discurso “antifascista” posto em circulação pela URSS nos anos 30 do século passado e transposto à força, agora, para um contexto totalmente inadequado, com o propósito de dar aos ladrões e usurpadores os ares de heróicos combatentes antifascistas?

Haroldo Monteiro Professor, será que essa coincidência, pelo tempo de cada uma, não seria uma expressão natural que emerge ciclicamente de situações análogas pelas quais o movimento revolucionário passa? !
Olavo de Carvalho Em parte, sim, mas por outro lado mostra o esgotamento intelectual da esquerda.

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Não tenho a menor admiração pelo Richard Rorty, e já deixei isso bem claro desde 1996. Ele ter acertado vagamente UMA previsão, aliás sem prazo de cumprimento, não modifica em nada o meu julgamento:

http://www.olavodecarvalho.org/livros/rorty.htm

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O mais absurdo de tudo é o Rorty nem ter percebido que a sua própria idéia de substituir a argumentação racional pela “inculcação gradual de novos modos de falar” contribuiu decisivamente para a alienação da elite. Esse homem, de fato, não tem a menor idéia de onde está.

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A explicação (ou, se quiserem, previsão) oferecida pelo Richard Rorty em 1998 é a repetição “ipsis litteris” da doutrina comunista oficial sobre a origem do fascismo: O capitalismo gera desemprego e miséria, o povo perde a confiança nos governantes e aposta tudo num “homem forte” que usa as minorias como bode expiatório.
A coisa é de uma mediocridade sem fim. A tal previsão só tem alguma correspondência com a realidade se enxergarmos os fatos exatamente segundo os chavões comunistas. Se entendermos que o Trump não é nenhum Mussolini, que a ascensão dele foi um fenômeno radicalmente diferente daquilo que se passou na Itália no começo do século XX, tudo o que resta da tal “previsão” é uma vaga coincidência entre um estereótipo e outro estereótipo.

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Além disso, a ascensão de uma direita protofascista nos EUA foi profetizada mil vezes na literatura, no cinema e no teatro, a começar pelo romance de Sinclair Lewis, “It Cannot Happen Here” de 1935. Como a ameaça do autoritarismo direitista jamais se realizou, foi preciso encontrar para ela um similar metonímico na pessoa do Sr. Donals Trump, e em seguida sair gritando: Nós previmos! Nós previmos!

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A intelectualidade de esquerda é GROTESCA.

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By the way, Sinclair Lewis era casado com uma agente da KGB, que o dominava e cuja verdadeira identidade ele jamais conheceu. Ele foi o equivalente masculino da mulher do Zé Dirceu.

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O estranho hábito editorial anglo-americano de colocar o índice depois do prefácio tem o mérito indiscutível de encurtar os prefácios.

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A intelectualidade esquerdista vive de retro-alimentação: come o que caga. É uma espécie de uroboros fecal.

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Os atentados do 11 de setembro deram ao então presidente Bush a oportunidade de ouro de liquidar de vez toda a oposição esquerdista, acusando-a, com razão, de ter fomentado o ódio anti-americano e facilitado o trabalho dos terroristas. Por burrice ou por autêntico rabo preso, ele preferiu perder a chance e criar em vez dela um simulacro de “união nacional”, aliando-se, sob pretextos patrióticos, com os seus piores inimigos, que na primeira oportunidade se voltaram contra ele, como os porcos da Bíblia, e o dilaceraram. Espero que o Trump não caia em esparrela similar. Um dia a direita vai ter de aprender que a conciliação é o caminho da morte.

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Por favor, leiam:

http://remnantnewspaper.com/web/index.php/articles/item/2888-il-boom-cardinal-dubia-and-roman-schism

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Mais uma do Bergoglio:
Os novos membros da Academia, a ser nomeados pessoalmente pelo Bergoglio, estarão dispensados de fazer o juramento tradicional de “defender a vida desde a concepção até a morte natural”. Ou seja: podem ser abortistas, se quiserem.

http://www.onepeterfive.com/pope-francis-dismisses-entire-membership-of-pontifical-academy-for-life/

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Imigrantes muçulmanos queimam o edifício onde moravam de graça em Duseldorf. Protestavam contra a falta de… chocolate!

http://www.wnd.com/2016/11/muslim-migrants-burn-down-center-over-lack-of-chocolate/

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Bergoglio não responde às dúvidas, mas persegue quem as enviou:

https://www.lifesitenews.com/news/cardinals-burke-pell-removed-from-congregation-for-divine-worship?utm_content=buffera563d&utm_medium=social&utm_source=+lifesitenews%2Bfacebook&utm_campaign=buffer

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Alardeado como exemplo de humildade pela mídia anticristã, Bergoglio é um déspota vaidoso e cheio de soberba.

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A intelectualidade de esquerda é GROTESCA.

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Valmir Silva com Eliane Beck e outras 76 pessoas

É QUESTÃO DE HONRA, QUE OS SEIS MILHÕES DE BRASILEIROS QUE JÁ ESTIVERAM NAS RUAS ANTES, VOLTEM COM FORÇA REDOBRADA, AGORA QUE ESTAMOS TÃO PERTO DE CONSEGUIR, JUNTO COM MORO E DELTAN DALLAGNOL, COLOCAR ESSA CORJA NA CADEIA.
NÃO PODEMOS FALTAR COM ESSE COMPROMISSO.
AQUI, NÃO TEMOS AINDA UM TRUMP.
MAS NÓS MESMOS PODEMOS “FAZER O BRASIL SER GRANDE NOVAMENTE” TAMBÉM!
TODOS PARA AS RUAS!
EM TEMPO: O GOLPE DA ANISTIA A BANDIDOS, FICOU PARA ESSA QUINTA FEIRA… NÃO PODE FICAR ASSIM…

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Tem uns carinhas que só pensam em fazer currículo. Eu não quero saber de currículo, nem de pintorrículo, nem muito menos de xoxotorrículo.

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Julgar um filósofo por pedaços soltos de aulas gravadas sem nem mesmo pedir que esclareça o sentido formal de algumas afirmações improvisadas, é óbviamente difamação. E é mais grave ainda quando se faz isso com o pretexto de zelo pela Casa do Senhor,

Marlon Belotti

17 h · (veja a treta aqui)

 

Professor Olavo de Carvalho, ontem eu publiquei este recorte de um artigo de sua autoria: “A realidade de Deus é para mim uma evidência invencível.” Então o padre Elílio Matos Júnior fez o seguinte comentário: “Como ele tem acesso a esta evidência, já que nega – contra a doutrina católica – a capacidade da razão de provar suficientemente a existência de Deus?” Imaginei que o senhor mesmo pudesse responder.

 

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Desisti de explicar ao padre Elilio, mas vou resumir novamente para vocês:
1. Sto. Tomás ensina que podemos conhecer com certeza a existência de Deus mediante o uso da razão natural, partindo da existência dos seres contingentes.
2. Ele também ensina que essa prova é válida tanto para os cristãos quanto para os judeus e muçulmanos. Ela não se refere, portanto, ao Deus cristão em especial, mas a um conceito abstrato e genérico de Deus, aceito indistintamente pelas três religiões monoteístas e mesmo por uma infinidade de deístas.
3. Sabemos, no entanto, que o único Deus efetivamente existente é o Deus do cristianismo, o Deus da Santíssima Trindade.
4. Se a existência do Deus genérico podemos conhecer pela razão natural, a Santíssima Trindade só nos é comunicada pela Revelação.
5. No entanto, é impossível que, depois de dois milênios de cristianismo, os fatos de natureza miraculosa e profética já não nos tenham concedido provas suficientes da existência e ação da Santíssima Trindade no mundo. (“The Physics of Christianity”, de Frank J. Tipler, é um exemplo dessa possibilidade.)
6. Não conseguiremos explorá-la, no entanto, sem um exame preliminar das limitações da prova tradicional pela contingência e outros argumentos similares.
7. A validade da prova lógica, em si mesma e com as limitações acima apontadas, está PRESSUPOSTA e não NEGADA nesse meu modo de enfocar o problema.
No curso da exposição oral improvisada posso ter cometido várias imprecisões, mas quem tem acompanhado as minhas aulas entende que o sentido geral da investigação que venho empreendendo é esse e não outro qualquer.

Com certeza, mas o Pe. Elilio se referia a uma prova que partisse de dados da experiência, e nesse sentido ele estava correto.

Leonardo Brum Está NEGADA, sim. Pare de enrolar!

“A prova lógica [da existência de Deus], tal como desenvolvida por S. Tomás de Aquino e outros, apenas demonstra que é mais razoável você crer num Deus do que não crer, mas não te dá uma certeza lógica absoluta.” (Olavo de Carvalho)

“O raciocínio pode provar com certeza a existência de Deus e a infinitude de suas perfeições.” (Denzinger, 1622)

Olavo de Carvalho Leonardo Brum É óbvio que usei a expressão errada. Tomada em sentido estrito, a minha frase é um contra-senso: diz que a certeza lógica não fornece uma certeza lógica. Qualquer pessoa de boa vontade entende que me expressei mal.

Deus concebido apenas como “causa primeira” é uma tese aceita em comum por cristãos, judeus, muçulmanos e deístas em geral. É óbvio que Deus reduzido à função de causa primeira é uma idéia, uma abstração, e não o Deus real e concreto da fé cristã. Minha pergunta sempre foi se a razão natural tinha de se deter nesse ponto, deixando tudo o mais por conta da fé, como parece ser a opinião de Sto. Tomás. Ora, no tempo de Sto. Tomás simplesmente não existia a ciência histórica, que nos dá a chance de conhecer a ação do Deus real e vivo no mundo, alargando formidavelmente o território acessível à razão natural. Que é que pode haver de escandaloso ou de “modernista” nisso?

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Só alguém sem NENHUMA aptidão para a filosofia pode entender cada frase dita por um filósofo como se fosse a opinião formal e concludente dele sobre algum ponto — como se o discurso filosófico se constituísse de uma série de proclamações dogmáticas independentes umas das outras, cada uma válida por si mesma; algo como uma profissão-de-fé, um Código Penal ou um programa de governo.
Na verdade o discurso filosófico avança de maneira sinuosa entre mil ambigüidades, contradições e verdades parciais, em busca de uma conclusão que às vezes nem se chega a alcançar, ou que não se alcança de maneira satisfatória.
A escolástica medieval criou todo um gênero literário para refletir no escrito, da maneira mais clara possível, esse percurso tortuoso. As “sumas” apresentavam uma questão, as várias respostas possíveis, as razões em favor de cada uma, as articulações entre elas, as dificuldades encontradas no caminho, as soluções das dificuldades parciais e no fim, se possível, a conclusão do autor, a qual serviria em seguida de premissa para fundamentar novos argumentos nas questões seguintes. Por isso costumo dizer que uma “suma” escolástica é um longo discurso lógico-analítico construído com as conclusões de vários discursos dialéticos. E não é impossível que as conclusões das investigações subseqüentes acabem invalidando ou relativizando alguma conclusão anterior ao inseri-la num quadro de referência maior que a abrange e transcende.
Esse gênero não se pratica mais, mas a ordem essencial da investigação filosófica, sobretudo quando se expõe oralmente numa seqüência contínua de aulas, ainda é essencialmente a mesma.
Por isso mesmo é uma criancice pegar qualquer frase dita por um filósofo, sem ter a menor idéia de qual o ponto da investigação em que ele está, e julgá-la como se fosse a crença formal dele sobre algum ponto.
Infelizmente, até pessoas que se gabam da sua linda formação escolástica, quando se consideram porta-vozes autorizadas da doutrina da Igreja sem ter realmente as qualificações intelectuais requeridas para isso, adoram pinçar frases ou conjuntos de frases, sem saber de onde vieram nem aonde levam, e julgá-las como erros ou mesmo como heresias.
Minha paciência com essa gente já se esgotou.

Lendo ou relendo o meu velho artigo sobre o sr. Richard Rorty — um dos mais impolidos que já escrevi –, vocês notarão que faço o possível para entender CADA frase dele no sentido exato que ela tem no conjunto da sua filosofia, e não como opinião isolada que pudesse ser subscrita ou rejeitada em si mesma.,

Até mesmo na Justiça brasileira, frases ditas e gravadas em classe por um professor não são consideradas geralmente provas válidas quanto às opiniões dele caso não tenham sido revistas e aprovadas por ele para publicação, constituindo apenas material didático.

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Os diálogos platônicos seguem mais ou menos a mesma trilha das “sumas”, mas sem a formalidade explícita dos argumentos e, em vez disso, colocando os vários pontos de vista ou aspectos da questão na boca de personagens diferentes. Com freqüência esses diálogos são inconclusivos, ou trazem uma conclusão expressa apenas em linguagem poética, grávida de muitos significados possíveis.

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Se observo o Pe. Pio orando, com as mãos postas feridas dos estigmas de Cristo, e em seguida se produz um milagre, só uma alma empedernida negará que nesse instante tive uma visão imediata e intuitiva da ação de Deus no mundo material. Mas, quando se conversa com certo tipo de católicos, infelizmente bem numerosos no Brasil, não se pode usar a palavra “intuição” sem que ele pense que estamos nos referindo a alguma espécie de “experiência interior”, pressentimento irracional ou visão mística, e com base nisso nos condene como heréticos modernistas, discípulos de Blondel, Bergson ou mesmo Jung.
Já expliquei mil vezes que esse sentido da palavra “intuição” é uma deformação, que o intuitivo não se opõe ao racional por ser irracional, mas que ele é simples apreensão de um DADO, em contraposição ao pensamento construído. Mas não adianta. Essas pessoas não querem entender as minhas palavras no sentido que eu mesmo lhes atribuo, mas no sentido com que elas próprias se habituaram a usá-las.

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Se for aprovado o projeto de lei que o Renan Caralheiros inventou em seu interesse próprio, a tal “normalidade institucional” terá ido para o brejo de uma vez por todas, e aí só restará ao povo apelar ao método ucraniano de higienização política.

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No filme “Zellig” o personagem doidão dizia ser catedrático de masturbação na universidade. Hoje em dia essa profissão existe e louco é quem vê nisso algo de anormal.

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Os membros do Colégio Eleitoral americano estão recebendo milhares de ameaças de morte para induzi-los a eleger a Hillary em vez do Trump, votando contra o eleitorado dos seus Estados. Vocês ainda se lembram da afetação de escândalo da Hillary quando o Trump disse apenas que não podia prometer de antemão e incondicionalmente aceitar o resultado das eleições? Nunca o resultado de uma eleição foi rejeitado e combatido de maneira tão ostensiva e violenta quanto o é agora pelos adeptos da Hillary. Ela acusou o Trump, antecipadamente, de cometer o crime que ela mesma está cometendo. É clássico. A mentalidade esquerdista é porca desde a raiz.

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Deus concebido apenas como “causa primeira” é uma tese aceita em comum por cristãos, judeus, muçulmanos e deístas em geral. É óbvio que Deus reduzido à função de causa primeira é uma idéia, uma abstração, e não o Deus real e concreto da fé cristã. Minha pergunta sempre foi se a razão natural tinha de se deter nesse ponto, deixando tudo o mais por conta da fé, como parece ser a opinião de Sto. Tomás. Ora, no tempo de Sto. Tomás simplesmente não existia a ciência histórica, que nos dá a chance de conhecer a ação do Deus real e vivo no mundo, alargando formidavelmente o território acessível à razão natural. Que é que pode haver de escandaloso ou de “modernista” nisso?

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A prova lógica pela contingência nos dá a certeza suficiente da existência de “um” Deus criador, mas não prova que esse Deus seja o Deus do cristianismo, o Deus da Santíssima Trindade. O que nos assegura que Ele o seja é a Revelação, a fé. Mas, depois de dois milênios de cristianismo, não temos indícios suficientes da ação de Deus no mundo que nos permitam reforçar a fé com novos argumentos racionais? Quando digo que a prova pela contingência só nos oferece uma “certeza razoável” em vez de absoluta, estou me referindo ao Deus da cristandade, não ao Deus genérico; é claro que da existência deste a prova lógica dá certeza absoluta, mas isso, evidentemente não basta.

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Se alguém me pergunta se, ao falar de “certeza razoável”, eu tinha a intenção de negar a certeza lógica absoluta da prova pela contingência, a resposta é simples: com relação a um Deus criador em geral, a prova dá, obviamente, a certeza absoluta; mas, de que esse Deus seja o Deus cristão, e não, por exemplo, o dos muçulmanos, ela dá no máximo uma indicação razoável, a ser reforçada pela fé,

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A palavra “Deus” é a mesma quando nos referimos ao Deus de Aristóteles (ou dos muçulmanos) e ao Deus da Santíssima Trindade. Toda a dificuldade poderia ter sido removida se, em vez de sair logo julgando e condenando, os interessados tivessem me perguntado simplesmente a qual desses eu me referia ao falar de “certeza razoável”.

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Os comunistas jamais fizeram intrigas tão pérfidas contra mim como aquelas que vêm de pessoas que se dizem católicas ou protestantes. Os comunistas apenas repetiam os chavões de sempre, mas esses guardiões da fé capricham na malícia dos detalhes. Nada corrompe mais devastadoramente uma alma do que o desejo de parecer mais santa que a do vizinho.

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A coisa mais óbvia do mundo é que a classe política é MUITO MAIS DESONESTA do que a média dos brasileiroa. A mera existência do Poder Legislativo se torna assim uma ameaça à segurança da população.

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Quando vocês virem por aí um tubo de xilocaína, não o espremam antes de certificar-se de que não é o Arruinaldo Azevedo em formato industrial.

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Pela lógica, os filósofos só provam a existência do Deus dos filósofos, o qual, sem a Revelação e a fé, só corresponde ao Deus verdadeiro metonimicamente.

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Minha pergunta é se, com a ajuda da ciência histórica, sobretudo da história crítica dos milagres e das profecias, os filósofos, em vez de contentar-se com uma metonímia, não poderiam fazer uma forcinha em favor do Deus verdadeiro sem deixar tudo por conta da fé.

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A razão natural tem limitações, é claro, mas, se é certo que “veritas filia temporis”, essas limitações não precisam permanecer tão estritas quanto pareciam em épocas passadas.

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O @bonifacio_filme está iniciando a campanha “Expedição Europa”. Contribua e concorra a um busto de José Bonifácio.

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Bloqueei um tal de Marcelo Tutano, que se acha o líder da primeira intervenção militar sem militares já vista no mundo. Não vou discutir com moleque histérico.

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Depois desse golpe dos bandidos que se anistiam a si mesmos, toda confiança nas “nossas instituições” se tornou loucura pura e simples. Como é diante dessas mesmas “instituições” que os nossos militares estão prosternados, numa ânsia de exibir bom-mocismo como nunca se viu no mundo, gritar “Intervenção militar!” me parece (espero estar errado) ser apenas auto-hipnose histérica de fracotes desesperados apelando a um fortão inexistente ou anestesiado. Não vejo outra saída senão aquela mesma da qual venho falando há anos: a organização da militância popular para a desobediência civil maciça.

Marco Borgerth Caro Olavo, o senhor é o líder de toda oposição real no Brasil. Sou seu aluno e admirador. Porém, vejo-me obrigado a dizer: o MBL e outros similares ganharam espaço porque o senhor não deu orientação clara sobre atitudes práticas que deveriam ser tomadas. “Desobediência civil maciça” é algo vago. As pessoas realmente não sabem o que isso quer dizer. “Impeachment da Dilma” foi algo bem concreto a que as pessoas puderam se apegar. O senhor terá que ser o maestro de ações concretas, caso contrário, vamos estar novamente nas mãos de movimentos ingênuos. Lembre-se: o senhor tem clareza da situação e do que deve ser feito. Seus alunos e admiradores, não necessariamente.
Olavo de Carvalho =Marco Borgerth Caralho! Indiquei até manuais práticos de desobediência civil! Você leu algum?

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Em 1964 os militares só se mexeram depois de estar em plena ação, com mais de um ano de antecedência, um vasto movimento popular apoiado (a) pela maioria dos governadores de Estados; (b) pela maioria da Câmara e do Senado; (c) pela totalidade da grande mídia; (d) pelo empresariado em peso; (e) pela Igreja Católica. Agora todos esses agentes estão contra. SÓ O POVO quer mudar o estado de coisas. Ou ele se organiza e age, sem nada esperar de gente “de cima”, ou vai ficar de quatro pelos séculos dos séculos.

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O Marcos Banho é aquele sujeito que dizia que uma mesma gramática igual para o povo inteiro era coisa antidemocrática. Agora ele quer matar todo mundo. Nada mais coerente.

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Até agora as coisas mais saudáveis que já aconteceram na política brasileira dos últimos anos foram (a) Os protestos de rua em março de 2015; (b) O povo nos estádios mandando a Dilma tomar no cu; (c) os panelaços; (d) O povo xingando deputados, senadores e ministros na rua, em restaurantes, em toda parte. Aí vem a pergunta clássica: Por que parou? Parou por que?

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Amanhã. Só amanhã. 40% de desconto em todos os cursos avulsos do Seminário de Filosofia.https://t.co/MG3laqqbtx https://t.co/JPXnxWGEbv

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Sempre confiei no patriotismo do @OnyxLorenzoni. Ele não me decepcionou.

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Acabo de bloquear uma tal de “Joice Roxane” — evidentemente um fake.

A astrologia

Há trinta anos venho repetindo: A astrologia não é nem uma ciência nem uma pseudociência. É um PROBLEMA CIENTÍFICO atemorizante e fascinante, que ainda mal chegou a ser formulado, quanto mais estudado. Tudo quanto escrevi a respeito é uma tentativa de formulá-lo. Pessoas que não são capazes nem mesmo de imaginar que há um problema a formular são as que mais têm opiniões definitivas a respeito.

Já que alguém falou de astrologia, minha teoria concernente aos horóscopos, até o ponto em que a desenvolvi tempos atrás, pode se resumir assim: O horóscopo é uma figura fixa, e os trânsitos e progressões dos planetas obedecem a um algoritmo também fixo dado de antemão. Logo, o horóscopo de nascimento, ao contrário do que dizem os astrólogos, não pode corresponder a uma entidade tão instável a cambiante como a “personalidade” humana. Ou o horóscopo não corresponde a nada, ou só pode corresponder a algum elemento fixo por baixo da personalidade em mutação. Qualquer “estudo estatístico” que não levasse essa distinção em conta só criaria mais problemas em vez de resolvê-los. A única entidade a que o horóscopo poderia corresponder, e ainda assim muito esquematicamente, seria àquilo que Kant chamava “caráter inteligível”, a estrutura supratemporal da individualidade. Mas, como observava o próprio Kant, o caráter inteligível não pode ser conhecido por meios humanos, apenas vagamente entrevisto por partes isoladas. Para que um estudo científico da questão astrológica (não da “astrologia” socialmente existente como prática profissional) fosse possível, seria preciso primeiro operar, pelo método fenomenológico, a redução da personalidade real aos seus elementos imutáveis (o que colocava problemas de expressão verbal quase insolúveis), para depois conceber um método comparativo que permitisse averiguar se existia ou não alguma correspondência estrutural com os horóscopos, interpretados não segundo técnicas astrológicas usuais, mas segundo uma reformulação fenomenológica igualmente difícil e problemática. Foi esse o projeto que denominei, numa clara alusão kantiana, “O Caráter como Forma Pura da Personalidade”. Não creio que isto seja assunto para se discutir com o Villa.