Curriculum Vitæ de Olavo de Carvalho

Curriculum Vitæ

Organizado por Roxane Andrade de Souza e Érika Pinheiro

Curitiba

2005

INTRODUÇÃO

 

OLAVO DE CARVALHO, nascido em 1947, tem sido saudado pela crítica como um dos mais originais e audaciosos pensadores brasileiros. Homens de orientações intelectuais tão diferentes quanto Jorge Amado, Roberto Campos, J. O. de Meira Penna, Bruno Tolentino, Herberto Sales, Josué Montello e o ex-presidente da República José Sarney já expressaram sua admiração pela sua pessoa e pelo seu trabalho. A tônica de sua obra é a defesa da interioridade humana contra a tirania da autoridade coletiva, sobretudo quando escorada numa ideologia “científica”. Para Olavo de Carvalho, existe um vínculo indissolúvel entre a objetividade do conhecimento e a autonomia da consciência individual, vínculo este que se perde de vista quando o critério de validade do saber é reduzido a um formulário impessoal e uniforme para uso da classe acadêmica. Acreditando que o mais sólido abrigo da consciência individual contra a alienação e a coisificação se encontra nas antigas tradições espirituais ~ taoísmo, judaísmo, cristianismo, islamismo ~, Olavo de Carvalho procura dar uma nova interpretação aos símbolos e ritos dessas tradições, fazendo deles as matrizes de uma estratégia filosófica e científica para a resolução de problemas da cultura atual. Um exemplo dessa estratégia é seu breve ensaio Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos, onde se utiliza do simbolismo dos tempos verbais nas línguas sacras (árabe, hebraico, sânscrito e grego) para refundamentar as distinções entre os gêneros literários. Outro exemplo é sua reinterpretação dos escritos lógicos de Aristóteles, onde descobre, entre a Poética, a Retórica, a Dialética e a Lógica, princípios comuns que subentendem uma ciência unificada do discurso na qual se encontram respostas a muitas questões atualíssimas de interdisciplinaridade (Aristóteles em Nova Perspectiva ~ Introdução à Teoria dos Quatro Discursos). Na mesma linha está o ensaio Símbolos e Mitos no Filme “O Silêncio dos Inocentes” (“análise fascinante e ~ ouso dizer ~ definitiva”, segundo afirma no prefácio o prof. José Carlos Monteiro, da Escola de Cinema da Universidade Federal do Rio de Janeiro) que aplica a uma disciplina tão moderna como a crítica de cinema os critérios da antiga hermenêutica simbólica. Sua obra publicada até o momento culmina em O Jardim das Aflições (1985), onde alguns símbolos primordiais como o Leviatã e o Beemoth bíblicos, a cruz, o khien e o khouen da tradição chinesa, etc., servem de moldes estruturais para uma filosofia da História, que, partindo de um evento aparentemente menor e tomando-o como ocasião para mostrar os elos entre o pequeno e o grande, vai se alargando em giros concêntricos até abarcar o horizonte inteiro da cultura Ocidental. A sutileza da construção faz de O Jardim das Aflições também uma obra de arte.

É grande a dificuldade de transpor para outra língua os textos de Olavo de Carvalho, onde a profundidade dos temas, a lógica implacável das demonstrações e a amplitude das referências culturais se aliam a um estilo dos mais singulares, que introduz na ensaística erudita o uso da linguagem popular ~ incluindo muitos jogos de palavras do dia-a-dia brasileiro, de grande comicidade, praticamente intraduzíveis, bem como súbitas mudanças de tom onde as expressões do sermo vulgaris, entremeadas à linguagem filosófica mais técnica e rigorosa, adquirem conotações imprevistas e de uma profundidade surpreendente.

A obra de Olavo de Carvalho tem ainda uma vertente polêmica, onde, com eloqüência contundente e temível senso de humor, ele põe a nu os falsos prestígios acadêmicos e as falácias do discurso intelectual vigente. Seu livro O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras (1996) granjeou para ele bom número de desafetos nos meios letrados, mas também uma multidão de leitores devotos, que esgotaram em três semanas a primeira edição da obra, e em quatro dias a segunda.

Contrastando com a imagem de rancoroso ferrabrás que seus adversários quiseram sobrepor à sua figura autêntica, Olavo de Carvalho é reconhecido, entre quem desfruta de seu convívio, como homem de temperamento equilibrado e calmo mesmo nas situações mais difíceis, e como alma generosa capaz de levar às últimas conseqüências, mesmo em prejuízo próprio, o dom de amar, socorrer e perdoar. Algo da personalidade de Olavo de Carvalho transparece nestes depoimentos de seus alunos sobre o Seminário de Filosofia que ele dirige na Faculdade da Cidade, Rio de Janeiro:

“Uma escola de vida.”

EDNA TIKERPE, psicóloga

“É tudo o que eu havia sonhado em matéria de educação desde a minha adolescência.”

AHMED YOUSSIF EL-TASSA, médico

“O Seminário de Olavo de Carvalho vem, no quadro atual da educação brasileira, não apenas preenchendo uma simples lacuna, mas ocupando o espaço mesmo destinado às funções de toda educação que se pretenda superior.”

GUILHERME MOTTA, bacharel em Filosofia pelo IFICS.

“Aprender a pensar e desenvolver o raciocínio crítico. Estes eram os objetivos do curso universitário de filosofia que freqüentei. Mas esses objetivos ali não se cumprem. Para mim, a grande diferença entre o meu curso universitário e o Seminário reside nisso. No Seminário de Olavo de Carvalho é que comecei a juntar as peças, a compreender o que é pensar. Quando se descobre isto, o que é o pensar que busca a verdade, isto se torna a nossa vida, é algo que aplicamos a qualquer assunto de estudo. Isto é educação, isto é a filosofia mesma. Isto é humanizar-se. E isto o Seminário nos dá de uma maneira que não vi em nenhum outro curso.”

DENISE HERCULANO, formada em Filosofia pela PUC do Rio

 

  1. DADOS PESSOAIS
  • Nome Completo: Olavo Luiz Pimentel de Carvalho.
  • Filósofo, escritor, jornalista e conferencista, nascido em Campinas, SP, a 29 de abril de 1947, segundo filho do Dr. Luiz Gonzaga de Carvalho, advogado, e de D. Nicéa Pimentel de Carvalho.
  • Casado com D. Roxane Andrade de Souza, é pai de oito filhos.
  • Reside em Curitiba, PR
  • e-mail: lumen@openlink.com.br.
  • homepage: http://olavodecarvalho.org

 

 

  1. CARREIRA JORNALÍSTICA

Começou a trabalhar na imprensa quando não tinha ainda 18 anos completos, na Empresa Folha da Manhã S/A, onde, nos vários jornais que a compõem, foi sucessivamente repórter, redator copy desk, setorista credenciado no Palácio do Governo.

Trabalhou em seguida nos seguintes lugares e funções:

  • jornal A Gazeta, da Fundação Cásper Líbero (subeditor de reportagem local);
  • revista Atualidades Médicas (editor de texto);
  • semanário Aqui, São Paulo, de Samuel Wainer (subeditor e secretário gráfico);
  • Jornal da Semana (secretário de redação);
  • Jornal da Tarde (O Estado de S. Paulo) (redator, na Editoria de Política e Economia).

Escreveu, ainda, como colaborador, para vários outros jornais e revistas, sobre assuntos culturais. Dentre as publicações com as quais colaborou destacam-se: Nova,Contexto, Brasil-Israel, Escola, Planeta, Sala de Aula, Quatro Rodas, Imprensa, Livro Aberto, todas de São Paulo, Tribuna da Imprensa, O Globo e Jornal do Brasil, do Rio.

Atualmente, é colunista dos jornais O Globo (Rio de Janeiro), Zero Hora (Porto Alegre), Folha de S. Paulo (São Paulo) e das revistas Primeira Leitura e Bravo! e editor do jornal eletrônico www.midiasemmascara.org.

 

 

III. ESTUDOS

  1. Desde muito jovem iniciou seus estudos de filosofia, psicologia e religiões comparadas. Não tendo encontrado, na época, cursos universitários de boa qualidade sobre os tópicos que eram de seu interesse ~ e tendo recebido o Registro de Jornalista Profissional por tempo de serviço, de acordo com a legislação que então entrou em vigor ~, abdicou temporariamente dos estudos universitários formais e buscou professores particulares e conselheiros qualificados que o orientassem. Entre eles destacam-se os seguintes, merecedores de sua mais profunda gratidão, por lhe haverem dado acesso a uma formação que jamais poderia adquirir numa universidade brasileira:
  • Juan Alfredo César Müller, psicólogo clínico diplomado pelo Instituto de Psicologia de Zurique e ex-aluno de Jung, L. Szondi e Marie-Louise von Franz; sob a orientação do Dr. Müller, estudou psicologia durante mais de dez anos;
  • Marcel van Cutsem, filólogo e erudito belga, residente em São Paulo, sob cuja orientação estudou línguas e literatura;
  • Lívio Vinardi, físico e esoterista argentino, sob cuja orientação estudou bioenergética, parapsicologia e assuntos afins.
  • Marco Pallis, religioso e erudito budista, residente em Londres, autor de A Buddhist Spectrum, Peaks and Lamas e The Way and the Mountain, livros clássicos na área das Religiões Comparadas.
  • José Khoury, erudito e filólogo libanês, de quem aprendeu princípios de língua árabe e história da civilização islâmica.
  • Martin Lings, diretor da Seção de Manuscritos Orientais do Museu Britânico, de quem recebeu orientação pessoal para o estudo de religiões comparadas.
  1. Estudou Filosofia no Conjunto de Pesquisa Filosófica (Conpefil) da PUC do Rio de Janeiro. Embora já tendo apresentado dois trabalhos de conclusão do curso ~Estrutura e Sentido da Enciclopédia das Ciências Filosóficas de Mário Ferreira dos Santos e Leitura Analítica da “Crise da Filosofia Ocidental” de Vladimir Soloviev ~, não chegou a graduar-se por causa da misteriosa extinção da entidade logo após o falecimento de seu fundador e diretor, Pe. Stanislavs Ladusãns, s. j. .
  2. Estudou Desenho Artístico na Escola Panamericana de Arte (São Paulo).
  3. Freqüentou e concluiu o curso de Produção e Direção Cinematográfica da Comissão Estadual de Cinema de São Paulo (1970).
  4. A partir de 1975, concentrou seus esforços no estudo das Artes Liberais ~ as sete disciplinas básicas para a formação dos letrados na Europa Medieval (Lógica, Retórica e Gramática; Aritmética, Música, Geometria e Astrologia) ~, adquirindo, neste domínio, uma formação sólida que o transformou numa reconhecida autoridade, constantemente convidado, que é, a fazer palestras e cursos sobre o assunto em instituições científicas e universitárias (v. mais adiante).
  5. É perfeito dominador do idioma português; lê e escreve com correção em três línguas estrangeiras (inglês, francês e espanhol), lê correntemente em italiano, embora não escreva nessa língua com segurança, e tem ainda conhecimentos de alemão, árabe (clássico), grego (clássico) e latim.

 

  1. CURSOS E CONFERÊNCIAS

A partir de 1977, a convite de várias entidades culturais, começou a dar conferências e, logo em seguida, cursos sobre os vários assuntos que vinha estudando, e sobre os quais já tinha, então, publicado alguns artigos na imprensa paulista.

Dada a impossibilidade de fazer um levantamento completo desses cursos e conferências, destacamos aqui os seguintes:

  1. “Introdução ao Estudo das Medicinas Tradicionais”, palestra pronunciada no Seminário sobre Sistemas Culturais de Saúde, do Ministério da Previdência e Assistência Social e Secretaria de Estado da Saúde (SP), em 21 de agosto de 1986.
  2. “Saúde e Cultura”, palestra no Ciclo de Debates Medicina e Cura, na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), durante o XVIII Ecem (Encontro Científico dos Estudantes de Medicina), em 26 de julho de 1987.
  3. “Introdução ao Estudo das Ciências Tradicionais”, palestra no Instituto de Biociências da USP, em 25 de maio de 1981.
  4. “Felicidade e Infortúnio”, palestra no I Simpósio de Casamento e Divórcio, da Sociedade Brasileira de Szondi, São Paulo, 26 de abril de 1980.
  5. “Possibilidades e limites da pesquisa científica em astrologia”, palestra pronunciada no ciclo Cosmo: Realidade e Ficção, promovido pelo SESC (Serviço Social do Comércio), São Paulo, 16 de outubro de 1989.
  6. “Introdução às Artes Liberais”, série de cinco palestras proferidas na Escola Dante Alighieri (Salvador, BA), novembro de 1988.
  7. “Ortega y Gasset”, palestra proferida na Associação Pallas Athena, São Paulo, 13 de julho de 1984.
  8. “Introdução ao pensamento filosófico de Mário Ferreira dos Santos”, palestra na União Brasileira de Escritores, São Paulo, 7 de março de 1989.
  9. “Simbolismo Maçônico n’A Flauta Mágica de Mozart”, conferência pronunciada no Teatro Municipal de São Paulo para a Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo, em 8 de setembro de 1983.
  10. “Ler e escrever: Introdução ao Trivium“, curso privado lecionado de junho a dezembro de 1984.
  11. “Introdução à Vida Intelectual”, curso proferido de março de 1987 a março de 1989 no Instituto Sto. André, Rio de Janeiro. Sob o nome de “Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades”, prossegue até hoje em São Paulo.
  12. “O fim do ciclo nacionalista”, Palestra no Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos (Rio de Janeiro), abril de 1992.
  13. “A Violência como Metáfora: O Silêncio dos Inocentes“, palestra no ciclo Violência contra a Infância, comemorativo da Semana da Criança de 1993, no Ins

tituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

  1. “História Essencial da Filosofia”, curso em doze aulas, proferido de julho a setembro de 1993 na Casa de Cultura Laura Alvim (Rio de Janeiro), e repetido de outubro a dezembro no mesmo local.
  2. “Pensamento e Atualidade de Aristóteles”, curso em vinte aulas, na Casa de Cultura Laura Alvim, março-julho de 1994.
  3. “Análise simbólica do filme Coração Satânico“, conferência no ciclo Leituras e Linguagens ~ Universidade Estadual do Norte Fluminense, Campos RJ, 4 de abril de 1995.
  4. “Aristóteles em nova perspectiva”, curso em doze aulas na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Católica de Salvador, BA, 8 a 19 de maio de 1995.
  5. “Filosofia e ensino da filosofia no Brasil”, conferência no Encontro Estadual de Estudantes de Filosofia, Universidade Católica do Salvador, BA, 10 de junho de 1995.
  6. “A estrutura do Organon e a unidade das Ciências do discurso em Aristóteles”, comunicação lida no V Congresso Brasileiro de Filosofia, seção de Lógica e Filosofia da Ciência, na Faculdade de Direito da USP em 5 de setembro de 1995.
  7. “A Arte de Estudar”, série de quatro conferências no Instituto Cultural Brasil-Alemanha (Salvador-BA) novembro de 1995.
  8. “Aristóteles em Nova Perspectiva”, série de três palestras no Depto. de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco, 10-12 de janeiro de 1997.
  9. “Situação presente da cultura brasileira”, conferência no lançamento do livro O Imbecil Coletivo, Teatro da Faculdade da Cidade, Rio de Janeiro, 22 de agosto de 1996.
  10. “Empresariado e cultura”, conferência na Associação Gaúcha dos Advogados de Direito Imobiliário Empresarial, 10 de maio de 1997.
  11. “O Futuro do Pensamento Brasileiro”, conferência no Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, 13 de maio de 1997.
  12. “Os mais excluídos dos excluídos” (Les plus exclus des exclus), conferência proferida na UNESCO em Paris, em 23 de maio de 1997.
  13. “Introdução à lógica e à metodologia científica”, curso em cinco aulas na Escola Superior de Administração Fazendária (Esaf) da Delegacia da Receita Federal, Rio de Janeiro, 13-17 abril 1998.
  14. “Reparando uma injustiça pessoal”, conferência no Clube Militar do Rio de Janeiro, 31 de março de 1999.
  15. “Filósofos brasileiros do século XX”, conferência na Casa de América Latina, Bucareste, Romênia, 8 de setembro de 1999.
  16. “Christianisme et globalisation”, conferência no congresso Latinité et Nouvel Ordre Mondial, Cluj-Napocca, Romênia, julho 1998.
  17. “Ser e poder: o problema fundamental da filosofia política”, conferência no congresso United Nations Intellectual Leaders Striving for the Stable Development of Mankind, ONU Conference Room I, New York, 5 de janeiro de 2001.
  18. “Censura e desinformação”, conferência no Clube Naval do Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2001.
  19. “Sobre a defesa nacional”, conferência no I Simpósio sobre Estratégia da Resistência e Mobilização da Vontade Nacional, promovido pelo Comando Militar da Amazônia em 7 de dezembro de 2001.
  20. “Sistemas políticos contemporâneos”, conferência na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, 2 de maio de 2002.
  21. “Argumento e prova em Direito e Ciência Política”, curso no Instituto Brasiliense de Direito Público, Brasília, DF, 27.fev / 2 mar. 2002.
  22. “Educação Liberal”, curso no Instituto Paraná Desenvolvimento, março-maio 2002.
  23. “Totalitarismo Islâmico: herdeiro do comunismo e do nazismo”, palestra realizada no clube paulistano A Hebraica, 24 mai. 2004.
  24. “O Brasil perante os conflitos da nova ordem mundial: oportunidades e desafios”, palestra na OAB-SP, 6 ago. 2004.
  25. “Seminário de Filosofia”, curso em Curitiba, São Paulo e Porto Alegre.
  26. “História Essencial da Filosofia”, curso em Curitiba e São Paulo.

Pronunciou ainda vários outros cursos e conferências nas seguintes entidades: Associação Paulista de Medicina, SP, Universidade Estadual de Campinas, SP, Centro Educacional da Lagoa, RJ, Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos, RJ, Espaço Verdi, UERJ, Instituto Liberal, Instituto de História e Geografia Militar do Brasil, Clube Militar (Rio de Janeiro), Universidade Mackenzie (São Paulo), Casa de Cultura Laura Alvim, RJ, Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Associação Comercial do Rio de Janeiro, UNESCO (Paris), ONU (Nova York).

 

 

  1. PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS [seleção]

 

  • V Congresso Brasileiro de Filosofia, Faculdade de Direito USP, 5 de setembro de 1995.
  • Colóquio do Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE, 13 de maio de 1997 (sessão especial de debates sobre a obra de Olavo de Carvalho).
  • Forms and Dynamics of Exclusion, congresso da Maison des Sciences de l’Homme, Unesco, Paris, 22-25 de maio de 1997.
  • Liberalismo no Brasil, colóquio do Liberty Fund, Gramado, RS, 2 de fevereiro de 1997.
  • Liberdade, democracia, progresso e História no pensamento de José Guilherme Merquior, Colóquio do Liberty Fund, Teresópolis, 3 a 6 de setembro de 1997.
  • Reforma do Estado, Colóquio do Instituto Liberal, Brasília, 8 e 9 de maio de 1998.
  • Latinité et Nouvel Ordre Mondial, Cluj-Napocca, Romênia, julho 1998.
  • United Nations Intellectual Leaders Striving for the Stable Development of Mankind, ONU Conference Room I, New York, 5 de janeiro de 2001.
  • Planetary Articulation:The Life, Thought, and Influence of Eugen Rosenstock-Huessy, Allerton Park Conference Center, Monticello, Illinois, USA, 2002.
  • Seminario Internacional “Forjando Liderazgo”, Universidad del Salvador, Red Interamericana para la Prevención del Uso de Drogas e Drug Free America Foundation, Buenos Aires, 2003.

 

  1. OUTRAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS E CULTURAIS

 

  • Fundou e dirigiu, com Luiz Pellegrini, a Livraria Zipak, em São Paulo.
  • Foi membro-fundador da Sociedade Brasileira de Szondi, sociedade científica destinada a estudar e difundir a obra do psiquiatra húngaro L. Szondi (1893-1988)
  • É consultor da Enciclopédia Barsa e do Almanaque Abril para assuntos de Filosofia, Simbolismo e Religiões Comparadas.
  • Fundou e dirigiu, com Ênio Squeff e Olga Kanashiro, o Cineclube do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
  • Organizou e dirigiu o estande da Faculdade da Cidade Editora e da Topbooks Editora e Distribuidora de Livros Ltda. na Bienal do Livro do Rio de Janeiro de 1997.
  • Dirigiu a Faculdade da Cidade Editora, Rio de Janeiro, onde promoveu a edção de obras importantes como O Espírito das Revoluções, de J. O de Meira Penna, A Filosofia de Maurice Blondel, de João de Scantimburgo, Teatro Oficina: Onde a Arte não Dormia, de Ítala Nandi, e Senso Incomum, de Alan Cromer.
  • Dirigiu o Seminário de Filosofia da Faculdade da Cidade, Rio de Janeiro.
  • Dirige a coleção Biblioteca de Filosofia da Editora Record S/A.

 

 

 

 

  1. ESCRITOS

 

  1. Livros publicados
  2. Questões de Simbolismo Astrológico (São Paulo, Speculum, 1983).
  3. Universalidade e Abstração (São Paulo, Speculum, 1983).
  4. O Crime da Madre Agnes, ou: A Confusão entre Espiritualidade e Psiquismo (São Paulo, Speculum, 1983).
  5. Astros e Símbolos (São Paulo, Nova Stella, 1985).
  6. Fronteiras da Tradição (São Paulo, Nova Stella, 1987).
  7. Símbolos e Mitos no Filme “O Silêncio dos Inocentes” (Rio de Janeiro, Instituto de Artes Liberais/Stella Caymmi Editora, 1992).
  8. Os Gêneros Literários: Seus Fundamentos Metafísicos (Rio de Janeiro, Instituto de Artes Liberais/Stella Caymmi Editora, 1992).
  9. O Caráter como Forma Pura da Personalidade (Rio de Janeiro, Astroscientia Editora/Instituto de Artes Liberais, 1993).
  10. A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci(Rio de Janeiro, Instituto de Artes Liberais/Stella Caymmi Editora, 1994: 1ª edição, fevereiro; 2ª, agosto).
  11. Uma Filosofia Aristotélica da Cultura (Rio de Janeiro, Instituto de Artes Liberais/Stella Caymmi Editora, 1994).
  12. O Jardim das Aflições: De Epicuro à Ressurreição de César ~ Ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil (Rio, Diadorim, 1995).
  13. O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras (Rio, Faculdade da Cidade Editora e Academia Brasileira de Filosofia, 1996; 6a. edição, maio de 1998).
  14. Aristóteles em Nova Perspectiva: Introdução à Teoria dos Quatro Discursos (Rio, Topbooks, 1996).
  15. Como Vencer um Debate sem Precisar Ter Razão. A “Dialética Erística” de Arthur Schopenhauer ~ Texto e Comentários (Rio, Topbooks, 1997).
  16. O Futuro do Pensamento Brasileiro: Estudos sobre o Nosso Lugar no Mundo (Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997)
  17. A Longa Marcha da Vaca Para o Brejo & Os Filhos da PUC. O Imbecil Coletivo II (Rio, Topbooks, 1998).

 

  1. Apostilas de cursos (distribuição interna no Inst

ituto de Artes Liberais)

  1. Seminário Permanente de Filosofia e Humanidades. 42 fascículos.
  2. Pensamento e Atualidade de Aristóteles. 7 fascículos.

 

  1. Traduções e serviços editoriais
  2. A Glândula Tireóide: Suas Funções e Disfunções, pelo Dr. José Carlos da Rosa, Org., (preparação do texto), São Paulo, ESPE, 1976.
  3. Tabu, por Allan Watts (tradução), São Paulo, Editora Três, 1978.
  4. Comentários à “Metafísica Oriental” de René Guénon, de Michel Veber (edição e organização), São Paulo, 1983.
  5. As Seis Doenças do Espírito Humano, de Constantin Noica, Rio, Record, 1999 (Biblioteca de Filosofia vol 1) – preparação e edição.
  6. Aristóteles, de Émile Boutroux, Rio, Record, 2001 (Biblioteca de Filosofia vol. 2) – preparação e edição.
  7. A Origem da Linguagem, de Eugen Rosenstock-Huessy, Rio, Record, 2002 (Biblioteca de Filosofia vol. 3) – preparação e edição.
  8. Estética como Ciência da Expressão e Lingüística Geral, de Benedetto Croce (tradução) – próximo volume da Biblioteca de Filosofia Record.
  9. Do Hábito, de Félix Ravaisson (tradução inédita).
  10. Foi editor de texto da obra em três volumes, O Exército na História do Brasil (Biblioteca do Exército em convênio com a Fundação Emílio Odebrecht, 1998).
  11. Teatro Oficina: Onde a Arte não Dormia, por Ítala Nandi: edição e prefácio (2a. ed., Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997).
  12. O Espírito das Revoluções, de J. O. de Meira Penna: edição (Rio, Faculdade da Cidade Editora, 1997).
  13. Atualmente, trabalha na preparação dos inéditos de Mário Ferreira dos Santos, por designação da família do grande filósofo paulista.
  14. Planejou e dirige atualmente a edição dos Ensaios Reunidos de Otto Maria Carpeaux, em 3 vols., para a Faculdade da Cidade Editora em associação com a Topbooks.
  15. Promoveu, para o Instituto Liberal do Rio de Janeiro, a tradução e edição brasileira de A Sociedade de Confiança, de Alain Peyrefitte (Rio, Topbooks, 2000).

 

 

  1. Colaborações regulares em jornais e revistas

É colaborador das seguintes publicações:

  • Folha de S. Paulo (São Paulo)
  • Zero Hora (Porto Alegre)
  • O Globo (Rio de Janeiro)
  • Primeira Leitura (São Paulo)
  • Bravo! (São Paulo)
  • Leader (Porto Alegre)
  1. Entrevistas no rádio e na TV [seleção]
  2. “Jornal da Globo” ~ out. 97.
  3. CNT Juca Kfouri ~ mai. 98.
  4. GNT Pedro Bial ~ fev. 97.
  5. TV E (programa “Sem Censura”, com Lêda Nagle) ~ 4 out. 96.
  6. GNT (programa “N de Notícia”, com Carlos Tramontina ~ dez. 97.
  7. TV Bandeirantes de Porto Alegre (entrevista a Gilberto Pires) ~ Nov 97.
  8. CNB/AM ~ 21 ago. 96.
  9. Manchete/AM ~ Programa J. Abud ~ 25 ago. 96.
  10. Programa “Passando a Limpo” (Boris Casoy), TV Record.
  11. “Deus acredita em você?”, Rádio Europa Livre (Bucareste, Romênia), 21 out. 98 (repórter Cristina Poienaru).
  12. Rádio National (Bucareste, Romênia), 12 nov. 98 (repórter Diana Nedelcu).
  13. “Petismo e revolução armada”, Rádio Gaúcha, 21 ago. 00
  14. “Interview to Donna McLachlan”, ABC Radio National, Austrália, 22 set. 04.

 

  1. Entrevistas em jornais e revistas [seleção]
  • “Filósofo parte para o ataque”, O Globo ~ 19 mai. 96
  • “Vocação para polêmica”, Isto É ~ 28 ago. 96
  • “Chega de poleiros universitários”, Tribuna da Imprensa, 19 dez. 96
  • “Entrevista com Olavo de Carvalho”, Minerva (Universidade Federal de Pernambuco), mai. 97
  • “A inteligência esquerdista e a nova ordem neoliberal”, Diário de Pernambuco, 8 mar. 97
  • “Abaixo o Imbecil Coletivo! Todo poder ao indivíduo!”, entrevista a Wagner Carelli,República, jul. 97.
  • “O Imbecil Coletivo e o espelho tenebroso”, ABC Domingo ~ 7 dez. 97
  • “Entrevista de Olavo de Carvalho ao Embaixador Caius Traian Dragomir, Viatsa Romaneasca ~ nov. 98.
  • “Educação e Consciência”, entrevista a Luis Mauro Martino, Educação ~ jul. 99.
  • “Filósofo acidental”, O Globo ~ 25 mai. 00.
  • “A filosofia não é para os tímidos”, Jornal de Letras, da Academia Brasileira ~ jul. 00.
  • “Um acerto de contas com a astrologia”, Porto do Céu ~ jun. 00.
  • “Que é que você quer com a filosofia?”, Vidaqui ~ 31 ago. 00
  • “O Brasil tem filósofo”, Gramática On-line ~ 2001.
  • “Entrevista de Olavo de Carvalho”, Revista Digital ~ 22 mar. 01.
  • “Entrevista de Olavo de Carvalho a Régis Gonçalves”, O Tempo ~ 15 ago. 01.
  • “Entrevista de Olavo de Carvalho”, Revista do Clube Militar ~ ago.-set. 01.
  • “Um filósofo na mídia é um jesuíta entre antropófagos”, site Anedota Búlgara ~ 3 jan.01.
  • “Projeto de História Oral do Exército Brasileiro na Revolução de 1964” ~ 20 mar. 02.
  • “Na base do doa a quem doer”, Gazeta do Povo ~ 20 jun. 04.

VII. PRÊMIOS, DISTINÇÕES E CONDECORAÇÕES

  • Medalha do Pacificador, conferida pelo Comando do Exército Brasileiro em 25 de agosto de 1999.
  • Medalha Mérito Santos Dumont, conferida pelo Comando da Aeronáutica em 20 de julho de 2001.
  • Comendador da Ordem Nacional do Mérito da Romênia, conferida em 5 de dezembro de 2000 por decreto do presidente romeno Emil Constantinescu.
  • Seu ensaio “O Pensamento de Ortega y Gasset” recebeu o Primeiro Prêmio em concurso instituído pela Embaixada do Reino da Espanha para celebrar o centenário de nascimento do filósofo José Ortega y Gasset (1983).
  • Seu livro O Profeta da Paz. Estudos sobre a Interpretação Simbólica da Vida do Profeta Mohammed (Maomé), recebeu o Primeiro Prêmio num concurso de ensaios sobre história islâmica, instituído pela Embaixada do Reino da Arábia Saudita (1986).

 

 

 

 

VIII. OPINIÕES DA CRÍTICA

 

  1. Sobre Olavo de Carvalho
  • “Autor de valiosas reflexões filosóficas.”

Carlos Alberto Montaner, O Estado de S. Paulo, 19 jan, 1999.

  • “De reconhecida competência na área da filosofia, tem obtido grande sucesso tanto em suas pesquisas como no trato com seus alunos.”

Jorge Amado

  • “Já deu prova cabal da seriedade de seus propósitos e de sua extensa cultura filosófica. Qualquer esforço que venha dele é digno de apoio e só pode acrescentar prestígio a quem o proporcionar.”

Romano Galeffi, catedrático de Estética, Universidade Federal da Bahia (relatório sobre o projeto de Uma Filosofia Aristotélica da Cultura).

  • “Indiferente às elites universitárias e ao mundo do show business cultural, Olavo de Carvalho escolheu a vida intelectual plena como ambição e exercício de seus dias.”

José Enrique Barreiro, TV Educativa, Salvador BA

  • “Intelectual independente, não filiado a qualquer grupo político ou filosófico; dono de vasta cultura, alicerçada no conhecimento da filosofia.”

Carlos Cordeiro, Diário de Pernambuco, Recife, 26 ago. 1989

    • “Tem o brilho e a coragem dos Inconfidentes.”
  • an>

Aristóteles Drummond.

  • “Admiro Olavo de Carvalho não apenas pelo alto valor de sua obra intelectual, que inclui livros importantes sobre a filosofia aristotélica, sobre o relacionamento entre Epicuro e Marx e sobre a ‘revolução cultural’ provocada por Gramsci, mas também pelo vigor polêmico com que está enfrentando o que ele mesmo classifica como as ‘atualidades inculturais brasileiras’.”
  1. O. de Meira Penna, Jornal da Tarde, São Paulo, 10 out. 1996.
  • “Filósofo de grande erudição.”

Roberto Campos, Folha de S. Paulo, 22 set. 1996.

  • “Filósofo, e não apenas professor de filosofia.”

Nelson Saldanha, mensagem de saudação a O. de C. No Instituto de Tropicologia da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, PE, 13 de maio de 1997.

  • “Estupendo. Sua obra tem como que o sopro de uma epopéia da palavra, a palavra destemidamente lúcida e generosamente insurgente, rebelde e justa, brava e exata.”

Herberto Sales, da Academia Brasileira

  • “O mais brilhante e controverso filósofo brasileiro.”

Monica Grigorescu, Rompress ~ Romanian National News Agency, 3 jul. 1997.

  • “Coragem intelectual.”

Jarbas Passarinho, O Estado de S. Paulo, 19 jun. 1988.

 

 

  1. Sobre A Nova Era e a Revolução Cultural
  • “Louvo a coragem e lucidez das suas idéias e a maneira admirável com que as expõe.”

Herberto Sales, da Academia Brasileira.

  • “O ensaio, além de excelente, chega na hora certa.”

Josué Montello, da Academia Brasileira.

  • “Um ser vivo. Magnífico. Iluminador. Tem a vibração da coragem ética. Certamente um dos documentos mais importantes já produzidos no Brasil.”

Jacob Klintowitz, crítico de arte.

  1. Sobre Símbolos e Mitos no Filme “O Silêncio dos Inocentes”
  • “Análise fascinante e ~ ouso dizer ~ definitiva.”

José Carlos Monteiro, Escola de Cinema da UFRJ.

  1. Sobre Aristóteles em Nova Perspectiva
  • “Olavo de Carvalho vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos.”

Paulo Francis, O Globo, 5 jan. 97.

  • “Nas suas obras como nos cursos que profere, predominam o equilíbrio e a coerência.”

Luís Carlos Lisboa, Jornal da Tarde, São Paulo, 7 jan. 1995.

  • “Desde Giambattista Vico que não surgia uma interpretação tão luminosa para acabar com a mistificação das ” duas culturas”, e esta perpassada de um diálogo enriquecedor com comentadores de Aristóteles como Octave Hamelin, Werner Jaeger, Eric Weil, e autores convergentes nesta encruzilhada decisiva da história intelectual do Ocidente como Mary Louise Pratt, Chaim Perelman, Thomas Kuhn e Erwin Panofkski.”

Mendo Castro Henriques, Universidade Católica de Lisboa.

  1. Sobre O Jardim das Aflições
  • “Poucos livros tenho lido com o interesse e o proveito com que li O Jardim das Aflições.”

Josué Montello, da Academia Brasileira.

  • “Inexaurível erudição e incontornável honestidade intelectual… O clarim de uma adiada e temida ressurreição da independência crítico-filosófica da nação.”

Bruno Tolentino, prefácio a O Jardim das Aflições.

  • “Um livro maravilhoso, um clarão nas trevas.”

Leopoldo Serran, Jornal do Brasil, 6 set. 1996.

  • “Se a obra de Olavo de Carvalho se distingue da prosa empolada e vazia dosphilosophes de plantão, é sobretudo por seu texto vivo e bem humorado, por sua erudição generosa e pela busca permanente de clareza e honestidade intelectual.”

Antônio Fernando Borges, Jornal do Brasil, 6 jan. 1996.

  • “Olavo de Carvalho chega a ser um iconoclasta, de uma iconoclastia tornada necessária… Ele vai até adiante da coragem, dispõe de larga e profunda erudição, como se vê nos seus textos filosóficos de grande base helênica, Os Gêneros Literários e Uma Filosofia Aristotélica da Cultura, breves, concisos, rigorosos conceitualmente, de apurado método lógico, por trás do calor polêmico que assim não o prejudica.”

Vamireh Chacon, Jornal de Brasília, 22 jan. 1996.

  1. Sobre O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras
  • “Livro imperdível. Exijam dos livreiros.”

Paulo Francis, O Globo e O Estado de S. Paulo, 28 jul. 1996.

  • “Lúcido e eloqüente como Irving Kristol.”

Alan Neil Ditchfield

  • “Como Jackson de Figueiredo, como Gustavo Corção, O. de C. vê a imbecilidade como erro moral, tem uma visão filosófica e universal desse problema.”

José Arthur Rios

  • “Uma inteligência como poucas entre nós.”

Paulo Bentancur, Jornal do Comércio (Porto Alegre), 22 nov. 1996.

  • “Temível inteligência e imbatível domínio filosófico.”

Ângelo Monteiro, Diário de Pernambuco, 23 nov. 1996.

  • “Olavo de Carvalho restabelece uma tradição que estava declinando assustadoramente: a tradição da crítica severa e corajosa, que desmitifica falsos valores, higienizando a vida intelectual.”

Edson Nery da Fonseca, Diário de Pernambuco, 17 de maio de 1997.

  1. Sobre a conferência “Les plus exclus des exclus” (Unesco, Paris, 29 jun. 1997)
  • “Fascinating.”

Amy Colin, Pittsburg University.

  1. Sobre a conferência “A Gerência Geral do Espírito”, na Casa de América Latina em Bucareste (10 jul. 1997)
  • “Conheço praticamente todos os pensadores europeus dos últimos trinta anos e nunca ouvi de nenhum deles algo de tão interessante.”

Gabriel Liiceanu, reitor do New European College da Romênia.

  1. Sobre a introdução aos Ensaios Reunidos de Otto Maria Carpeaux
  • “Longa, profunda e bela introdução. Sem o ter conhecido pessoalmente, penetrou fundo no drama de Carpeaux.”

Edson Nery da Fonseca

  • “No substancioso prefácio à reedição dos principais livros de Carpeaux, assinado por Olavo de Carvalho, temos um painel crítico desse importante momento da vida cultural brasileira… Curiosamente, Carpeaux e Olavo não se conheceram. Um dos desencontros que eu considero mais cruéis do destino, uma vez que os dois, guardadas as posições radicalmente pessoais de cada um, tinham um approachidêntico da condição humana. Até mesmo na capacidade da exaltação e da polêmica.”

Carlos Heitor Cony, orelhas dos Ensaios Reunidos de Otto Maria Carpeaux, vol. I. (Rio, Topbooks, 1999).

 

Janeiro de 2005

 

Visite o site de Olavo de Carvalho.

 

http://www.olavodecarvalho.org/links.htm

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s