30/10/2016

Não deixa de ser significativo que aqueles que mais falavam em “democracia participativa”e em “transparência” tenham sido justamente os mesmos que construíram o governo mais secreto, mais opaco de todos os tempos, e os mesmos que condenaram como “golpe” a expressão direta da vontade popular majoritária. Quando um comunista lhe diz “Bom dia”, volte imediatamente para casa para pegar seu guarda-chuva e suas galochas.

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Como falsificar pesquisas eleitorais:

http://www.zerohedge.com/news/2016-10-29/abc-wapo-effectively-admit-they-tampered-their-polls-hillary-lead-shrinks-2-points

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Foro Internacional pela Democracia. @NAS_RUAS @brubas https://t.co/UDAq5uZYLX

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Como falsificar pesquisas eleitorais:

http://www.zerohedge.com/news/2016-10-29/abc-wapo-effectively-admit-they-tampered-their-polls-hillary-lead-shrinks-2-points

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Não falo mais com católico abortista, com americano clintonista nem com judeu anti-Israel. Estou velho demais para aguentar essas merdas.

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Stella Caymm
Com David Cottle, músico americano, e Leilah Carvalho!

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É bom lembrar: Semanas atrás, no “Update Brazil”, o Jeff Nyquist previu que um baita escândalo envolvendo a Hillary viria do FBI antes da eleição. É assim que a gente vai aprendendo quais são as fontes de informação confiáveis.

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Mais um escândalo: Hillary protegendo vendedores de órgãos de bebês abortados:

http://www.wnd.com/2016/10/hillary-linked-to-baby-body-parts-scandal/

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Comparado com a candidatura da Hillary, o Petrolão foi um gesto de benemerência.

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Os crimes da Hillary Clinton são daqueles que, ultrapassando por sua quantidade, envergadura e monstruosidade a imaginação dos medíocres, despertam neles antes uma desatenção anestésica do que uma atenção inquietante. E acabam passando por inexistentes.

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Censura em ação:

http://thehill.com/policy/national-security/303322-rnc-new-fbi-review-of-clinton-emails-stunning-development

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Mais um escândalo: Hillary protegendo vendedores de órgãos de bebês abortados:

http://www.wnd.com/2016/10/hillary-linked-to-baby-body-parts-scandal/http://www.wnd.com/2016/10/hillary-linked-to-baby-body-parts-scandal/

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As regras de etiqueta sempre foram mais exigentes na Inglaterra do que nos EUA, mas os ingleses tinham a arte de rompê-las com inteligência nos momentos em que estavam em jogo considerações mais altas. Toda a carreira de sucessos de Winston Churchill prova isso, e agora a do Nigel Farage. Os americanos, pelo menos os da elite mandante, parecem jamais ter perdido o complexo colonial que, ao imitar de longe os modos da Metrópole, o faz com uma rigidez de principiante que os torna ridículos e disfuncionais, quando não francamente danosos.

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Não há nada mais deselegante do que o crime, mas, como os manuais de etiqueta não o mencionam, ele causa menos escândalo do que um peido ou um gracejo de mau gosto.

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http://thehill.com/policy/national-security/303322-rnc-new-fbi-review-of-clinton-emails-stunning-development

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Recordar é viver:

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“If you take a step back from tribal politics, you’ll see that Mrs. Clinton has clearly disqualified herself from ever coming near classified information again.”
John Kass, no Chicago Tribune

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A Hillary falando do James Comey é o Lula falando do Sérgio Moro.

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O que tem de gente usurpando a voz de Deus não está no gibi. Cada um, investido de um mandato celeste, fala com autoridade divina. Nesta porra, todo mundo é um anjo do Senhor: só eu sou apenas um rapaz latino-americano.

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É curioso. Sou branco e heterossexual e não tenho nenhum orgulho disso — nem vergonha, é claro. Também não tenho orgulho nem vergonha de medir 1m71, de calçar sapato 41 (10, nos EUA), de ter duas orelhas em vez de três, de ter dez dedos nas mãos em vez de doze ou 423, nem de possuir apenas uma piroca de tamanho médio com a qual gerei oito filhos pela corriqueira via vaginal por absoluta falta de imaginação. As pessoas hoje em dia se orgulham de cada bobagem!

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O Freixko perdeu para a tal da Abstenção. O Piçol broxou.

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A Hillary es fueda mesmo. Ela está berrando que a abertura de inquérito contra um candidato duas semanas antes da eleição é “sem precedentes”, mas o precedente está aqui: em 1992 os Clintons soltaram rojões de felicidade quando o procurador-geral Lawrence Walsh, uma semana antes da votação, abriu inquérito envolvendo o presidente Bush, que perdeu a reeleição por isso:

http://www.washingtonexaminer.com/flashback-clinton-cheered-11th-hour-indictment-that-doomed-bush-reelection/article/2606000

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Quem disse que a História é a História dos vencedores não conhecia o Brasil. Neste país a História é eminentemente a arma dos perdedores, que por meio dela instilam entre os estudantes universitários — futura liderança política — o desejo de vingança e a estratégia da revanche. Foi assim em 1964 e já está sendo de novo com a derrubada da Dilma. Tão logo votado o impeachment, a esquerda já convocou seus historiadores de aluguel para bloquear o acesso à verdade dos fatos e consagrar a versão “golpe” como a explicação oficial a ser adotada em todas as universidades brasileiras. Paulo Moreira Leite, André Singer, Hebe Matos, Jessé Souza, Palmério Dória são apenas alguns dos autores envolvidos na operação. Se os vencedores de hoje, como os militares de 1964, não reagirem em tempo — o que dificilmente acontecerá, dada a proverbial indolência intelectual da “direita” — seu lugar na lata de lixo da História estará garantido.

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O Dick Morris tem razão: mais do que o inquérito contra a Hillary, o que favoreceu a candidatura Trump foi o aumento estratosférico das mensalidades do Obamacare.

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Só o que pode favorecer o futuro do antipetismo é que na esquerda não há mais escritores bons habilitados a consagrar a versão “Dilma coitadinha” na literatura. Ainda lemos “Quarup” e “Pessach: a Travessia” com algum interesse, mas quem, daqui a vinte anos, lerá o Paulo Moleira?

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Caraca, um mês atrás, quando esteve na minha casa, o Jeff Nyquist já avisava que havia um estado de motim no FBI contra a tentativa do governo de abafar a investigação sobre os e-mails da Hillary. Quem chama o Jeff de teórico da conspiração é mulher de padre:

http://www.wnd.com/2016/10/resignations-letters-piling-up-at-fbi/

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