19/10/2016

Cada vez mais doidinho.

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Perguntinha: E quem disse que “neutralidade de gênero” não é um estereótipo?

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A raposa fiscalizando o galinheiro:

http://dailycaller.com/2016/10/18/key-members-for-the-commission-on-presidential-debates-are-in-bed-with-hillary-clinton/

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De fato, os documentos do Papa Pio XI desapareceram da página oficial do Vaticano. O link remete aos textos do sr. Chico Bergoglio. O Vaticano censurando encíclicas papais já não é um caso de “infiltração”, mas de OCUPAÇÃO. Simplesmente não é possível ser fiel à Igreja e ao sr. Bergoglio — e sua equipe — ao mesmo tempo.

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“Neutralidade de gênero” não existe no reino animal nem no vegetal. Só no reino mineral e na linguagem de quem o inventou. É o ESTEREÓTIPO CULTURAL POR EXCELÊNCIA.

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De fato, os documentos do Papa Pio XI desapareceram da página oficial do Vaticano. O link remete aos textos do sr. Chico Bergoglio. O Vaticano censurando encíclicas papais já não é um caso de “infiltração”, mas de OCUPAÇÃO. Simplesmente não é possível ser fiel à Igreja e ao sr. Bergoglio — e sua equipe — ao mesmo tempo.

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Essa gente está atrasada. No Brasil todos os jornalistas já são robôs faz muito tempo:

http://www.mirror.co.uk/news/uk-news/robot-reporters-replace-journalists-one-9069938

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Um tarado me enviou uma mensagem pedindo para engravidá-lo, seguida de outra sobre uma cidade da Espanha, de 2600 habitantes, onde o comunismo funciona. É claro que uma cidade comunista funciona bem num país capitalista, alimentado pelos impostos do restante da nação. Mas, a despeito disso, para engravidar o cidadão terei de consultar primeiro o dr. Paulo Ghiraldelli sobre as perspectivas da fecundação anal.

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Quando você diz uma palavra contra o racionalismo iluminista, já aparece algum idiota carimbando você como irracionalista. Mas a Razão que se cultuava nesse movimento, sobretudo na sua versão alemã, não se opunha à Irrazão (pelo simples motivo de que as correntes irracionalistas apareceram muito depois e ninguém pode se opor a uma filosofia inexistente) e sim ao dado, à experiência, à realidade. Tudo o que não fosse construído pela livre iniciativa da razão humana, sem dar a menor satisfação ao mundo material e sensorial, era tido como absurdo, inexistente ou incognoscível.

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Cada vez que um muçulmano comete um atentado terrorista nos EUA, a reação do governo Obama é rápida e fulminante: ameaça processar quem fale mal do Islam.

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Não conheço — e suspeito mesmo que jamais existiu — um só ateu cujo ódio à religião não tenha nascido de uma revolta adolescente contra as limitações que ela impunha ao seu anseio de satisfações sexuais. Toda a argumentação ateística, inclusive a mais científica em aparência, não passa de um sistema de racionalizações construído em cima de desejos sexuais real ou supostamente ameaçados pela moral religiosa.
Quando o sujeito amadurece e chega finalmente a compreender que a frustração sexual é inerente ao destino humano e independe da quantidade maior ou menor de tolerância vigente na sociedade, aí é tarde para mudar de idéia, pois a argumentação ateística, desprovida de toda a sua antiga função defensiva, já se integrou na personalidade da criatura como um hábito indesarraigável.

Paula Felix Mas a ser este o diagnóstico, o solapamento da moralidade sexual não deveria ter levado o ateísmo à extinção?
Olavo de Carvalho Paula Felix Nunca. Nenhuma quantidade de liberdade sexual atenua o sentimento de repressão.

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Só indivíduos anormalmente simples e sinceros conseguem sentir-se à vontade na condição de pecadores crônicos que contam com a paciência divina para ajudá-los a livrar-se progressivamente do pecado sem grandes dramas ou encenações de arrependimento exagerado. A maioria escolhe entre revestir-se logo de uma carapaça de santidade postiça — compensando o desconforto mediante vituperações histéricas da imoralidade alheia — ou proclamar que o pecado está certo e Deus é que é o errado.

Saymon Santos Olavo, o meu pastor quer muito que eu “vá lá na frente aceitar a Cristo” o que eu faço para ele entender que eu já o tenho no meu coração?

Olavo de Carvalho Saymon Santos Vá mil vezes e agradeça.

Olavo de Carvalho Saymon Santos Se não tivéssemos poder de escolha não poderíamos pecar. Deus seria o autor de todos os pecados.

 

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Moralismo e imoralismo coexistem quase que necessariamente. Na Itália, durante a Renascença, o homossexualismo tornou-se endêmico justamente nas cidades onde era punido com a pena de morte.

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Poucos entendem que a religião não existe para suprimir o pecado, mas para perdoá-lo tantas vezes quantas seja necessário para você começar a gostar mais do amor divino que de qualquer outro objeto de desejo. Deus não é moralista, é apenas ciumento: quer que você goste mais d’Ele que de qualquer outra coisa.

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Imitando o exemplo edificante do Marcelo Freixko, venho aqui confessar meus delitos de adolescente, já que, como ele, fui criado na rua e nunca morei em prédio com play-ground: roubei um livro da biblioteca da escola (Obras Completas de Spinoza) e dois discos de proprietário desconhecido (devolvendo-os discretamente quando descobri o dono); chamei uma garota de puta sem a menor razão; ameacei de morte o grandalhão que havia batido num amigo meu; encoxei quantas garotas estivessem ao meu alcance e toquei punhetas incontáveis. Só que, ao contrário do célebre candidato à prefeitura do Rio, não acho que nada disso seja motivo para deixar à solta adolescentes estupradores e assassinos.

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Perguntinha: Facebook é o mais nítido canal de expressão da juventude estudantil — aquela parcela da população que na América, segundo se diz, vota predominantemente na Hillary. Se esta lidera as pesquisas, qual a probabilidade matemática de que justamente no Facebook ela tenha QUATRO MILHÕES de seguidores a menos do que o Donald Trump?

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á descobriram quatro milhões de títulos de eleitor falsos nos EUA… and counting. Essa é a única esperança da Hillary, como a Smartmatic foi a do PT.

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Um homem grande, forte, saudável, engraçado, autor de piadinhas obscenas, contra uma véia caquética, ranheta e autora de crimes e desgraças inumeráveis. Que alguém hesite na escolha entre os dois é quase inacreditável.

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O criador das cenas de violência montadas para melar os comícios do Trump esteve 342 vezes na Casa Branca, 47 delas com o Obama pessoalmente. Precisa dizer mais?

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Sentir-se reprimido, discriminado ou ofendido é coisa totalmente subjetiva, independente da experiência real. Uns desprezam até ofensas e perseguições violentas, enquanto outros se sentem feridos de morte por uma piadinha ou um vago olhar de ironia.

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A pressa em sentir-se ofendido é sinal de baixíssima qualidade moral.

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